Vale planeja saída do controle da Usiminas

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 06:00:00 PM

Lendo Meus Pensamentos

A Vale participa do bloco de controle da Usiminas com uma participação de 5,89% das ações ordinárias (USIM3), porém têm manifestado intenção de retirar-se do controle ou até mesmo se desfazer-se da participação na empresa.

A atual administração da Vale não vê vantagens ou fortes sinergias que justifiquem essa participação; prevê sim falta de foco e conflitos de interesse advindos da participação.

Episódio recente que precipitou essa revisão na posição da Vale foi a compra da mineradora J. Mendes. A Vale foi contra a aquisição alegando o alto preço dos ativos que se aproximaram de US$ 1,20 por tonelada de minério de ferro, como exemplo em aquisição recente da mineradora Apolo pela Vale o preço por tonelada de minério de ferro foi de US$ 0,10. MMX e CSN também fizeram compras a valores de US$ 0,8 e US$ 1 por tonelada.

Antes divergências sobre a aquisição da Sparrows Point, pertecente a Arcelor Mittal, impediram a compra da siderúrgica americana, contrapondo a Vale aos outros controladores que apontavam a necessidade de compras no setor de mineração e não de siderurgia.

O modelo adotado pela Vale em parcerias com a Baosteel e Thyssen, sem participação no controle, apenas com participações minoritárias parece ter sido mais vantajoso para a Vale nos últimos anos.

A entrada no bloco de controle da Usiminas ocorreu em 2006, portanto uma decisão recente, que antes havia sido rejeitada diversas vezes com o mesmo argumento que volta a tona neste momento, falta de foco no negócio de mineração e conflitos de interesses.

A saída completa da empresa com a venda das ações a valores de mercado renderia a vale R$ 1,3 bilhões, recursos que poderiam ser reutilizados em projetos de mineração próprios.

A alternativa mais citada até o momento não foi a venda das ações, mais algum acordo para a conversão das ações ordinárias em preferenciais, esse tipo de acordo foi realizado recentemente pelo Bradespar (controladora da Vale), a companhia saiu do bloco de controle da CPFL, porém manteve as ações preferências da empresa. A diferença é o fato de a Vale não ser uma empresa de portfolio como o Bradespar.

Lendo Meus Pensamentos

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Grupo Gerdau obteve R$ 4,4 bilhões com oferta de ações

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 04:17:00 PM

As ofertas primárias de ações da Gerdau S.A. e da Metalúrgica Gerdau resultaram na captação de mais de R$ 4,4 bilhões para o Grupo. Nas duas distribuições não foram os estrangeiros que ficaram com a maior parte dos papéis. Os fundos de investimento e o grupo demais pessoas jurídicas figuraram como grandes compradores. Vale lembrar que os investidores tiveram direito de preferência.

No total, a Gerdau S.A. distribuiu ao público 16.686.239 ações ordinárias e 31.410.825 ações preferenciais, sendo 11.385.500 sob a forma de American Depositary Receipts (ADR), movimentando R$ 2,9 bilhões. O preço de emissão foi fixado em R$ 60,30, independentemente da classe, e o total emitido representa cerca de 6,8% do capital total da companhia.

Na oferta de ações preferenciais, 151 pessoas jurídicas levaram 38% dos ativos ofertados. Os 71 investidores estrangeiros compraram 12%, e as 9.660 pessoas físicas levaram 7,1% dos papéis. Na oferta de ações ordinárias, 5 pessoas jurídicas levaram 98,5% dos papéis.

A oferta da Metalúrgica Gerdau, principal acionista da Gerdau S.A., levantou R$ 1,505 bilhões. Foram distribuídas ao público 6.432.905 ações ON e 12.778.088 ações PN, ambas a R$ 78,35, o que representa aproximadamente 9,5% do capital social da companhia.

Na oferta de ações PN, os 309 fundos de investimento participantes levaram 47% das ações. Os 53 investidores estrangeiros compraram 23% dos papéis, participação semelhante à dos 129 clubes de investimento subscritores. As 3.178 pessoas físicas ficaram com 4,95%. Na distribuição de papéis ordinários, as pessoas jurídicas levaram 79,5% dos papéis com direito a voto.

Em ambas as ofertas foi exercido integralmente o lote suplementar para atender ao excesso de demanda.

Com os recursos obtidos na oferta, a Metalúrgica Gerdau subscreveu ações de emissão da Gerdau S.A., que por sua vez utilizará os recursos para financiar projetos de expansão e eventuais aquisições. Parte dos recursos também será destinada ao reforço de caixa da companhia.

A ação PN da Gerdau S.A encerrou a segunda-feira a R$ 74,90, acumulando alta de 24% sobre o preço de emissão, enquanto o papel PN da Metalúrgica Gerdau valia R$ 98,50, valor 25% superior ao valor de emissão da oferta.

Valor

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Dois consórcios vão disputar Jirau, confirma Aneel

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 12:56:00 PM

Consórcio Jirau Energia é liderado por Odebrecht e Furnas.Suez Energy South América tem 50,1% do Consórcio Energia Sustentável.

Marcado para a próxima segunda-feira (19), o leilão para a construção da usina hidrelétrica de Jirau, no Rio Madeira (RO), terá apenas dois participantes.

Disputarão a concessão o Consórcio Jirau Energia e o Consórcio Energia Sustentável do Brasil. Os dois foram os únicos a apresentar a documentação exigida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O Consórcio Jirau Energia é o mesmo que venceu, em dezembro do ano passado, a disputa para a construção da usina Santo Antônio, a primeira do complexo do Madeira.

O grupo conta com seis participantes: Odebrecht Investimentos em Infra-Estrutura (17,6%), Construtora Norberto Odebrecht S/A (1%), Andrade Gutierrez Participações S/A (12,4%), Cemig Geração e Transmissão S/A (10%), Furnas Centrais Elétricas (39%) e o Fundo de Investimentos e Participações Amazônia Energia - formado pelos bancos Banif e Santander (20%).

Do outro lado, o Consórcio Energia Sustentável realizou uma união de forças para tentar barrar o grupo liderado por Odebrecht e Furnas, que no primeiro leilão surpreendeu pela agressividade de sua proposta. Fazem parte do segundo grupo: Suez Energy South América Participações (50,1%), Camargo Corrêa Investimentos em Infra-Estrutura (9,9%), Eletrosul Centrais Elétricas (20%) e Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - Chesf (20%).

Segundo a Aneel, 32 concessionárias de distribuição se inscreveram para a compra da energia gerada em Jirau. No entanto, a relação dessas empresas só será divulgada após o depósito das garantias exigidas.

Com capacidade de gerar 3,3 mil megawatts de energia, Jirau deverá iniciar a operação em janeiro de 2013. O valor total do investimento para a construção da usina foi definido em R$ 8,7 bilhões pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Valor

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ALL reverte prejuízo e tem lucro de R$ 22 mi no trimestre

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 12:22:00 PM

A América Latina Logística (ALL) registrou lucro líquido consolidado de R$ 22 milhões no primeiro trimestre de 2008, revertendo o prejuízo de R$ 19,6 milhões registrado no mesmo período do ano passado. A receita líquida cresceu 19,5% na mesma base de comparação, para R$ 511,2 milhões.

O lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciação e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) passou de R$ 147,8 milhões nos três primeiros meses de 2007 para R$ 198,5 milhões de janeiro a março deste ano. A margem Ebitda aumentou para 38,8%, contra 34,5%.

O lucro líquido reportado inclui a participação da ALL na Santa Fé Vagões como resultado de equivalência patrimonial, enquanto as demais linhas do demonstrativo mencionadas não consideram a Santa Fé, de acordo com a ALL.

A ALL é uma das maiores operadoras logísticas de base ferroviária da América Latina. De acordo com informações da empresa, são mais de 70 unidades de serviço localizadas nas principais cidades do Brasil, Argentina, Chile e Uruguai, além de centros de distribuição.

A ALL administra 20,5 mil quilômetros de ferrovias, cobrindo São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e a região central da Argentina - a companhia cruza as fronteiras do Paraguai e Uruguai e serve o Chile por rodovia a partir da base logística intermodal de Mendoza, na Argentina.

Estado

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Lucro líquido da TAM recua mais de 90% no primeiro trimestre de 2008

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 11:30:00 AM

A TAM (TAMM4) reportou lucro líquido de R$ 2,6 milhões no primeiro trimestre de 2008, forte recuo de 95% perante ao registrado no mesmo período do ano passado, quando somou R$ 59,2 milhões.

Os RPKs (número de passageiros pagantes transportados por quilômetro voado) consolidados da companhia cresceram 30% na passagem trimestral, passando de 7,76 milhões para 10,1 milhões.

No período, os ASKs (assentos disponíveis por quilômetro voado) somaram 13,8 milhões, um avanço de 25,8% frente ao registrado no ano anterior, quando o número foi de 10,9 milhões.

A taxa de ocupação média consolidada totalizou 73,2% no primeiro trimestre de 2008, um avanço de 2,4 pontos percentuais em comparação aos 70,8% conquistados um ano antes.

Quanto às estimativas traçadas para 2008, a companhia conseguiu cumprir praticamente todas as metas neste primeiro trimestre. A TAM esperava um RPK no mercado doméstico de 8% a 12%, e atingiu 10,6% no período, enquanto para o ASK, a companhia antevia um crescimento de 14% no mercado doméstico e de 40% no mercado internacional, e computou avanços de 14,2% e 49,7%, respectivamente.

Infomoney

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Petrobras é a 3ª maior companhia aberta de petróleo, diz agência

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 11:00:00 AM

Maior empresa aberta de hidrocarbonetos do mundo continua sendo ExxonMobil. Informações são da agência de notícias Dow Jones.

A Petrobras ultrapassou a Royal Dutch Shell em valor de mercado e se tornou a terceira maior companhia aberta de petróleo e gás do mundo, de acordo com executivos da companhia e fornecedores de dados financeiros. A maior empresa aberta de hidrocarbonetos do mundo continua sendo ExxonMobil, seguida pela produtora de gás russa Gazprom, que também tem significativa produção de petróleo.

Quando o mercado fechou na sexta-feira (9), a Petrobras tinha um total de capitalização de mercado de US$ 264 bilhões, segundo informações do departamento de relações com investidores da companhia passadas à agência de notícias Dow Jones. O governo brasileiro possui 58% de participação nas ações com direito de voto da companhia, mas apenas 32% de suas ações totais.

A Exxon atualmente tem capitalização de mercado de US$ 472 bilhões, enquanto Gazprom tem US$ 360 bilhões. Executivos da Shell procurados pela Dow Jones não puderam fornecer dados imediatamente sobre o assunto, mas, de acordo com o site Yahoo! Finance, a atual capitalização de mercado da companhia é de US$ 252 bilhões. A agência Bloomberg também informa US$ 252 bilhões como a capitalização de mercado da Shell.

A Dow Jones não conseguiu contactar a PetroChina, a outra companhia de petróleo que compete pelo quarto lugar no ranking. O valor de mercado da companhia é de US$ 250 bilhões, de acordo com o Yahoo! Finance, ou de US$ 253 bilhões, de acordo com a Bloomberg.

As ações da Petrobras atualmente são negociadas em São Paulo, Nova York, Madri e Buenos Aires.

Os ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) da Petrobras na Bolsa de Valores de Nova York subiram 158% nos últimos 12 meses, enquanto na Bolsa de Valores de São Paulo avançaram 108%. O forte desempenho veio juntamente com a alta dos preços do petróleo e uma série de grandes descobertas de reservas no Brasil. As informações são da Dow Jones.

Folha

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O destino da Aracruz

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 10:29:00 AM

Acabou o acordo de acionistas da Aracruz Celulose, firmado vinte anos atrás entre Votorantim, Safra, Lorentzen e Bndespar. O mercado especula muita coisa: o grupo Lorentzen gostaria de pular fora; a Votorantim quer aumentar a sua fatia na empresa , a Suzano trabalha para entrar na empresa - e assim por diante.

Mas o mesmo mercado é unânime no seguinte: nada irá acontecer imediatamente.

Ontem, num dia de calmaria na Bovespa, as ações da Aracruz foram as que mais subiram - tiveram uma alta de 5,95%.

Radar On-Line

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Petrobras anuncia programa de apoio à indústria naval brasileira

Publicado por Gandalf às 5/13/2008 09:24:00 AM

O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, anunciou hoje (12), durante o lançamento da política de desenvolvimento produtivo do governo federal, que a estatal terá um novo programa de compras de 146 embarcações de apoio para a indústria naval brasileira. Gabrielli disse que, desse total, 24 barcos irão para o mercado imediatamente.

Segundo ele, um dos objetivos do programa é facilitar a capacidade de estruturação do setor naval brasileiro. Gabrielli informou que a Petrobras irá destinar, no mínimo, US$ 50 bilhões para compras no Brasil até 2012.

De acordo com ele, parte desses recursos está sendo aplicada na construção de duas refinarias, sendo uma petroquímica no estado do Rio de Janeiro e uma de petróleo pesado para a produção de diesel em Pernambuco. Segundo Gabrielli, existe também um projeto para a construção de outra refinaria no período.

Como 85% da produção de petróleo da Petrobras se dá no mar, o que exige equipamentos sofisticados, tecnologia avançada e navios, entre outros fatores, Gabrielli enfatizou que “isso requer a construção de uma indústria naval poderosa e grande”.

Ele lembrou que a estatal já encomendou 26 navios, todos em estaleiros brasileiros. Além disso, afirmou que está em discussão a construção de dois superpetroleiros no Brasil.

Para Gabrielli, o desafio de possibilitar o crescimento ainda maior da indústria naval, para se adequar ao projeto de desenvolvimento sustentado do governo federal, depende agora do empresariado.

Agência Brasil

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