Odebrecht quer aproveitar demanda da Petrobras e investir na indústria naval

Publicado por Gandalf às 5/31/2008 02:05:00 PM

O grupo Odebrecht avalia investir mais na indústria naval para atender à crescente demanda por navios e sondas da Petrobras.

O presidente do Conselho de Administração do grupo, Emilio Odebrecht, disse nesta quarta-feira que a empresa está estudando várias alternativas, que vão desde a ampliação do estaleiro São Roque, na Bahia, até a compra de outras unidades.

"Várias alternativas dessas estão sendo estudadas. Todas, em vários lugares, do Rio Grande do Sul ao Amazonas", afirmou, após participar da 20º Fórum Nacional, na sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no Rio.

Questionado sobre a localização do possível novo estaleiro, Odebrecht deu a entender os planos da empresa podem ser mais ambiciosos.

"O próximo estaleiro? Posso lhe dizer que não vai ser num lugar só. Estamos pensando em muitas coisas novas", emendou.

Apesar do desejo do governo e da Petrobras em fazer todas as encomendas no Brasil, Odebrecht acha que não há condições de isso é possível, a não ser que se opte por atrasar o programa de exploração da Petrobras.

"Mas não tenho dúvidas que esse desafio vai fazer com que os investimentos acelerem e grande parcela desses investimentos vai poder ser feita aqui. Mas 100% não, a não ser que a decisão seja 'vamos atrasar a exploração de petróleo'", acrescentou.

Folha
Link: Odebrecht quer aproveitar demanda da Petrobras e investir na indústria naval

BNDESPar e EDP venderão parte de suas ações da Light

Publicado por Gandalf às 5/31/2008 12:55:00 PM

A BNDESPar, braço de investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, e a EDF International anunciaram a intenção de vender parte das ações que detém na Light S.A.. De acordo com Fato Relevante, a Light já entrou com pedido de registro de oferta secundária de ações junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Os dois acionistas pretendem vender, a princípio, até 47.669.304 milhões de ações ordinárias da companhia. Tomando por base o preço de fechamento da ação na sexta-feira, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), de R$ 25,20, a oferta movimentará cerca de R$ 1,2 bilhão.

Atualmente, o BNDESPar detém 33,69% das ações da companhia, ou 65,555 milhões de papéis, e a EDF figura com 6,58%, ou 13,391 milhões de papéis ON.

A controladora é a RME - Rio Minas Energia Participações, com 49,5% do capital. Cabe lembrar que a RME é controlada pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões, Equatorial Energia e o fundo Luce Brasil, todas com participação igualitária no capital social.

O free float (ações em circulação) da Light é de 47,8% do capital, no entanto, mais de 80% das ações em poder do mercado são detidas pelos acionistas vendedores. Segundo a minuta do prospecto preliminar, após a liquidação da oferta, a proporção do free float se manterá, mas, as ações da companhia estarão mais pulverizadas no mercado.

O preço de emissão e quantidade de ações que cada um dos vendedores ofertará ainda não foram informados. A coordenação da oferta está a cargo dos bancos Itaú BBA, Citigroup e Unibanco.

O investidor de varejo poderá participar com o valor mínimo de investimento de R$ 1 mil. No caso de rateio na oferta de varejo será adotado critério diferenciado, com divisão de investidores com e sem prioridade de alocação. O direito à prioridade depende de dois fatores, a requisição de tal classificação, e do atestado de bom comportamento, ou seja, será atendido aquele investidor que não tiver flipado (no jargão de mercado, vendido as ações no dia da estréia) em ofertas anteriores.

De acordo com o prospecto, a Light, que tem sua área de concessão concentrada no Rio de Janeiro, é a quarta maior empresa integrada de energia elétrica no Brasil, com base na receita operacional líquida de R$ 4,992 bilhões, em 2007, e também ocupa a quarta colocação entre as distribuidoras de energia elétrica, com volume de consumo de 23.688 GWh.

Valor

Link: BNDESPar e EDP venderão parte de suas ações da Light

Petrobras aumenta participação na Braskem

Publicado por Gandalf às 5/31/2008 11:20:00 AM

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira que aumentou sua participação acionária na Braskem. A partir de hoje, a estatal detém 30% do capital votante da petroquímica, ante 8,1% anteriormente. No capital total da Braskem, a Petrobras ampliou sua participação de 7,1% para 23,1% do total.

O acordo foi aprovado nesta sexta-feira pela assembléia de acionistas da Braskem. Em contrapartida, a Braskem integrou as participações da Petrobras no capital da Copesul (37,3%), Ipiranga Petroquímica (40%), Ipiranga Química (40%) e Petroquímica Paulínia (40%).

Com o acordo, a Odebrecht passa a ter 45% do capital votante da Braskem, com 30% para a Petrobras, 15,1% para a Norquisa, e 9,7% para outros acionistas.

"O documento abrange todas as ações ordinárias (com direito a voto) de emissão da Braskem de titularidade das partes na data de assinatura do acordo, além de todas e quaisquer ações ordinárias emitidas pela Braskem que venham a ser detidas ou adquiridas pelas partes futuramente", informou, em nota, a Petrobras.

Folha

Link: Petrobras aumenta participação na Braskem

Positivo fecha contrato com a Petrobras para fornecer quase 30 mil computadores

Publicado por Gandalf às 5/31/2008 10:47:00 AM

A Positivo Informática informou hoje que fechou um grande contrato com a Petrobras para fornecimento de 29.758 computadores no prazo de 12 meses. O acordo prevê que a entrega terá um cronograma estabelecido pela Petrobras, respeitando o prazo de um ano a partir da assinatura do contrato, no dia 28 de maio.

"Conforme o edital, a Petrobras compromete-se a contratar no mínimo 90% das máquinas licitadas", informa a companhia em comunicado ao mercado.

Com esse contrato, a empresa, que detém 18,1% do mercado de venda por leilões, tem uma carteira com 275, 9 mil unidades a serem entregues até maio de 2009, dos quais 49,1 mil já foram despachados. A maior fatia de licitações é com o Ministério da Educação, que envolve 93,6 mil unidades.

Valor

Link: Positivo fecha contrato com a Petrobras para fornecer quase 30 mil computadores

Acionistas do Bear Stearns aprovam venda ao JPMorgan

Publicado por Gandalf às 5/31/2008 10:08:00 AM

Os acionistas do banco de investimentos Bear Stearns aprovaram nesta quinta-feira a venda do grupo ao banco JPMorgan, informou um porta-voz ao fim de uma assembléia geral.

"A assembléia geral acaba de se encerrar. Os acionistas votaram a favor da venda", afirmou Elizabeth Ventura.

Os acionistas do Bear Stearns, quinto maior banco de investimentos dos Estados Unidos e vítima da crise de crédito de alto risco ("subprime"), haviam sido convocados para reunião na sede do banco em Nova York.

A assembléia extraordinária tinha como único tema a ratificação da compra do grupo pelo JPMorgan, por cerca de US$ 10 por ação, ao invés dos US$ 2 por ação oferecidos inicialmente.

A proposta original do JPMorgan era de US$ 236 milhões, oferta considerada uma pechincha e que gerou críticas de acionistas do banco de investimentos. Muitos especialistas comentam que somente a sede corporativa do Bear Stearns em Nova York vale aproximadamente US$ 1 bilhão.

O Fed (Federal Reserve, o Banco Central dos EUA) autorizou a negociação no início do mês passado.

Conforme anunciou no mês passado, o JPMorgan teve lucro de US$ 2,37 bilhões no primeiro trimestre do ano, com queda de 50% sobre o mesmo período do ano passado. O banco divulgou que fez uma provisão de US$ 5,1 bilhões, sendo US$ 2,5 bilhões para reforçar suas reservas e US$ 2,6 bilhões para cobrir perdas com seu portfolio de financiamentos, em especial os relacionados ao crédito imobiliário de alto risco.

Depois do colapso de crédito, o JPMorgan não ficou totalmente imune às perdas, mas se manteve saudável se comparado aos principais concorrentes. Essa saúde lhe permitiu, por exemplo, comprar o Bear Stearns.

Por sua vez, o Ber Stearns registrou no primeiro trimestre fiscal - encerrado duas semanas antes de o JPMorgan Chase ter apresentado a oferta de compra - lucro de US$ 110 milhões (US$ 0,86 centavos por ação), 79% menos que em igual período do ano anterior.

France Presse

Link: Acionistas do Bear Stearns aprovam venda ao JPMorgan

Marcadores