Criado o ITAUNI, o maior banco do Brasil

Publicado por Odair às 11/03/2008 01:00:00 PM

Odair Gomes
Investidor Informado

A fusão entre Itaú e Unibanco cria o maior banco brasileiro por valor de seus ativos, totalizando US$ 324,04 bilhões,  25% maior que o Banco do Brasil e 45% maior que o Bradesco, o segundo e o terceiros no ranking por ativos.

Na América o banco será o 9° maior bancos em total de ativos e o 6° em valor de mercado, atingindo o valor de US$ 41,32 bilhões, contra US$ 34,16 bilhões do Bradesco e US$ 17,75 bilhões do Banco do Brasil.

O banco será o segundo em número de agências no Brasil com 4.800 agências e postos de atendimento (18% de toda a rede bancária do Brasil) e 14,5 milhões de contas correntes ativas.

O total de volume de crédito do banco representará 19% de todo o sistema brasileiro, e o total de depósito e recursos administrados 21%. Sendo R$ 90 bilhões em ativos de Private Bank.

O ITAUNI controlará ainda 17% do mercado de seguros e 24% do mercado de previdência no país.

O patrimônio líquido do ITAUNI (Itaú Unibanco Holding) será de aproximadamente R$ 51,7 bilhões, transformando-o no conglomerado financeiro de maior base de capital do Brasil.

Toda a negociação ainda depende da aprovação de acionistas em assembléia e do Banco Central.

Cyrela confirma recuo do setor e apresenta queda de 43% nas vendas

Publicado por Odair às 11/03/2008 12:14:00 PM

Com uma queda de 43% nas vendas, a líder Cyrela confirmou a desaceleração nas vendas das empresas de construção no terceiro trimestre. O ritmo acelerado que as companhias do setor tiveram no primeiro semestre do ano não foi mantido. A queda média das vendas contratadas de seis empresas que divulgaram prévia dos resultados é de 25% em relação aos três meses anteriores.

As vendas contratadas da Cyrela somaram R$ 697 milhões de julho a setembro, contra R$ 1,27 bilhão no trimestre anterior. Somadas com os parceiros, as vendas chegaram a R$ 1,1 bilhão, 45,4% abaixo dos R$ 1,940 bilhão registrados entre abril e junho. A velocidade de vendas ficou em 25%, em linha com Rossi (25%) e MRV (22%), mas abaixo da PDG (31%).

Das vendas anunciadas, 21% ficaram no segmento luxo, 26% no médio/alto, 18% no médio e 36% entre econômico e supereconômico, onde a companhia atua com a bandeira Living.

Relatório do Credit Suisse sobre a prévia de resultados da Cyrela afirma que os números também vieram cerca de 8% abaixo das previsões. "O quarto trimestre deve ser muito mais fraco. As companhias com grande exposição a alta renda tem um risco maior de desapontar na performance de vendas", escreveu o Marcelo Telles. "Pode haver uma nova revisão das projeções de lançamentos dessas empresas, incluindo a Cyrela."

Quando comparados ao terceiro trimestre do ano passado, os resultados são todos positivos - prova de que o setor avançou para um novo patamar -, mas, até agora, ninguém conseguiu ultrapassar as vendas do segundo trimestre. As vendas contratadas da PDG Realty, que tem participação em várias empresas, somaram R$ 448 milhões, queda de 5,10% sobre o trimestre anterior.

A MRV, tradicional no segmento econômico, apresentou vendas de R$ 480,7 milhões, uma queda de 11,6% nas vendas contratadas em comparação ao trimestre anterior. Na Rodobens, também voltada à baixa renda, as vendas foram de R$ 103 milhões, uma retração de 46% sobre o segundo trimestre.

A Klabin Segall, que atua nos segmentos médio e alto, teve recuo de 25,8% de um trimestre para outro nas vendas contratadas. A Rossi, com atuação mista, teve queda de 24,1% nas vendas exclusivas da companhia no período.

Valor

Link: Cyrela confirma recuo do setor e apresenta queda de 43% nas vendas

Bancos são autorizados a usar até 5% da poupança para financiar construção civil

Publicado por Odair às 11/03/2008 11:46:00 AM

O governo federal autorizou que os bancos de todo o país utilizem até 5% dos recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo para financiar a construção civil. “Essa é mais uma medida para garantir que o crédito chegue ao tomador final. Já adotamos medidas similares para os exportadores e para a agricultura”, justificou o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nélson Barbosa.

A Caixa Econômica Federal já anunciou que destinará R$ 3 bilhões para o setor. “São linhas que vão possibilitar ao setor ter tranqüilidade para realizar suas obras”, justificou a presidente da instituição, Maria Fernanda Ramos Coelho.

Até agora, os recursos da poupança podiam ser utilizados apenas para financiar compra de imóveis, até um limite de 65% do saldo da poupança. Com a medida, 5% poderá ser emprestado para as construtoras. Segundo a presidente da Caixa, este ano o banco está com uma captação recorde de poupança, o que permite uma margem de R$ 3 bi para a construção civil.

Os recursos da Caixa serão oferecidos em duas linhas de capital de giro. Uma das linhas delas se destinará à antecipação de até 20% do custo da obra. Durante a construção, o empreendedor pagará apenas juros – entre 10% e 11% ao ano - e atualização monetária. Depois de concluída a obra, terá um prazo de 24 meses para pagar o empréstimo.

“A grande vantagem para o mutuário é a segurança que ele tem. Ele está comprando um empreendimento com a segurança de que há recursos da Caixa financiando aquele empreendimento, ou seja, ele vai receber a casa dele no prazo que foi contratado com a construtora”, explicou Maria Fernanda.

A medida também deve evitar aumentos para os compradores, por parte das construtoras, sob o argumento da escassez de crédito. Segundo a presidente da Caixa, a linha estará disponível em todas as agências dentro de 10 dias.

Em uma segunda linha, a Caixa pretende trabalhar com antecipação de até 70% da carteira de recebíveis de empreendimentos já concluídos.

As linhas serão garantidas por um fundo de reserva, com 35% do total de R$ 3 bilhões destinados a operações de crédito. “É uma garantia extra que a União está proporcionando à Caixa Econômica, na forma de retenção temporária dos dividendos que são devidos à União, para diminuir o risco das operações neste momento de grande turbulência internacional”, explicou o secretário de Política Econômica. Tal fundo deve ser criado entre hoje e amanhã, por meio de medida provisória ou portaria ministerial.

No caso de outros bancos, Nélson Barbosa esclareceu que aqueles que têm captação ao custo de TR mais 6,17% ao ano poderão financiar capital de giro a taxas mais elevadas do que aquelas aplicadas pela Caixa. “É um incentivo importante, mas quero ressaltar que é uma opção da instituição. Achando isso lucrativo, ela o fará. Esperamos que esse incentivo seja suficiente para garantir que o crédito chegue à ponta”, ressaltou.

De acordo com o secretário de Política Econômica, novos setores poderão ser beneficiados com medidas semelhantes, quando necessário.

Agência Brasil

Link: Bancos são autorizados a usar até 5% da poupança para financiar construção civil

Panasonic vai recomprar a Sanyo

Publicado por Odair às 11/03/2008 11:13:00 AM

O gigante japonês da eletrônica e dos eletrodomésticos Panasonic concluiu um acordo de princípio com seu compatriota do mesmo setor Sanyo para a compra deste último, uma fusão que será anunciada no fim da semana, segundo a imprensa local nesta segunda-feira.

O plano prevê que a "Panasonic vai se tornar a primeira acionista da Sanyo pela oferta de compra e transformar este último em filial a partir de abril de 2009 (novo ano orçamentário)", escreveu na capa o jornal econômico Nikkei.

Desde sábado primeiro de novembro, os jornais japoneses falam desta possível fusão que, segundo o Nikkei, será anunciada conjuntamente em 7 de novembro pela Panasonic e pela Sanyo.

"Os presidentes das duas empresas se encontraram e fecharam um acordo de base", disse nesta segunda-feira o jornal.

Os grupos financeiros japoneses Sumitomo Mitsui Banking, Daiwa Securities SMBC e americano Goldman Sachs são atualmente os três maiores acionistas da Sanyo, desde que este último, quando estava em plena crise e em fase de reestruturação, vendeu-lhes ações preferenciais em 2006.

Se a Panasonic comprar estas ações preferenciais destes três grupos e transformá-los em ações comuns, passará a controlar 70% dos direitos de voto no conselho de administração da Sanyo, explicaram os jornais sem citar fontes.

Com a Sanyo, a Panasonic colocará em seu catálogo novos produtos e ampliará suas atividades a setores atualmente muito promissores, entre eles, em primeiro lugar, as células fotovoltaicas, uma das especialidades da Sanyo ao lado das pilhas de diversos tipos.

A Sanyo é também líder em baterias recarregáveis lítio-íon, carregadores de energias integradas em todos os recentes aparelhos digitais portáteis autônomos (note books, telefones celulares, leitores de música, máquinas fotográficas, etc) e promete um bom futuro (eletrônica, automóvel, indústria).

O faturamento anual acumulado dos dois grupos passará de 90 bilhões de euros, 80% vindos da Panasonic.

AFP

Link: Panasonic vai recomprar a Sanyo

Itaú e Unibanco anunciam fusão e criam maior grupo financeiro do Hemisfério Sul

Publicado por Gandalf às 11/03/2008 09:29:00 AM

A Itaúsa - empresa de participações do grupo Itaú - e o Unibanco anunciaram nesta segunda-feira que irão fundir as operações financeiras entre ambas, o que formará o maior banco privado do país.

"Os controladores da Itaúsa e da Unibanco Holdings comunicam ao mercado que assinaram nesta data contrato de associação visando à unificação das operações financeiras do Itaú e do Unibanco de modo a formar o maior conglomerado financeiro privado do Hemisfério Sul, cujo valor de mercado fará com que ele fique situado entre os 20 maiores do mundo. Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais", informaram as duas empresas em comunicado ao mercado.

Em comunicado, as instituições informaram que a fusão é resultado de 15 meses de negociação e de "uma forte identidade de valores e visão convergente de futuro".

A presidência do Conselho de Administração ficará a cargo de Pedro Moreira Salles e o Presidente Executivo será Roberto Egydio Setubal.

"Esta operação surge em momento de grandes mudanças e oportunidades no mundo, particularmente no setor financeiro. O novo banco consolida-se em um cenário que encontra o Brasil e o seu sistema financeiro em situação privilegiada, com enormes possibilidades de melhorar ainda mais a sua posição relativa no cenário global", informam.

Conforme as empresas, "nada muda operacionalmente neste momento" para os clientes do Itaú e do Unibanco. "Todos continuarão a utilizar normalmente os diferentes canais de atendimento, cheques, cartões e demais produtos e serviços."

Segundo o acordo firmado entre as duas partes, os acionistas do Unibanco migração para uma nova companhia que se chamará Itaú Unibanco Holding Financeira, cujo controle "será compartilhado, entre a Itaúsa e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada no âmbito da reorganização."

As ações ordinárias do Unibanco e da Unibanco Holdings serão substituídas por ações ordinárias da Itaú Unibanco Holding. Cada 1,1797 ação das duas empresas virará 1 ação da Itaú Unibanco Holding. Já cada 1,7391 ação Unit do Unibanco passará a valer 1 ação preferencial. Por sua vez, cada 3,4782 ações preferenciais do Unibanco e da Unibanco Holdings valerão 1 preferencial da nova empresa.

Folha

Link: Itaú e Unibanco anunciam fusão e criam maior grupo financeiro do Hemisfério Sul

Vale recua de pedido de aumento de preço para minério de ferro

Publicado por Gandalf às 11/03/2008 08:51:00 AM

A Vale voltou atrás em sua demanda por um aumento de 12 por cento nos preços para o minério de ferro este ano e concordou em pagar o frete para alguns de seus clientes chineses, disseram nesta segunda-feira duas fontes.

A companhia retirou o pedido "silenciosamente" após grandes siderúrgicas chinesas anunciarem cortes na produção para enfrentar uma queda no mercado de aço na China, afirmaram as fontes.

"A Vale acertou com uma série de siderúrgicas pagar o frete do Brasil para a China", disse uma das fontes, acrescentando que o acordo "informal" não inclui um cronograma.

A Vale tinha pedido que seus clientes asiáticos pagassem de 12 a 13 por cento a mais pelo minério de ferro sob os contratos de 2008, de modo a adequar seus preços aos pagos por siderúrgicas europeias.

Reuters

Link: Vale recua de pedido de aumento de preço para minério de ferro

Marcopolo pode parar produção russa

Publicado por Gandalf às 11/03/2008 08:20:00 AM

A turbulência financeira internacional pode levar a Marcopolo a paralisar temporariamente, nos três ou quatro primeiros meses de 2009, a produção de ônibus na Rússia, país onde instalou no ano passado uma joint venture com a fabricante local Ruspromauto. Segundo o diretor de relações com investidores da companhia, Carlos Zignani, a decisão será tomada em dezembro, quando os sócios farão uma nova avaliação dos desdobramentos da crise no mercado russo.

Por enquanto, a empresa suspendeu a compra de chassis e componentes naquele país e, até o fim do ano, usará apenas os estoques existentes. Mesmo assim, a previsão de 500 a 550 unidades produzidas e de receita de US$ 48 milhões na Rússia em 2008 estão mantidas. Já o cumprimento das projeções para 2009 (1 mil ônibus e receita de US$ 77 milhões) dependerá da análise de dezembro.

A Marcopolo tem operações também na Argentina, Colômbia, México, Portugal, África do Sul, Índia e uma fábrica de componentes na China. "Mas a Rússia é o único mercado em que atuamos que apresentou problema", disse. Para ele, além da "escassez muito forte" de crédito e da alta inflação, os fabricantes locais estão sendo prejudicados pela importação de grandes volumes de ônibus chineses.

Os efeitos da crise financeira global, entretanto, não foram suficientes para alterar a previsão de R$ 2,4 bilhões de receita líquida consolidada para este ano, ante R$ 2,1 bilhões em 2007, e de uma alta de 17,8 mil para 21 mil no volume de unidades produzidas, afirmou Zignani. "A carteira de encomendas já garante o cumprimento da meta e já há alguns pedidos para 2009, especialmente para exportações a partir do Brasil."

Para 2009, a expectativa é que a produção no Brasil repita as 13,44 mil unidades previstas para este ano, enquanto no exterior o volume pode crescer além dos 7,56 mil de 2008 - apesar dos problemas na Rússia - devido à maior competitividade proporcionada aos produtos pela desvalorização do real. Além disso, só a fábrica no Egito em associação com o fabricante local GB Auto, que entrará em operação em julho, deve fabricar 1,5 mil ônibus no exercício. No terceiro trimestre de 2008, a produção consolidada somou 6,11 mil unidades e, no acumulado até setembro, 16,34 mil.

De julho a setembro, a Marcopolo obteve receita líquida consolidada de R$ 679,1 milhões, com alta de 24,3%, sendo R$ 447,7 milhões no Brasil (crescimento de 30,1%) e R$ 231,4 milhões no exterior (expansão de R$ 14,3%). O lucro líquido, porém, caiu de R$ 33,9 milhões para R$ 25,9 milhões, devido ao resultado financeiro líquido negativo de R$ 28,6 milhões.

Segundo o diretor, as despesas financeiras foram provocadas pelas perdas contábeis de R$ 28,8 milhões causadas pela valorização do dólar nas operações com derivativos feitas como proteção cambial das carteiras de pedidos. Mas, segundo Zignani, as perdas serão revertidas na medida em que os produtos forem embarcados. Se o dólar ficar acima de R$ 1,91, que foi a taxa usada como referência, a recuperação se dará na margem bruta maior gerada pelo faturamento mais elevado em reais. Se ficar abaixo disso, a recuperação virá pela receita financeira. "As operações não são especulativas", disse.

Valor

Link: Marcopolo pode parar produção russa

Santander quer elevar fatia de mercado de 11% para 15% no Brasil

Publicado por Gandalf às 11/03/2008 08:00:00 AM

O Santander aposta no congelamento dos custos e em um crescimento anual de 15% nas receitas para ganhar espaço no mercado brasileiro. Em visita ao Brasil, o presidente mundial do banco espanhol, Emilio Botín, revelou a intenção do Santander de aumentar sua fatia no mercado nacional dos atuais 11% para, pelo menos, algo em torno de 15%.

Além disso, o executivo se comprometeu a melhorar os resultados do banco no Brasil, mercado que representa hoje 20% dos lucros totais a instituição. De acordo com Botín, o lucro líquido das operações brasileiras deve somar R$ 4,8 bilhões neste ano. Para o ano que vem a meta é que atinja R$ 6,1 bilhões, chegando a R$ 7,9 bilhões em 2010.

Além de manter os custos estritamente controlados, o banco espera se beneficiar, nos próximos anos, de R$ 2,7 bilhões em sinergias referentes à incorporação do Banco Real. A idéia é que o processo de integração das operações siga ocorrendo em etapas até o final de 2010, quando é esperada a unificação das redes e das marcas dos dois bancos.

Nesse intervalo, o Santander deverá investir cerca de R$ 2,56 bilhões no país, boa parte em tecnologia da informação, segundo revelou o presidente da instituição no Brasil, Fabio Barbosa.

De seu lado, Botín demonstrou bastante entusiasmo com a operação brasileira, dizendo ser prioritária para a estratégia internacional do banco. "O Brasil é o presente e o futuro da América Latina, um país que não fez mais que começar a ocupar a posição que lhe corresponde na economia mundial", afirmou o executivo.

A seu ver, o Brasil "está em uma situação privilegiada" no contexto da crise financeira internacional, tendo sido um dos últimos países afetados pela turbulência. Além da estabilidade econômica, o presidente do Santander destacou o crescimento da classe média brasileira, a qualidade do sistema financeiro e até as descobertas de petróleo na camada pré-sal.

A estimativa do banco para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2009 é de um crescimento de 3,5%. Para os Estados Unidos, onde também tem operações, a projeção beira a estagnação, com crescimento de apenas 0,1%.

Valor

Link: Santander quer elevar fatia de mercado de 11% para 15% no Brasil

Drawback pode incluir produtos primários

Publicado por Gandalf às 11/03/2008 07:45:00 AM

O governo estuda incluir produtos primários, como grãos e carnes, na política de "drawback verde-amarelo", que permite o desconto de impostos federais pagos na compra, no mercado interno, de matérias-primas e componentes de mercadorias vendidas ao exterior. A regra atual vale apenas para os produtos industriais.

A medida aumentaria a competitividade ao setor agrícola, um dos grandes responsáveis pelas exportações do País, que tem sido afetado pela falta de crédito resultante da crise financeira internacional.

Estado

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