Cosan registra prejuízo de R$ 380,7 milhões no trimestre

Publicado por Gandalf às 12/13/2008 12:11:00 PM

A Cosan Indústria e Comércio (CSAN3) informou que seu prejuízo líquido no segundo trimestre fiscal de 2009 foi de R$ 380,7 milhões, ante um lucro líquido de R$ 15,2 milhões no mesmo período de 2008.

No segundo trimestre fiscal de 2009, a receita operacional líquida da companhia foi de R$ 715,1 milhões, aumento de 14%. O Ebitda da Cosan subiu 130,9% no segundo trimestre fiscal de 2009, para R$ 175,3 milhões, e a margem Ebitda aumentou 12,4 pontos percentuais, para 24,5%.

No segundo trimestre fiscal, o volume de vendas de etanol caiu 7,8%, e o de açúcar reduziu 10,2% em relação ao mesmo período fiscal de 2008.

Link: Cosan registra prejuízo líquido de R$ 380,7 mi no 2t09

Governo decide garantir a operação de banco pequeno

Publicado por Gandalf às 12/13/2008 12:11:00 PM

O Banco Central anunciará nos próximos dias novas medidas para socorrer bancos pequenos e elevar o crédito. Empréstimos às instituições menores devem passar a ter garantia do Fundo Garantidor de Créditos, informam Guilherme Barros e Vinicius Torres Freire. Criado em 1995, no governo Fernando Henrique Cardoso, o FGC é financiado por contribuições dos bancos e existe para cobrir depósitos.

O Banco Central vai anunciar nos próximos dias novas medidas para ajudar a prover de mais liquidez os bancos pequenos e médios. O objetivo é aumentar a circulação do crédito.

De acordo com o que a Folha apurou, os empréstimos para os pequenos bancos devem passar a ser garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Outra idéia em discussão é de as perdas derivadas de inadimplências das carteiras de crédito compradas pelos bancos maiores passarem a ser garantidas pelo FGC.

Apesar de os estudos já estarem bem avançados, o formato definitivo da medida ainda não foi concluído. Técnicos do BC têm se reunido com representantes dos bancos pequenos para discutir as medidas.

Na semana que vem, o Conselho Monetário Nacional (CMN), formado pelos ministros Guido Mantega (Fazenda), Henrique Meirelles (Banco Central) e Paulo Bernardo (Planejamento), deve aprovar a norma que permitirá o emprego dos recursos do fundo para a cobertura da eventual inadimplência ou insolvência de bancos menores. É mais uma iniciativa do governo com o objetivo de fazer circular o dinheiro de grandes bancos para os menores, e daí para negócios de varejo, como carros usados, e pequenas e médias empresas.

O FGC é uma entidade privada, sem fins lucrativos, financiada por contribuições das instituições financeiras. Em caso de quebra de bancos, cobre depósitos de até R$ 60 mil por correntista. Isto é, os clientes de varejo podem sacar até esse limite em caso de liquidação ou quebra de seu banco. O fundo foi criado por resolução do CMN em meio à crise bancária de 1995, no primeiro ano do governo de Fernando Henrique Cardoso.

O objetivo do governo é diminuir a relutância dos grandes bancos em financiar seus pares menores, que atuam em negócios como o de financiamento da compra de veículos usados, crédito consignado e de empréstimos de curto prazo a pequenas empresas.

A asfixia de crédito para os bancos menores prejudicou empréstimos para operações cotidianas de empresas e limitou o financiamento para a compra de veículos usados. A baixa nesse mercado limita a troca de veículos usados por novos e atinge as montadoras, objeto de várias medidas de socorro dos governos.

Pelo menos desde setembro, devido à crise mundial, a algumas medidas tomadas pelo governo que ainda visavam conter a expansão do crédito, à redução de empréstimos externos para o Brasil e ao aumento da aversão a risco dos grandes bancos, as instituições financeiras menores viram reduzido seu acesso a fundos ou passaram a pagar juros elevados.
Bancos menores e associações de pequenas empresas têm solicitado ao governo a extensão da cobertura do FGC para operações entre bancos.

O economista Gustavo Franco, presidente do BC no governo FHC, recentemente defendeu a medida como um modo de minorar a crise - "estender alguma forma de garantia temporária ao interbancário, possivelmente envolvendo o FGC".
O FGC dispõe hoje de quase R$ 17 bilhões. Os bancos contribuem com 0,0125% mensal sobre as captações que são cobertas pelo seguro de depósitos. Na década seguinte à criação do FGC, 25 instituições foram liquidadas pelo BC. Os depósitos dos correntistas menores foram garantidos pelo fundo, que cobre depósitos à vista, de conta corrente de investimentos, poupança, entre outros.

Desde 2004, o FGC foi autorizado também a comprar carteiras de crédito de instituições financeiras. Com a quebra do Banco Santos, naquele ano, os grandes bancos também relutavam a financiar instituições menores.

O FGC serviu então de fonte estepe de fundos para os pequenos bancos, como voltou a fazê-lo recentemente, investindo em algumas carteiras de crédito (comprando o direito de receber os empréstimos dos bancos pequenos a seus clientes, por exemplo). Ou seja, o FGC assumiu um risco que os bancos recusavam.

Em outubro deste ano, durante a seca aguda de crédito, o Banco Central autorizou a formação de um fundo extra de até R$ 6 bilhões no FGC a fim de socorrer instituições de pequeno porte. Os bancos que antecipassem suas contribuições a este fundo excepcional poderiam descontar o equivalente no total que devem recolher ao BC na forma de depósito compulsório. Com o dinheiro do fundo extra, o FGC poderia comprar títulos de bancos menores (isto é, emprestar a tais instituições). O custo de tais empréstimos, porém, era alto: taxa Selic (13,75%) mais 4% ao ano. De resto, as medidas oficiais não bastaram para reduzir a cautela de grandes bancos, e parte importante do dinheiro permaneceu estacionado em títulos da dívida pública.

Folha

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O tigre da Cosan ficou mais caro

Publicado por Gandalf às 12/13/2008 10:20:00 AM

Desde o primeiro dia de dezembro, a Cosan tem um novo símbolo: o tigre da distribuidora de combustíveis Esso, comprado da ExxonMobil. Com a finalização do negócio, anunciado em abril, a Cosan passa a ter braços em toda a cadeia de combustíveis, do plantio da cana à entrega do álcool ao varejo. O problema é que o negócio saiu mais caro que a encomenda.

Em sete meses, a cotação do dólar cresceu 30%. E o valor da transação, que foi reduzido em dólares, acabou ficando maior em reais. O preço final ficou em US$ 715 milhões, mais dívidas de US$ 175 milhões. De R$ 1,73 bilhão, virou R$ 2,0 bilhões. Em setembro, a companhia havia feito um aumento de capital de R$ 880 milhões com a emissão de 55 milhões de ações ordinárias e um empréstimo de US$ 1,5 bilhão com Bradesco e Calyon Brasil para os planos de expansão e pagamento da aquisição da Esso.

Essa virada econômica poderia não causar tantos problemas se as perspectivas setoriais fossem animadoras. Porém, o setor sucroalcooleiro tem margens apertadas, os preços estão em queda e a demanda está recuando com a retração do consumo global. "A distribuição tem margens baixas e a rentabilidade do álcool historicamente depende dos incentivos do governo", diz Peter Ho, analista da Planner Corretora, que recomenda a venda do papel. "Por todos esses fatores, essa operação ficou cara para a Cosan." O valor da empresa na bolsa caiu mais de R$ 5 bilhões em cinco meses.

Istoé

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Geração Futuro é a maior acionista de ações preferenciais da Usiminas depois do bloco controlador

Publicado por Gandalf às 12/13/2008 10:02:00 AM

Os fundos, clubes e carteiras de investimento sob a gestão da Geração Futuro aumentaram sua participação acionária na Usiminas, passando a deter 5,01% das ações preferenciais da companhia, equivalentes a 2,51% do seu capital total. Tal participação qualifica a Geração Futuro, de acordo com informações obtidas junto à Usiminas, como a maior acionista de ações preferenciais da companhia.

O fato foi comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no dia 10 (quarta-feira),, conforme determina o artigo 12 da Instrução CVM nº 358/02, e também à Usiminas, esclarecendo que tais aquisições têm como objetivo constituir investimento de portfólio, sem qualquer intenção dos adquirentes de alterar a composição do controle ou interferir na estrutura administrativa da referida companhia, conforme explicou um dos diretores e sócio da instituição, responsável pela gestão de recursos, Edmundo Valadão Cardoso. Segundo ele, “é gratificante alcançar essa posição na maior siderúrgica de aços planos da América Latina e uma das mais eficientes do mundo”. O vice-presidente de finanças, relações com investidores e tecnologia da informação da Usiminas, Paulo Penido Pinto Marques, comentou: “É com muita satisfação que recebemos o voto de confiança na Usiminas. Vamos continuar trabalhando para gerar valor para nossos acionistas”.

Os fundos de investimento administrados pela Geração Futuro são acionistas relevantes no capital das companhias em que investem. Atualmente, integram o portfólio de investimento, além da Usiminas, a Petrobras, Forjas Taurus, Votorantim Celulose e Papel, Gerdau, Vale do Rio Doce, Plascar, Weg, Randon e Guararapes.

A Geração Futuro administra um total de R$ 3,7 bilhões em ativos, de um total de 68,5 mil clientes investidores, em todo o Brasil.

Portal Fator

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Anac pode vetar cia aérea em concessão de aeroportos

Publicado por Gandalf às 12/13/2008 09:09:00 AM

A participação de companhias aéreas no processo de concessão de aeroportos poderá ser vetada, informou nesta manhã a presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Solange Paiva Vieira. A TAM e a Azul Linhas Aéreas já demonstraram interesse em investir em terminais próprios nos principais aeroportos do País, a exemplo do que fazem companhias aéreas americanas, como a JetBlue, fundada pelo presidente do Conselho de Administração da Azul, David Neelman.

"A gente teve uma consultoria em parceria com o Banco Mundial que fez um seminário. No evento foi colocado que eles não viam com bons olhos os países que tinham baixa competitividade no setor aéreo e permitiam que as companhias fossem compradoras ou detentoras da gestão dos aeroportos. Essa posição está sendo levada em consideração", afirmou Solange, que participou nesta manhã da abertura do "Seminário internacional sobre concessão de aeroportos". A Anac está elaborando o modelo de concessão dos aeroportos, que deverá ser concluído no segundo semestre do ano que vem.

Estado

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