Notícias mais lidas em Novembro de 2008 no Investidor Informado (1ª a 5ª)

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 03:39:00 PM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gandalf Wizard
Investidor Informado

Nestlé em negociação com a Sadia

As ações da Sadia (SDIA4) tiveram forte valorização nos últimos dias em razão de uma declaração do presidente da Nestlé do Brasil, Ivan Zurita, que declarou que a Nestlé anunciará uma aquisição nos próximos 30 dias. Boatos anteriores já davam conta que a Sadia estaria em negociação com a Nestlé. A Sadia não quis comentar as declarações, que classificou como boatos de mercado. Ontem a Sadia teve alta de mais de 15% com as reações do mercado a uma possível venda da empresa, em comparação com quedas de suas similares no mercado como Perdigão, Marfrig, JBS e Minerva...

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Cosan pode comprar o grupo NovAmérica, dono do açúcar União

O grupo Nova América, líder no varejo de açúcar no Brasil e dono da marca União, está à venda. O mandato foi entregue ao Banco Itaú. O principal candidato à aquisição é a Cosan, que já teria, inclusive, iniciado uma due dilligence. A princípio, os controladores da Nova América querem se desfazer de 51% do capital, permanecendo como minoritários. No entanto, a possibilidade de venda integral da empresa não está descartada...

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Abyara quer novo sócio para manter ritmo de expansão

Depois de assinar uma carta de intenções para a venda de sua divisão de corretagem imobiliária para BR Brokers, a Abyara busca agora um novo sócio ou investidor financeiro. A companhia, que recusou recentemente uma oferta da Cyrela para vender sua área de incorporação, quer reforçar o caixa para conseguir construir os cerca de R$ 10 bilhões em novos imóveis que pretende lançar nos próximos três anos. Os acionistas ainda não definiram que parcela da companhia estão dispostos a colocar à venda, mas a expectativa é de que entre 20% e 30% das ações devam ser negociadas. Pelo valor de mercado das ações comercializadas ontem, a Abyara vale R$ 943,8 milhões...

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BB negocia compra do Banco Votorantim

Braço financeiro do conglomerado da família Ermírio de Moraes, o Banco Votorantim pode ser comprado pelo Banco do Brasil. As negociações estariam adiantadas, e o resultado pode ser conhecido nos próximos dias. O Banco Votorantim está sendo assessorado pela consultoria Boston Consulting Group. Já o Banco do Brasil é assessorado pelo banco de investimentos UBS Pactual...

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Criado o ITAUNI, o maior banco do Brasil

A fusão entre Itaú e Unibanco cria o maior banco brasileiro por valor de seus ativos, totalizando US$ 324,04 bilhões,  25% maior que o Banco do Brasil e 45% maior que o Bradesco, o segundo e o terceiros no ranking por ativos. Na América o banco será o 9° maior bancos em total de ativos e o 6° em valor de mercado, atingindo o valor de US$ 41,32 bilhões, contra US$ 34,16 bilhões do Bradesco e US$ 17,75 bilhões do Banco do Brasil...

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O etanol virou problema

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 11:32:00 AM

Os produtores brasileiros de açúcar e álcool viveram uma espécie de montanha-russa nos últimos anos. Até o fim da década de 90, o setor era visto como um fiel retrato do Brasil arcaico - aquele que não respeita leis trabalhistas e vive à custa de benesses estatais. De repente, a montanha-russa começou a subir. O etanol entrou na moda no mundo todo e o setor saiu do atraso para a vanguarda do capitalismo, em sua busca por combustíveis renováveis para substituir o poluidor e finito petróleo. Grandes grupos brasileiros se capitalizaram na bolsa de valores. Investidores internacionais desembarcaram aos montes anunciando a compra e a construção de novas usinas. Entre eles estavam fundos especializados em tecnologia do Vale do Silício e o investidor George Soros. Os investimentos em novas unidades cresceram de 2,2 bilhões de reais na safra 2005/2006 para 7,2 bilhões de reais na safra 2008/2009. A expectativa era que esse número seguisse em sua trajetória ascendente nos anos seguintes. Mas a crise financeira mundial chegou, atingindo em cheio os produtores de álcool brasileiros - e a montanha-russa do setor inicia agora o que muitos temem ser uma vertiginosa descida.

O principal vetor do impacto da crise é a falta de crédito. Primeiro, porque o dinheiro disponível para ampliação e construção de usinas evaporou. Dos 136 projetos de novas usinas previstos para ser implantados no Brasil até 2014, cerca de 40, ou 30%, já foram postergados ou cancelados. Dos 32,6 bilhões de reais que seriam usados na construção desses novos empreendimentos, 8,2 bilhões de reais deixarão de ser investidos. Maior fabricante de equipamentos para usinas de açúcar e etanol do país, a Dedini chegou a ter 210 projetos em consulta no final de 2007. Se virassem pedidos firmes, esses projetos criariam uma fila de espera até 2015. Hoje, apenas 50 usinas estão em análise. "Tinha muita gente embalada por um sonho", diz Sérgio Leme dos Santos, vice-presidente executivo da Dedini. "Mas a realidade não é tão cor-de-rosa assim." Além da falta de recursos para investir, há um problema mais imediato - e muito mais agudo. Os bancos estão travando o financiamento do capital de giro das usinas, o que pode sufocá-las. Localizada em Sertãozinho, no interior de São Paulo, a tradicional usina Albertina recorreu recentemente à recuperação judicial para evitar que seus credores pedissem a falência da companhia. A Albertina tem uma dívida estimada em 100 milhões de dólares, mais de 50% com vencimento previsto para os próximos 12 meses. O grupo Naoum, de Goiás, também ingressou com um pedido de recuperação judicial para evitar a paralisação de suas três usinas - Santa Helena, Jaciara e Pantanal, que faturam mais de 300 milhões de reais por ano.

Talvez a principal conseqüência da crise financeira atual seja a demonstração de que o setor tinha pouca solidez - e de que essa fraqueza era ocultada no período de abundância de recursos. Os custos de produção, por exemplo, vêm crescendo a uma velocidade preocupante. Nos últimos 18 meses, custos básicos como mão-de-obra, frete, fertilizantes e outros insumos subiram 25%. Se a demanda de açúcar e álcool viesse crescendo a um ritmo semelhante, não haveria problema: os produtores simplesmente repassariam o aumento de custos para seus compradores. Mas isso se provou impossível. Em razão dos altos investimentos dos últimos anos, o setor tem hoje um excesso de capacidade. Ou seja, produz mais que a demanda dos mercados local e internacional. Estima-se que, na safra 2008/2009, sejam produzidos 27 bilhões de litros de etanol no país. A demanda global não vai passar de 25 bilhões de litros. "Desde o início do ano, algumas empresas vendem etanol abaixo do custo para fazer caixa e garantir a expansão", diz André Rocha, presidente do Sindicato da Indústria de Fabricação de Álcool de Goiás (Sifaeg). "Com a crise, a situação das usinas ficou ainda mais frágil."
A combinação de dificuldades resulta num cenário desafiador até mesmo para os principais grupos do país. A Santelisa Vale, terceira maior empresa do setor, vive um momento crítico. Chefiada pelo empresário André Biagi, a Santelisa era um exemplo da nova fase do mercado sucroalcooleiro local. A empresa, resultado da fusão da usina Santa Elisa com a Vale do Rosário, recebeu investimento de gigantes como o banco de investimento americano Goldman Sachs e o fundo Riverstone. Em 2007, foi a melhor e mais rentável companhia do setor. Há, porém, um problema: a Santelisa carrega uma dívida pesada demais. Segundo EXAME apurou, essa dívida é estimada em 2 bilhões de reais. Boa parte se deve ao empréstimo de 1,3 bilhão de reais feito pelo BBI, braço de investimentos do Bradesco, para concretizar a fusão entre Santelisa e Vale do Rosário em fevereiro de 2007. Um débito de cerca de 300 milhões de dólares foi originado em contratos de operações cambiais.

A dívida da Santelisa equivale a um ano de seu faturamento, estimado em 1,8 bilhão de reais por ano. Em razão do custo dessa dívida, a companhia tem negociado com os fornecedores de cana-de-açúcar o pagamento de metade do que deve à vista e o restante em 30 dias. A empresa chegou a colocar 14 terrenos à venda para fazer caixa. Segundo EXAME apurou, a Santelisa ainda estuda demitir 20% dos funcionários para diminuir a folha de pagamentos em 12%. No final de 2008, estima-se que a Santelisa vá registrar um prejuízo de 800 milhões de reais. "A situação é crítica", diz um executivo familiarizado com os números da empresa. Recentemente, a Santelisa contratou a consultoria Angra Partners, especializada em reestruturações corporativas. O objetivo da Angra Partners é renegociar as dívidas do grupo e procurar um sócio para fazer uma injeção de capital. A venda da empresa não é descartada. O problema, porém, é que o valor de mercado de companhias do setor está em suas mínimas históricas - e seria praticamente impossível pagar a dívida de 2 bilhões de reais, mesmo com a venda do negócio. Procurados, os donos da Santelisa Vale não quiseram dar entrevista. (Em nota enviada à redação, a Santelisa nega que estuda fazer demissões e informa que mantém seus projetos e continua confiante no sucesso de seus negócios.)

Apesar da crise atual, o etanol brasileiro ainda é extremamente competitivo. Nem mesmo a abrupta queda recente no preço do petróleo é capaz de torná-lo necessariamente deficitário. Estima-se que o etanol brasileiro seja competitivo mundialmente com o barril de petróleo cotado a pelo menos 40 dólares. No fim de novembro, o barril custava cerca de 50 dólares no mercado internacional. No mercado local, responsável por cerca de 85% das vendas do etanol brasileiro, a situação é menos complexa. Como o governo tabela o preço dos combustíveis, o álcool e a gasolina mantiveram nos últimos anos uma proporção de preço que fez do etanol uma opção mais econômica para o consumidor. Hoje, o etanol responde por 51% de todo o combustível comercializado no Brasil. E mais de 90% dos veículos novos vendidos no país têm motor flex - o equivalente a 2,5 milhões de unidades por ano. Caso o governo permita a diminuição do preço da gasolina, porém, o risco para o etanol aumenta. Como o rendimento do álcool é cerca de 30% inferior, o etanol só é viável se seu preço for equivalente a, no máximo, 70% do valor da gasolina.

A indústria sucroalcooleira é altamente fragmentada no Brasil. Existem mais de 150 grupos usineiros no país, e pelo menos 90% deles são controlados por famílias. Os dez maiores grupos detêm, juntos, aproximadamente 35% do mercado. Os analistas esperam, há anos, que um processo de consolidação diminua o número de empresas - mas, como os anos eram de euforia, os preços cobrados pelos empresários sondados eram altos demais, o que diminuiu o ímpeto de grupos internacionais. A atual mudança de cenário, porém, colocará enorme pressão em grupos menos sólidos. "Com as empresas altamente endividadas, abre-se uma brecha para a entrada de novos participantes", diz o economista Guilherme Nastari, diretor de novos projetos da consultoria Datagro, especializada em agronegócio. A oportunidade parece mais tentadora para grandes grupos estrangeiros. Empresas como Bunge, Cargill e ADM já tinham tentado estrear ou ampliar sua participação no setor em 2007, mas desistiram por considerar os preços muito elevados. Agora, a situação mudou. Um dos primeiros movimentos das gigantes internacionais pode ser a compra do grupo Nova América, um dos maiores do setor, que fatura 1,5 bilhão de reais por ano. Bunge e Cargill estão na disputa. Com maior fôlego financeiro, empresas como essas podem se dar ao luxo de olhar para o longo prazo - e, infelizmente, é no longo prazo que as perspectivas para o etanol brasileiro são mais promissoras.

Exame

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Petrobras descobre mais gás na Bacia do ES

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 11:22:00 AM

A Petrobras notificou a Agência Nacional de Petróleo (ANP) na noite de segunda-feira sobre uma descoberta de gás na Bacia do Espírito Santo, de acordo com informações do site da ANP.

Em um informe de rotina à ANP, a Petrobras afirmou que descobriu sinais de gás no bloco BM-ES-5, na Bacia do Espírito Santo. A descoberta foi feita em alto mar, a uma profundidade de 60 metros, de acordo com a ANP. Além disso, a Petrobras notificou o órgão regulador que descobriu sinais de petróleo no bloco BT-POT-9, em terra, na Bacia Potiguar.

Companhias de petróleo que operam no Brasil devem informar a ANP sobre indícios de petróleo, gás ou hidrocarbonetos em qualquer poço de exploração dentro de 72 horas. As notificações são rotineiras e não indicam viabilidade comercial. As informações são da Dow Jones.

Estado

Link: Petrobras descobre sinais de gás na Bacia do ES

Bolsas da Alemanha e dos EUA planejam fusão, diz revista

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 11:00:00 AM

A operadora alemã de bolsa de valores Deutsche Boerse e sua contraparte em Nova York NYSE Euronext planejam se fundir para criar o maior mercado de ações do mundo, de acordo com uma revista alemã. A notícia, da respeitada revista semanal Der Spiegel, divulgada antes de sua publicação na segunda-feira, vem dois dias antes da reunião da diretoria de supervisão da bolsa alemã.

A nova entidade se tornará a maior sociedade mercantil de securitização e derivativos do mundo em um período de turbulência sem precedentes para provedores e consumidores de serviços financeiros. "Uma fusão faria sentido. Eles poderiam operar mais globalmente com maior liquidez", afirmou o analista Wolfgang Gerke.

Deutsche Boerse e NYSE Euronext criariam uma empresa na Holanda, a qual então faria uma oferta aos acionistas da Deutsche Boerse, disse a revista. Em um segundo passo, NYSE se fundiria com uma unidade norte-americana da entidade holandesa, disse a Der Spiegel, citando como fonte um "relatório interno" que ela disse ter sido apresentado pelo presidente-executivo da Deutsche Boerse, Reto Francioni, para a gerência do grupo.

"Não temos nada a anunciar e, como política geral, não comentamos especulações", afirmou Deutsche Boerse em comunicado. A instituição informou estar "constantemente avaliando uma grande variedade de opções para aumentar o valor da companhia. Isso inclui contatos frequentes com quase todos os grandes participantes." Representantes da NYSE Euronext em Nova York não puderam ser contatados imediatamente para comentar o assunto.

Reuters

Link: Bolsas da Alemanha e dos EUA planejam fusão, diz revista

Chrysler começa a se articular para possível moratória

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 10:36:00 AM

A montadora americana Chrysler contratou, há várias semanas, os serviços de uma firma legal especializada em suspensão de pagamentos, assegura hoje o "Wall Street Journal" em seu site.

Se confirmada a informação, a contratação da Jones Day seria o sinal mais claro até o momento de que Chrysler estaria planejando a moratória caso não consiga a ajuda econômica pedida ao governo americano.

Jones Day é um destacado escritório de advogados com representações em várias cidades de América do Norte, Europa e Ásia.

Desde 2006, Jones Day foi a firma encarregada de representar a fabricante de peças para o setor do automóvel Dana Corporation, durante sua moratória e reorganização.

O presidente da Chrysler, Bob Nardelli, afirmou hoje durante seu comparecimento no Congresso americano que solicitou ajuda financeira ao fundo de investimentos Cerberus, que possui 80,1% da companhia, mas que não conseguiu dinheiro suficiente para sair da crise.

As "Três Grandes de Detroit", GM (General Motors), Ford e Chrysler, pediram de novo esta semana ao Congresso dos EUA cerca de US$ 34 bilhões em empréstimos e linhas de crédito para evitar a quebra e continuar seus planos de reforma.

EFE

Link: Chrysler começa a se articular para possível moratória

Braskem: proposta para cancelamento das ações em tesouraria

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 09:38:00 AM

O Conselho de Administração da Braskem manifestou favorável em relação a proposta de cancelamento das 16.850.657 ações retidas em tesouraria, sendo 6.251.744 ordinárias, 10.389.665 preferenciais classe A e 209.248 Preferenciais classe B . Desse montante. No entanto, tal proposta está sujeita a aprovação em Assembléia Geral Extraordinária a ser realizada em 22 de dezembro de 2008.

Caso seja aprovado o cancelamento das ações, o capital social da Braskem não será alterado e o numero total de ações passará a ser de 507.540.997 ações, sendo 190.462.446 ordinárias, 316.484.733 PNA e 593.818 PNB.

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Maior companhia aérea chinesa suspende vôos devido à crise

Publicado por Gandalf às 12/07/2008 09:29:00 AM

A maior companhia aérea privada da China, a Ok Air, que passa por dificuldades em conseqüência da crise financeira, suspendeu todos os vôos de passageiros por um período de um mês, dez dias antes do previsto, anunciou neste sábado a agência Xinhua.

O presidente da empresa, Wang Junjin, já havia anunciado antes a decisão de suspender o serviço de passageiros durante um mês a partir de 15 de dezembro.

A Ok Air, que opera 20 rotas em todo o país, além de seu serviço de carga, se tornou a primeira companhia aérea privada da China em 2005. Conta com uma frota de 11 aviões e emprega 800 pessoas na divisão de transporte de passageiros.

AFP

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