Visanet entra com pedido para oferta de ações na Bovespa

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 08:58:00 PM

O segmento de cartões de crédito deve ganhar mais um representante na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Conforme antecipado pelo jornal Valor , a Companhia Brasileira de Meios de Pagamento, mais conhecida como Visanet, entrou hoje com pedido de registro de companhia aberta e de oferta de ações na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com as informações disponíveis na CVM, a distribuição será secundária, ou seja, os sócios venderão sua participação na empresa. A minuta do prospecto preliminar ainda não está disponível. O total de papéis a ser emitido bem com o preço por papel também não foram apresentados.

A companhia, que faz o credenciamento de estabelecimentos comerciais para os cartões Visa e Visa Electron, tem como principais acionistas o Banco do Brasil, com 32% das ações ON, e o Bradesco, com 40%.

Analistas da Itaú Corretora calcularam o valor de mercado da companhia em R$ 23 bilhões, montante semelhante ao da Redecard, empresa já listada em bolsa e que representa a bandeira Mastercard.

Em março, a Visa, empresa parceira da Visanet, abriu seu capital nos Estados Unidos. A empresa realizou a maior oferta pública inicial da história daquele país movimentando US$ 17,86 bilhões, com a venda de 406 milhões de ações.

Valor

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Itaú nega ter feito proposta para compra do Bonsucesso

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 08:52:00 PM

Em resposta à solicitação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco Itaú Holding negou que exista proposta para compra do Banco Bonsucesso de Minas Gerais, especializado em crédito consignado. O pedido de esclarecimento da CVM foi motivado por nota publicada na coluna Radar da revista Veja, no último final de semana.

Segundo a reportagem, o Itaú estaria comprando o Bonsucesso por R$ 1 bilhão.Ao negar o negócio, o Itaú afirmou, ainda, que está sempre considerando opções para expandir suas operações no mercado financeiro, analisando novas oportunidade de investimentos, com foco na agregação de valor para os acionistas.

Estado

Link: Itaú nega ter feito proposta para compra do Bonsucesso

Montadoras vendem 15% menos em agosto

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 08:48:00 PM

A indústria automobilística fechou agosto com uma queda de 15% nas vendas em relação ao mês de julho. Foram 244 718 veículos vendidos, contra 288 179 no mês anterior. Mas, quando comparado a agosto de 2007, o mercado registrou um crescimento de 4%.

Não é, portanto, nem de longe um resultado ruim - de janeiro a agosto, o mercado cresceu 26,4%. Um percentual e tanto. O que está patente, todavia, é que o ritmo de crescimento do mercado tende a ficar mais moderado a partir de agora.

A queda é fruto do aumento das taxas de juros, que começou a refletir-se nos financiamentos. As montadoras apontam também outro fator para o desempenho: as financeiras estão mais rigorosas na concessão de crédito ao comprador de carros.

Radar Online

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Gafisa adquire 60% de ações da Tenda

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 05:58:00 PM

A incorporadora Gafisa deve se tornar detentora de 60% das ações (com direito a voto) da construtora Tenda, após a execução de um acordo de reestruturação societária anunciado nesta segunda-feira. O alvo da reestruturação societária é o desenvolvimento de negócios voltados para o segmento de baixa renda no país. Com esse objetivo, está prevista a integração de atividades da Tenda com a Fit, controlada pela Gafisa.

Segundo comunicado ao mercado, a operação não deve afetar as atuais ações em circulação na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo).

O acordo também prevê que a Fit tenha um capital social de pelo menos R$ 420 milhões --no momento da incorporação-- e um caixa líquido de, no mínimo, R$ 300 milhões (considerando aplicações financeiras e dinheiro em caixa, descontados empréstimos e financiamentos de curto e longo prazo). A incorporação está sujeita à aprovação dos órgãos competentes.

A incorporadora e imobiliária Gafisa apurou receita líquida de R$ 320 milhões (março), com uma carteira de lançamentos da ordem de R$ 578 milhões. A subsidiária Fit foi criada em março do ano passado, tendo foco em residências de R$ 50 mil a R$ 150 mil.

Especializada no segmento de imóveis para baixa renda, a construtora Tenda registrou receita líquida de R$ 180 milhões no segundo trimestre, com lançamentos da ordem de R$ 496 milhões até junho deste ano.

Folha

Link: Gafisa adquire 60% de ações da Tenda

Laep planeja venda de marcas, até mesmo a Parmalat

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 08:04:00 AM

A Laep Investiments, Holding conhecida principalmente pelos laticínios Parmalat, iniciou um processo de desinvestimento, que pode envolver até mesmo sua identidade.

O primeiro passo foi a venda efetuada no dia 29 de agosto, da Poços de Caldas e Paulínia, duas marcas adquiridas da Danone em abril deste ano de 2008. O negócio que foi avaliado em certa de R$ 50 milhões pela própria LAEP, parece objetivar caixa imediato, visto que a empresa comentou estar fazendo vendas de leite a preços baixos para fazer caixa.

A venda das marcas ao Laticínio Morrinhos, deverá dar algum fôlego a empresa, porém não parece ser o suficiente para mudar o cenário de crédito da empresa. A partir disso surgem os boatos que a empresa considera a venda da Parmalat para a saída da crise.

A Laep adquiriu a Parmalat em maio de 2006, após a empresa sair do processo de recuperação judicial. Os planos para a Parmalat que possuia 13% do mercado de leite no final do ano passado eram ambiciosos, e visavam superar os patamares históricos de mais de 18% de participação no mercado brasileiro.

A situação começou a ficar delicada desde o IPO da Laep, que aconteceu em outubro de 2007, em meio ao início das denúncias de fraude com leite no Brasil, ainda assim a colocação foi mantida e o preço inicial estabelecido em R$ 7,50 por BDR, nas últimas negociações de agosto de 2008 o valor estava próximo de R$ 1,00, desvalorização de cerca de 90%, em menos de 10 meses.

As recentes saídas de acionistas da Laep também ilustram a atual situação da empresa. O fundo Gavião Investment proprietário até a semana passada de 24% do capital da Laep realizou um leilão na Bovespa para a venda da totalidade de seus BDRs da empresa. Outros fundos como o North Sea e UBS, com 10,6%, também procuram compradores.

O Presidente da Holding, Marco Elias, sugeriu que uma possível reestruturação poderia estar a caminho. Com isso o mercado busca possíveis compradores. Perdigão, GP Investimentos e Sadia são apontados como os mais próximos ao negócio.

Porém é improvável que a venda da Parmalat se dê sem antes uma reestruturação da Laep, permitindo-lhe não sofrer um completo esvaziamento com a venda de sua principal propriedade, e a um preço extremamente mais baixo que o pago recentemente pelos minoritários no IPO.

Lendo Meus Pensamentos

Link: Laep planeja venda de marcas, até mesmo a Parmalat

Alemanha: Allianz vende Dresdner para Commerzbank

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 07:38:00 AM

A seguradora alemã Allianz SE, a maior da Europa em capitalização de mercado, anunciou hoje a venda do Dresdner Bank AG para banco alemão Commerzbank AG, numa transação avaliada em 9,8 bilhões de euros, que marca um dos maiores movimentos na consolidação do sistema bancário alemão. O acordo será implementado em duas etapas e estará completo até o final de 2009, informou a Allianz.

O Commerzbank financiará a aquisição com a emissão de novas ações, algumas das quais serão vendidas no mercado e outras que serão dadas à Allianz, como parte do acordo. A aquisição, que combinará o segundo e o terceiro maiores bancos da Alemanha em ativos, criará um rival mais formidável para o Deutsche Bank AG. A Allianz disse que o Commerzbank pagará 2,5 bilhões de euros em dinheiro vivo na transação. Desta soma, 975 milhões de euros serão usados como um seguro de cobertura de ativos do Dresdner, e serão pagos apenas em 2018, se não forem usados na cobertura.

A Allianz afirmou que o acordo tem o potencial de economizar 5 bilhões de euros em sinergias, após a dedução dos custos de reestruturação.

Em outro comunicado, o Commerzbank informou que a sinergia total das operações ocorrerá em 2011, e que 2 bilhões de euros serão gastos na reestruturação em 2009. O Commerzbank também afirmou que a fusão levará à eliminação de 9 mil dos 67 mil empregos que os dois bancos têm no momento. Cerca de 2,5 mil desses empregos serão cortados fora da Alemanha, informou o Commerzbank, acrescentando que 70% dos cargos afetados relacionam-se à controladoria, 'investing banking' e produção.

O Dresdner Bank já eliminou 17 mil empregos desde 2001. A Allianz comprou o Dresdner Bank por 24 bilhões de euros em 2001.

Estado

Link: Alemanha: Allianz vende Dresdner para Commerzbank

Azul oferece à Embraer um assento na primeira classe

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 07:07:00 AM

David Neeleman enxerga na Embraer bem mais do que uma fornecedora de aeronaves. O empresário norte-americano está tentando cooptar a indústria de São José dos Campos para o capital da Azul. Já teriam ocorrido três reuniões entre Neeleman e executivos da Embraer. A proposta envolve a venda gradativa de 15% das ações da companhia aérea ao longo dos próximos dois anos. A investida sobre a Embraer é mais um passo na estratégia de Neeleman de rechear o capital da Azul com investidores de pedigree, o que não deixa de ser uma forma de conferir mais credibilidade à empreitada. Já fazem parte deste vôo sócios do naipe de Julio Bozano, Armínio Fraga e Goldman Sachs.

Mas por que cargas d'água a Embraer, que nunca se associou diretamente a companhias de aviação, faria um looping estratégico, aterrissando na Azul? David Neeleman acredita ter uma isca razoável na mão. O empresário tem planos de montar outras companhias de aviação regional na América Latina, especialmente na Argentina e em países andinos. Ele assegurou à direção da Embraer cadeira cativa no fornecimento de aeronaves para suas futuras empresas.

Dentro da Embraer, o salto de fornecedor para sócio é visto com reservas, sobretudo diante do risco que envolve a criação da Azul. Ainda assim, a promessa de reserva de mercado feita por Neeleman é considerada atrativa. Em tempo: não é a primeira vez que a Embraer ensaia se associar a uma empresa aérea, prática mais comum entre seus concorrentes internacionais.

Durante o primeiro mandato de Lula, o governo chegou a costurar a participação da fabricante de aeronaves no projeto de fusão entre a Varig e a TAM.

Posteriormente, uma negociação similar envolvendo a Gol começou a taxiar na pista, mas os flaps foram rapidamente recolhidos.

Relatório Reservado

Link: Azul oferece à Embraer um assento na primeira classe

Fusões entre empresas brasileiras respondem por 74% dos negócios

Publicado por Gandalf às 9/01/2008 06:57:00 AM

A crise de crédito originada nos Estados Unidos e a conseqüente diminuição do apetite de investidores norte-americanos por compras de empresas fora do País modificaram a configuração do ranking de fusões e aquisições no Brasil ao longo do primeiro semestre do ano.

De acordo com dados divulgados ontem pela Associação Nacional dos Bancos de Investimento (Anbid), a desaceleração do número e volume de operações realizadas por esses investidores foi compensada pelo aumento dos negócios entre empresas brasileiras. No primeiro semestre, foram registradas 20 transações envolvendo companhias locais, que somaram R$ 14,4 bilhões. O montante representou 74% do volume total movimentado.

Em igual período do ano passado, fusões entre empresas do País representaram 50% do total das operações. "Isso demonstra a força do mercado local e a continuidade de um processo de consolidação e aumento de eficiência de diversos setores", afirma o coordenador da subcomissão de fusões e aquisições da Anbid, Filipe Pontual.

Na avaliação do executivo, a diminuição do ritmo de ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês), um dos principais sintomas da crise, ainda não teve reflexos na área de fusões e aquisições do Brasil.

"Claro que se houver a manutenção do cenário de baixo volume de captações, em algum momento diminuirá o dinheiro que as empresas têm disponível para compras", projeta. "Mas o que percebemos até agora é que o intenso movimento de IPOs dos últimos três anos tem dado força a operações de fusões e aquisições. Essas companhias já apresentavam em seus prospectos a intenção de crescimento através dessas operações", diz.

Essa movimentação pode ser percebida na destinação dos recursos das ofertas primárias ocorridas durante o semestre. Dos R$ 13 bilhões levantados pelas empresas, 40% foi destinado a aumento de participação acionária. O volume, entretanto, foi cerca de 20% inferior ao primeiro semestre do ano passado.

Além do aumento de transações entre empresas brasileiras, o mercado local também registrou no semestre uma maior diversificação dos investidores estrangeiros por empresas locais. Aproximadamente 80% do montante total movimentado por aquisições de estrangeiros nos primeiros seis meses é de dinheiro de investidores da Europa.

As aquisições de empresas brasileiras por companhias estrangeiras totalizaram R$ 3,9 bilhões no primeiro semestre. O volume eqüivale a 20% do total do período. No ano passado, o percentual foi de 35%. As empresas européias contribuíram com 56% do montante financeiro total. As companhias norte-americanas foram responsáveis por 32%.

Durante a primeira metade do ano, a Anbid contabilizou 39 operações de fusões e aquisições, reestruturações societárias e ofertas públicas de aquisição (OPAs). O número é 20% inferior ao do mesmo período do ano anterior. A retração foi ainda maior no volume financeiro movimentado, que caiu 31%, de R$ 35 bilhões no primeiro semestre do ano passado para R$ 24 bilhões neste ano. Ao final do ano passado, as operações finalizadas somaram R$ 117 bilhões.

Caso todas as transações em andamento sejam fechadas até o fim deste ano, o volume de operações e fusões deve atingir R$ 83 bilhões, o que representaria uma retração de 30%.

"Esse valor, porém, deve servir apenas de piso, pois podem ocorrer novas operações durante esses meses", exemplifica Pontual.

O ranking elaborado pela Anbid considera apenas negócios efetivamente realizados e cujo valor mínimo seja igual ou superior a R$ 20 milhões.

Gazeta Mercantil

Link: Fusões entre empresas brasileiras respondem por 74% dos negócios

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