Agrenco: conselho aprova pedido de recuperação judicial de subsidiárias

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 09:53:00 PM

Em comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (27), a Agrenco (AGEN11) informou que a apresentação do requerimento de Pedido de Recuperação Judicial de suas subsidiárias no Brasil foi aprovada pelo seu Conselho de Administração.

O requerimento foi apresentado nesta sessão à Comarca de São Paulo e, em 60 dias, será elaborado um plano de recuperação judicial, no qual a companhia descreverá as medidas a serem adotadas.

A companhia tem mantido negociações com grupos interessados em participar de seu processo de capitalização, contudo, com o agravamento de sua situação financeira, aliado ao fato de que qualquer novo aporte de recursos tem sido condicionado a apresentação de requerimento de recuperação judicial, a empresa diz estar certa de que tal requerimento é o que melhor atende, neste momento, aos interesses de acionistas, credores e funcionários.

A Polícia Federal investiga a empresa por suspeita de envolvimento em um esquema de fraudes, que consistiria em operações cambiais ilegais, uso de 'laranjas' para ocultação de bens, rendas e movimentações financeiras e utilização de documentos falsos.

Mandatos de busca e apreensão foram realizados, executivos da empresa foram presos acusados de desvio de recursos e as negociações com as ações da Agrenco passaram por duas suspensões em menos de um mês. A primeira suspensão dos negócios foi no dia 20 de junho, quando foram anunciadas as investigações pela Polícia Federal, e durou uma semana.

Desde que foram levantadas suspeitas de envolvimento em esquema de fraudes, as ações da Agrenco passam por forte instabilidade.

Nesta sessão, os papéis fecharam estáveis, valendo R$ 0,44. Contudo, na mínima do intraday, o papel era negociado a R$ 0,38, com desvalorização de 13,63%. No acumulado do ano, a perda é de 95,43%.

Infomoney

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Governo estuda capitalizar Petrobras com ativos do pré-sal

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 09:04:00 PM

O aumento da participação do governo no capital da Petrobras para garantir a posse do pré-sal ganha cada vez mais corpo junto a interlocutores do presidente Lula, mas o aporte seria feito com ativos da União e não com recursos, como vem sendo especulado.

"Isso é uma idéia que está sendo pensada para o pré-sal, um aporte não de dinheiro, mas de ativos da União", disse uma fonte próxima às negociações que pediu para não ser identificada.

A opção evitaria o desembolso do governo e um eventual atraso na exploração das reservas, o que aconteceria se a discussão sobre o pré-sal tivesse que passar por mudanças regulatórias e, consequentemente, pelo Congresso Nacional.

A idéia seria manter o atual modelo de concessões, mas com o governo mais poderoso dentro da estatal e a cobrança de taxas maiores pela produção no pré-sal, uma área que se estende do Espírito Santo a Santa Catarina e que pode conter bilhões de barris da commodity.

A moeda de troca do governo pelas ações da companhia seria o petróleo contido nos campos ainda não licitados do pré-sal, e que podem estar unidos aos já descobertos.

"A parte que extrapola o limite do bloco (da bacia de Santos) entra em áreas não licitadas e pertence à União. A União pode usar como ativo para aportar na Petrobras", explicou a fonte.

Segundo a fonte, a idéia foi apresentada pelo presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, na reunião de terça-feira da comissão interministerial.

"Lá no futuro, quando estiver confirmado (óleo nos campos não licitados), isso teria um valor, então isso pode ser entregue à Petrobras como aporte de capital, uma troca onde o governo receberia ações da Petrobras em vez de ficar com as reservas de petróleo", explicou a fonte, que descartou que a empresa esteja pensando em emitir ações no momento.

Na semana passada, Gabrielli afirmou a jornalistas que a estatal estava estudando, mas não planejando, emitir ações.

O plano de negócios da estatal para o período 2009-2013, que terá investimentos na área do pré-sal, antes previsto para setembro, foi transferido para outubro, segundo a fonte.

Apesar de resolver um problema de caixa do governo, que teria que desembolsar uma soma elevada para capitalizar a empresa para aumentar sua participação, a estratégia não seria bem recebida pelo mercado acionário, já que iria se configurar em um tratamento desigual entre os acionistas.

"Aportando barris de petróleo na empresa fica aparentemente um indício de favorecimento ao acionista majoritário em detrimento do acionista minoritário, que só pode aportar dinheiro", avaliou Felipe Cunha, do Banco Brascan.

"Isso cria uma diferenciação muito grande entre o acionista minoritário e majoritário, não vejo com bons olhos essa alternativa", avaliou.

As ações da Petrobras operavam em alta nesta quarta-feira, impulsionadas pela disparada do preço do petróleo em função da possibilidade de a tempestade Gustav se transformar em furacão e prejudicar a exploração petrolífera no Golfo do México.

O comportamento das ações das empresas de petróleo normalmente segue o desempenho do preço da commodity. No caso da Petrobras, no entanto, já está sendo percebida influência negativa também das expeculações em torno do destino das reservas do pré-sal e as mudanças que serão feitas para a sua exploração.

Segundo um analista de um grande banco, enquanto o preço do barril do petróleo caiu 20 por cento desde o pico de 147 dólares, em 3 de julho, as ações da Petrobras desvalorizaram 35 por cento.

"Isso mostra que a desvalorização da empresa não é só a queda da commodity, é reflexo dessa discussão toda, desse disse me disse, que só atrapalha a Petrobras", afirmou o analista que pediu para não ser identificado.

Pelas contas do analista, a queda de 35 por cento das ações preferenciais da Petrobras significam uma perda de valor de mercado da ordem de 190 bilhões de reais. Desse total, 20 por cento seriam em função da queda do petróleo e 15 por cento das especulações.

"O que o governo conseguiu até agora foi desvalorizar a Petrobras em 80 bilhões de reais, toda essa discussão está sendo muito prejudicial à Petrobras", afirmou o analista.

Reuters

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JBS supera dificuldades e cresce no mercado dos EUA

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 06:49:00 PM

Pouco mais de um ano desde que comprou o terceiro maior frigorífico dos Estados Unidos, o Swift, por US$ 1,4 bilhão, o grupo brasileiro JBS-Friboi começa a colher os resultados de sua estratégia agressiva de crescimento no mercado americano, onde é dirigido por Wesley Batista, um dos filhos do fundador.

Quando foi comprada pelos brasileiros, a Swift se encontrava em péssima situação financeira e perdia terreno para os concorrentes. Quatro dezenas de executivos americanos foram mandados para casa e uma dúzia de profissionais brasileiros assumiu o comando. Em um movimento ousado, eles decidiram dobrar a produção da maior unidade da companhia, em Greeley, no Colorado. Em menos de dois meses, a fábrica começou a operar em dois turnos. "Todo mundo achou que eles eram loucos", diz Pedro Herrera, analista do banco HSBC em Nova York.

Não havia demanda que justificasse passo tão audacioso e a empresa continuou perdendo dinheiro por vários meses. Mas o aumento da capacidade de produção em Greeley ajudou a JBS Swift a abocanhar uma fatia maior do mercado. E os resultados começaram a aparecer. Com o dólar mais barato, as exportações dos EUA aumentaram. A redução de custos obtida com o enxugamento na JBS Swift tornou-a mais competitiva do que os concorrentes. "Passamos por alguns meses horríveis, mas precisávamos nos preparar para o momento em que o mercado voltasse a ficar bom", diz Wesley.

O grupo JBS registrou prejuízo de R$ 364 milhões no segundo trimestre, por causa do endividamento e de despesas financeiras contraídas com as aquisições. Mas o resultado teria sido pior se as coisas não estivessem indo tão bem nos EUA, onde o grupo contabilizou lucro de R$ 113 milhões no período.

Com um faturamento estimado para este ano superior a US$ 20 bilhões, o grupo anunciou a compra de mais duas grandes empresas, por US$ 1 bilhão. As duas aquisições estão sendo examinadas pela Divisão Antitruste do Departamento de Justiça dos EUA. Se o governo aprovar as transações, o grupo brasileiro assumirá a liderança da indústria no país, passando à frente de Cargill e Tyson. Suas fábricas terão condições de processar quase 42 mil cabeças de gado por dia.

Valor

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Pagamento de dividendos da CSN está suspenso por determinação da Justiça

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 09:43:00 AM

Em comunicado enviado ao mercado na manhã desta quarta-feira (27), a CSN (CSNA3) informou que a Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou a suspensão de seu pagamento de dividendos.

"As decisões da Justiça Federal foram provocadas por manifestação da Fazenda Nacional e a companhia está examinando as medidas necessárias para a defesa de seus interesses e dos seus acionistas", afirmou a siderúrgica em sua nota.

Reflexo do desempenho da empresa no segundo trimestre deste ano, um montante de R$ 160 milhões seria distribuído aqueles que detivessem posição acionária na CSN no pregão de 20 de agosto. O equivalente por papel seria de aproximadamente R$ 0,207.

O pagamento seria efetivado nesta quarta-feira, sendo que as ações ordinárias da companhia já vinham sendo negociadas na bolsa sob a forma "ex-dividendos" desde 21 de agosto.

Infomoney

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Petrobras confirma assinatura de contrato que garante plataforma para o campo de Tupi

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 09:09:00 AM

A Petrobras confirmou hoje (26) a assinatura de memorando de entendimento com a empresa japonesa Mitsui Ocean Development & Engineering (Modec) para a construção da plataforma que será utilizada no megacampo de Tupi, na área do pré-sal, na Bacia de Santos, e que tem reservas estimadas entre 5 a 8 bilhões de barris de petróleo.

O memorando de entendimento prevê a construção, afretamento e operação de um navio-plataforma do tipo FPSO, que será alugada a Petrobras por 15 anos, com opção de mais cinco.

As informações indicam ainda que a plataforma terá capacidade de produção de até 100 mil barris de petróleo por dia, além de “150 milhões de pés cúbicos” por dia de gás natural e só deverá chegar ao Brasil em 2010, quando a estatal brasileira pretende dar início ao projeto piloto do mega-campo.

A unidade será interligada, a principio, em cinco poços produtores, com capacidade de adicionamento de mais quatro.

O site da Modec informa que a FPSO será construída a partir do petroleiro Sunrise IV. A Modec já opera seis FPSO no país e atualmente vem construindo outras duas: Cidade de Niterói e Cidade de Santos.

A previsão da Petrobras é de que o Teste de Longa Duração (TLD) do campo de Tupi tenha inicio no primeiro trimestre de 2009, com uma produção inicial de cerca de 30 mil barris de petróleo.

O primeiro óleo do pré-sal, no entanto, deverá começar a jorrar no próximo dia 2 de setembro. Ao contrário de Tupi, no entanto - que produzirá óleo em águas ultra-profundas –, ele escoará das águas rasas do Parque das Baleias, no Espírito Santo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá participar da solenidade que marcará o início da produção do pré-sal.

Agência Brasil

Link: Petrobras confirma assinatura de contrato que garante plataforma para o campo de Tupi

Indústria de arroz investe para ampliar produção e exportar

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 08:37:00 AM

O fato de o Brasil se tornar, neste ano, o 10º maior exportador mundial de arroz - até então o País não figurava no ranking - estimulou a indústria arrozeira do País a aumentar a produção. Além de embarcar mais, o setor mudou o perfil de produto comercializado: do quebrado para o inteiro e o parboilizado, o que provocou adaptações também nas unidades industriais. A capacidade ociosa das empresas do setor também mudou: caiu, em média, até 10 pontos percentuais. Os embarques do produto cresceram 120% na comparação com 2007.

Os investimentos são verificados tanto em Santa Catarina, quanto no Rio Grande do Sul - maior produtor nacional do cereal. Em Camaquã (RS), a Blue Ville está investindo R$ 45 milhões, até 2010, na ampliação da capacidade de armazenagem, no parque fabril e também em uma usina de geração de energia a partir de arroz. Até o momento, já foram instalados 10 silos - com capacidade de 1,5 milhão de toneladas - e, ao final do projeto, a empresa terá 30 silos, que abrigarão 3,5 milhões de toneladas. "Ampliamos a fábrica para dar vazão ao crescimento, tanto do mercado interno quanto do externo", diz Silmar Fernandes, diretor-comercial da empresa.

As obras começaram no meio do ano passado - antes do boom das exportações brasileiras. Segundo Fernandes, a empresa já estava se preparando para um mercado aquecido e a dificuldade de fornecimento de matéria-prima - por isso a necessidade de aumento da capacidade de armazenagem. Até o momento, de acordo com o diretor-comercial da indústria, a produção (de arroz branco) já aumentou em 60% e, ao final do projeto, será 90% maior. "A exportação é uma grande oportunidade", afirma Fernandes.

Este é o primeiro ano de exportação da empresa, que espera fechar 2008 com 5% da sua produção voltada para este mercado.

Na Cooperativa Agropecuária de Jacinto Machado (Cooperja), os investimentos também começaram antes mesmo da abertura do mercado externo. "Quando planejamos a planta, já havia a possibilidade, em médio prazo, de exportar", diz Diógenes Bellettini, gerente Administrativo-financeiro da cooperativa. A empresa aplicou R$ 20 milhões na construção de uma unidade fabril em Santo Antônio da Patrulha (RS) - onde serão beneficiados 200 mil fardos de arroz por mês.

Metade da capacidade já está em uso. A matriz da empresa, em Santa Catarina, está com sua capacidade máxima em uso: 120 mil fardos por mês. Belllettini explica que a venda para o mercado externo proporcionou que, pela primeira vez, a cooperativa batesse recorde de processamento em um mês.

Aqueles que ainda não investiram, pelo menos diminuíram a capacidade ociosa. É o caso da Camil Alimentos e da Urbano. "A Camil tem um planejamento anual de modernização e sempre estamos observando oportunidades de aquisições. Se o mercado internacional se mantiver ou aumentar a demanda, eu amplio minha capacidade, compro ou construo", afirma Jacques Maggi Quartiero, diretor da empresa.

Apesar de não revelar a quantidade comercializada com o exterior, o diretor da companhia afirma que o crescimento das vendas da Camil é proporcional ao verificado na média brasileira do setor. Segundo ele, por conta disso, a produção destinada ao mercado externo está usando a capacidade que era ociosa. Ele diz que a empresa tem negócios fechados até o final do ano, de forma escalonada. "Se todas as exportações fossem de uma vez só, teria de diminuir a venda interna", afirma. Segundo ele, a ociosidade estava em 15% e agora está ocupando o ano todo. Na linha de parboilizado a capacidade está plena.

Na Urbano, a capacidade ociosa, que estava entre 20% e 25% no ano passado, passou para 15% a 20% em 2008. A empresa ainda não fez investimento em aumento de produção porque aguarda a consolidação do mercado internacional.

Gazeta Mercantil

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Cosan: investimento total na Uniduto será de R$ 1,64 bi

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 07:02:00 AM

O diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Cosan, Paulo Diniz, informou hoje que o investimento total dos sócios da Uniduto, empresa criada para construir e operar um sistema de dutos entre o interior e o litoral paulista, será de R$ 1,64 bilhão. A Uniduto foi criada, em março deste ano, pela Cosan em conjunto com a Copersucar e a Crystalsev.

Na primeira fase do projeto, que vai de 18 meses a dois anos, os aportes devem somar R$ 60 milhões, divididos igualmente entre os acionistas. Para a segunda fase, a Uniduto deve buscar, de forma independente, o funding (recursos) para o projeto. "O objetivo é de que a empresa seja independente e vá buscar o funding disso", afirmou Diniz.

Ele detalhou que os investimentos na primeira fase estarão limitados aos itens necessários ao funcionamento inicial da companhia, como estudos de viabilidade, obtenção de licenças e projetos de detalhamento técnico. A fase posterior deve abranger a construção do alcoolduto, a partir de 2010. Os primeiros testes no empreendimento devem ser feitos no primeiro semestre de 2011.

A Cosan estima que, com o alcoolduto, será possível reduzir de 35% a 40% o custo logístico com o etanol, além de ampliar a capacidade de exportação. "Hoje, o Brasil exporta entre 3 e 3,5 bilhões de litros de etanol por ano. Com o duto, teremos uma capacidade superior a 14 bilhões de litros anuais", disse Diniz.

O alcoolduto ligará o terminal portuário de Santos e a cidade de Paulínia, com ramificações para as cidades de Conchas e Ribeirão Preto. Questionado sobre uma possível participação da Petrobras no projeto, Diniz mencionou a possibilidade de a estatal aproveitar o projeto, já fechado pelos parceiros privados, para ampliá-lo a outras regiões do País.

"Eles podem aproveitar as obras onde pararemos, em Ribeirão Preto, para estender ao sul de Minas e Goiás. Ou aproveitar a perna de Conchas para o Mato Grosso do Sul. Esse desenho não se mostrou viável para nós, mas pode ser interessante em termos estratégicos para o País", disse.

Na área logística, a Cosan também atua em parceria com a Nova América, sendo sócias na Rumo Logística. Os terminais portuários das duas empresas estão sendo integrados, possibilitando uma capacidade de carregamento de 8 milhões de toneladas. "Com investimentos entre R$ 30 milhões e R$ 40 milhões após a integração, é possível reorganizar a logística para carregar três navios ao mesmo tempo", afirmou o executivo durante encontro com analistas e investidores.

A expectativa é de que o terminal portuário tenha três docas e cinco carregadores de navios. A Cosan possui 72% de participação da Uniduto e a Nova América, 28%.

Estado

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Vivo pretende agrupar ações em 4 para 1

Publicado por Gandalf às 8/27/2008 07:01:00 AM

O conselho de administração da operadora de telefonia de celular Vivo decidiu agrupar as ações da companhia na proporção de 4 para 1. Com isso, a empresa pretende conferir melhor patamar de preço para os papéis e reduzir custos operacionais. A proposta precisa ser aprovada pelos acionistas.

Ainda de acordo com a ata da reunião, a mesma proporção de agrupamento vale para os American Depositary Receipts (ADR) que são negociados na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE na sigla em inglês).

Hoje, o papel PN da companhia fechou negociado a R$ 8,03 na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Na NYSE, o ADR valia US$ 4,89.

De acordo com a companhia, aprovada a proposta, os acionistas terão o prazo de 30 dias para ajustar suas posições em múltiplos de 4 ações via negociação na Bovespa. Passado esse período, as frações serão agrupadas em números inteiros e vendidas em sucessivos leilões.

Atualmente, o capital social da companhia é composto por 1.474.077.420 ações, sendo 536.601.378 papéis ON e 937.476.042 papéis PN. Após o grupamento, o capital social passará a ser representado por 368.519.356 ações, sendo 134.150.345 ações ON e 234.369.011 ações PN.

Valor

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