Onze empresas anunciam programa de recompra das próprias ações

Publicado por Gandalf às 12/28/2007 06:30:00 PM

Se é verdade que o ano de 2007 marcou a Bovespa pelo número recorde de empresas que decidiram abrir o capital (foram 66 ofertas iniciais de ações), também é cada vez mais expressivo o número de companhias que optam por recomprar os próprios papéis que circulam no mercado. Segundo levantamento da Bovespa e do Portal EXAME, apenas neste mês anunciaram que recomprarão parte de suas ações 11 empresas: Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário, CSN, Datasul, Embraer, Energias do Brasil, JBS-Friboi, Localiza, Metisa, Providência, Triunfo e Unipar. O número é bastante representantivo quando comparado, por exemplo, aos 11 meses anteriores, quando 26 companhias aprovaram programas de aquisição dos próprios papéis.

Segundo analistas ouvidos pelo Portal EXAME, ao anunciar a recompra dos próprios papéis essas empresas estão sinalizando ao mercado que acreditam que o preço de suas ações não reflete com justiça seus balanços e fundamentos econômicos. A empresa compra seus papéis na expectativa de lucrar quando os investidores perceberem seu valor no futuro.

Com exceção da siderúrgica CSN, que tem o melhor desempenho do Ibovespa neste ano, essa explicação vale para as outras dez empresas que anunciaram recompras neste mês. Todas apresentaram desempenhos negativos ou inferiores ao Ibovespa neste ano. Nos próprios fatos relevantes em que anunciaram a recompra, empresas como a Datasul e a Localiza questionaram o valor dado pelos investidores a seus papéis.

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Brasil deve receber grau de investimento até junho

Publicado por Gandalf às 12/28/2007 11:04:00 AM

Com o maior crescimento econômico e a melhora do perfil da dívida deste ano, o Tesouro Nacional avalia que o Brasil tem todas as condições de receber investimento pelas agências internacionais.

Com o maior crescimento econômico e a melhora do perfil da dívida alcançada este ano, o Tesouro Nacional avalia que o Brasil tem todas as condições de receber até o fim do primeiro semestre de 2008 o grau de investimento pelas agências internacionais de classificação de risco. A avaliação foi feita pelo secretário-adjunto do Tesouro Nacional, Paulo Valle, em entrevista ao Estado.

“Acreditamos que o Brasil pode receber o grau de investimento no primeiro semestre, porque o governo está fazendo a sua parte”, disse o secretário. Segundo ele, a maneira como o País vem enfrentando o cenário de turbulências no mercado internacional, durante os últimos meses, reforçou a avaliação positiva.

As agências internacionais reagiram positivamente à decisão do governo de manter o compromisso com a meta de superávit fiscal de 3,8% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo com o fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Também contribuíram para a avaliação positiva o quadro de elevadas reservas internacionais (quase US$ 180 bilhões), a redução da dívida externa total e de curto prazo, a diminuição da necessidade de financiamento externo do governo e a melhoria da composição da dívida interna.

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Dívida pública do país tem ligeira queda em novembro, revela Banco Central

Publicado por Gandalf às 12/28/2007 11:00:00 AM

A dívida pública brasileira chegou a R$ 1,127 trilhão, em novembro, o que representa 42,6 % do Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas no país, com redução 0,6 ponto percentual, em relação a outubro (R$ 1,132 trilhão, ou 43,2% do PIB). A expectativa do Banco Central é que essa relação feche o ano em 44%.

A dívida pública brasileira é a soma do que devem governos federal, estaduais e municipais. Esse valor, chamado de dívida líquida do setor público, desconta as dívidas que os governos têm a receber de empresas privadas ou de outros governos.

Os juros pagos por União, Estados, municípios e estatais (setor público consolidado) chegaram a R$ 12,056 bilhões, no mês passado, contra R$ 12,124 bilhões registrado em novembro de 2006. Os dados constam na nota de Política Fiscal, divulgada hoje (28), pelo Banco Central.

No ano, o pagamento de juros soma R$ 147,294 bilhões, contra R$ 147,035 bilhões registrado no mesmo período de 2006. A economia que o governo faz para pagar parte dos juros, o superávit primário, ficou em R$ 6,817 bilhões, resultado maior do que o registrado em outubro do ano passado (R$ 5,605 bilhões).

Em outubro, o Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central (governo central) contribuiu com R$ 4,784 bilhões para o superávit primário. A economia feita pelos governos regionais (estaduais e municipais) foi de R$ 2,007 bilhões e das estatais, R$ 26 milhões.

No acumulado do ano, o superávit primário é de R$ 113,387 bilhões, contra R$ 96,597 bilhões registrados entre janeiro e novembro de 2006. A meta do governo é fechar o ano com superávit de R$ 95,9 bilhões.

No mês passado, o setor público apresentou déficit nominal (receita menos despesas, incluídos gastos com juros) de R$ 5,239 bilhões, contra R$ 6,519 bilhões do mesmo período do ano passado. Nos 11 meses do ano, as despesas maiores do que as receitas geraram déficit nominal de R$ 33,907 bilhões, resultado menor do que o registrado no mesmo período de 2006 (R$ 50,438 bilhões).

Kelly Oliveira
Repórter da Agência Brasil

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Usiminas recebe grau de investimento da Moody's

Publicado por Gandalf às 12/28/2007 06:47:00 AM

A agência de classificação de risco Moody's, elevou a nota de crédito da Usiminas para Baa3, perspectiva estável, colocando a empresa entre as que possuem grau de investimento.

A agência Moody's, destaca em sua nota que a empresa possui baixo nível de endividamento, apenas 0,8 pelo índice de Divida Total Ajustado pelo EBITDA, sendo que 73% desse endividamento está coberto pelo caixa da empresa (Balanço Set.2007), ressalta ainda a qualidade gerencial da empresa.

Os fatores limitantes apontados para a nota da empresa são: a grande dependência do mercado brasileiro e os riscos relacionados ao programa de investimentos.

A empresa já possui nota de grau de investimento, pelas agências Standard and Poor`s e Fitch.

Gandalf Wizard
Investidor Informado


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