Brascan Residential Properties fará aumento de capital de R$ 200 mi

Publicado por Odair às 1/15/2009 11:01:00 PM

A Brascan Residential Properties (BRP) informou hoje que seu conselho de administração aprovou um aumento de capital no valor de R$ 200 milhões, com emissão de 100 milhões de novas ações ordinárias. Os acionistas controladores da empresa vão subscrever a parte que lhes cabe na operação. Fora isso, a acionista Brascan Brasil Ltda. se comprometeu a comprar os papéis restantes que não forem adquiridos pelos minoritários.

Segundo foi definido pelo conselho, os acionistas da empresa poderão subscrever as ações por R$ 2,00 o papel, na proporção em que participem da empresa. O valor foi definido tendo como base a média das cotações dos últimos 30 pregões na Bovespa, com um deságio de 12%.

As ações passam a ser negociadas ex-direito de subscrição a partir de amanhã, dia 16. Segundo a BRP, a operação "tem por objetivo fortalecer a estrutura de capital da companhia, com o aperfeiçoamento dos seus índices financeiros".

Valor

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Cosan prepara aquisição de terras e usinas

Publicado por Odair às 1/15/2009 11:49:00 AM

O grupo Cosan, maior processador individual de cana do mundo, está prestes a concluir a primeira aquisição de terras por meio de sua empresa de investimentos imobiliários rurais, a Radar. A companhia sucroalcooleira, que nesta safra 2008/09 bateu novo recorde de produção (ver matéria abaixo), também analisa a compra de usinas.

Criada em agosto do ano passado, a Radar é uma empresa do grupo em parceria com um fundo de investimentos americano para a aquisições de áreas agrícolas. O interesse da Cosan em terras surgiu quando a empresa decidiu fazer investimentos em projetos "greenfield" (construção a partir do zero) em Goiás, há cerca de dois anos, e percebeu que o mercado de terras agrícolas estava superaquecido. A primeira aquisição da Radar deverá ser em São Paulo, na região central do Estado, de uma propriedade de quase 20 mil hectares.

As aquisições de usinas em operação ("brownfield") também estão na mira da gigante. O grupo analisa um leque de dez unidades no momento, mas nada ainda foi fechado. Em entrevista ao Valor, Pedro Mizutani, vice-presidente geral do grupo, disse que a Cosan estuda boas oportunidades de negócios, uma vez que os preços dos ativos (usinas) caíram nos últimos meses com a crise financeira global.

"O grupo criou uma divisão de M&A [fusões e aquisições] para analisar oportunidades de negócios", afirmou Mizutani. A decisão de criar esse departamento específico para essas operações foi tomada no segundo semestre do ano passado, quando o grupo estava em processo de conclusão para a compra da Esso.

"Estamos analisando várias propostas, mas não podemos comprar simplesmente por comprar", afirmou Mizutani. Segundo ele, há estudos para usinas em São Paulo, maior produtor do país, e fora do Estado, como em Minas Gerais e Goiás, por exemplo. "Apesar da logística ser mais cara fora de São Paulo, os incentivos fiscais desses Estados são mais atraentes". Entre as oportunidades em análise pela companhia está uma possível parceria com o grupo Nova América, que está em busca de um sócio.

Entre decidir comprar uma usina e concluir o negócio, Mizutani explicou que a negociação dura pelo menos 90 dias. Fora do Brasil, o grupo também analisa aquisições, sobretudo no Caribe, México e nos EUA. "Estamos de olho no mercado americano de álcool. Mas ainda não há nada fechado nesse sentido." As aquisições fora do país e as parcerias com empresas estrangeiras em unidades no Brasil estão em "stand-by" por conta da crise, de acordo com Mizutani. "Temos conversado com vários grupos japoneses e outros, mas não houve avanço [a Shell teria inclusive demonstrado interesse em parcerias com o grupo no Brasil]."

Por ser o braço direito do empresário Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do grupo Cosan, a opinião de Mizutani no processo de aquisição de uma usina é cabal dentro da companhia. Mizutani é o executivo operacional do grupo e conhece bem todos os processos de uma unidade sucroalcooleira.

Formado em engenharia de produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com mestrado na Fundação Getúlio Vargas (FGV), o executivo ingressou no grupo há 26 anos como trainee na usina Costa Pinto, de Piracicaba (SP). "Demorei dez anos até conhecer o Rubens", lembrou Mizutani. "Ao assumir a São Francisco [uma das usinas adquiridas pela Cosan] nós nos aproximamos", disse.

Não por acaso, Pedro Mizutani é um dos principais responsáveis pelo processo de regionalização do grupo. "A Cosan tinha quatro regionais no Estado [regiões de Jaú, Araraquara, Piracicaba e Araçatuba]. Outras regionais foram instaladas nas regiões de Andradina, Ourinhos e Igarapava", afirmou o executivo.

O único pólo onde a Cosan ainda não está presente no Estado de São Paulo é a região de Ribeirão Preto. E não foi por falta de tentativa. O grupo fez uma oferta hostil para a compra da usina Vale do Rosário, de Morro Agudo (SP), mas não obteve sucesso. Meses depois, a Vale se fundiu com a Santa Elisa, de Sertãozinho (SP), criando a Santelisa Vale. "Essa região concentra um volume de usinas de grande porte. É uma aquisição que tem de ser bem estudada." O "ainda" tem de ser ressaltado, uma vez que o grupo mira grandes negócios naquela região.

Valor

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Consumo de energia da indústria cai 18% em dezembro

Publicado por Odair às 1/15/2009 09:47:00 AM

O consumo de energia elétrica de 119 indústrias e empresas gerenciadas pela Comerc, vendedora de energia no mercado livre, caiu 18% em dezembro contra novembro, segundo dados divulgados ontem. O mercado livre é composto por empresas que compram energia diretamente das geradoras, a preços de mercado, e representa 25% do consumo do país.

De acordo com a Comerc, em comparação com dezembro de 2007, o consumo recuou 1%, contra crescimento médio mensal de 24% no ano passado.

Na comparação com novembro, o setor que apresentou o maior recuo foi o de plástico ou borracha, com queda de 45,28%, seguido por siderurgia, (-44,73%) e veículos (-36,5%). Mecânica caiu 35,46%, metalúrgica 31,01% e materiais para construção civil, 23,39%.

Os únicos setores que apresentaram crescimento foram o de comércio varejista (9,98%) e o de embalagens (3,35%).

Folha

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Petrobras apresentará plano estratégico no final do mês

Publicado por Odair às 1/15/2009 09:45:00 AM

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, afirmou nesta terça-feira que o novo Plano Estratégico da companhia referente ao período de 2009 a 2013 será avaliado pelo Conselho de Administração ao final deste mês. O executivo, no entanto, não revelou quais projetos poderão sair ou quais serão os empreendimentos incluídos no planejamento da estatal.

"Geralmente, apresentamos ao Conselho o plano estratégico em setembro, mas, por causa da volatilidade do mercado, o Conselho nos solicitou um plano estratégico mais detalhado, que será apresentado ao final de janeiro", disse o executivo, após participar de evento sobre o início do fornecimento do diesel S-50 para ônibus da cidade de São Paulo e do Rio de Janeiro.

A divulgação do plano foi adiada seguidas vezes pela estatal, que está adequando o planejamento ao cenário no País decorrente dos efeitos da crise financeira internacional. O plano também precisa levar em conta a redução do preço do petróleo no mundo.

Sobre a possibilidade de a Petrobras reduzir o preço dos combustíveis em função da queda da cotação do petróleo no exterior, Paulo Roberto Costa afirmou que a política da empresa é de longo prazo e de não repassar ao consumidor a volatilidade do barril. "Na hora em que entendermos que essa volatilidade deixou de existir pode haver ajustes no preço, mas não é o momento", disse o executivo. Como exemplo, ele lembrou que o petróleo em dezembro chegou a apresentar picos de aumento de 12% em um único dia e queda de 8% na sessão seguinte.

Estado

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JP Morgan tem lucro de US$ 702 milhões no quarto trimestre

Publicado por Odair às 1/15/2009 09:43:00 AM

Apesar da crise que tem abalado os grandes bancos americanos, o JP Morgan Chase conseguiu atravessar o quarto trimestre de 2008 com lucro líquido, superior às expectativas dos analistas de Wall Street. O segundo maior banco dos EUA em ativos ganhou US$ 702 milhões no período (US$ 0,07 por ação).

O resultado foi positivo mas, ainda assim, representa uma queda de 76% perante o lucro de US$ 2,97 bilhões (US$ 0,86 por ação) visto no último trimestre de 2007. As receitas líquidas ficaram em US$ 17,23 bilhões.

De acordo com o balanço, cuja divulgação foi antecipada em seis dias, o lucro líquido acumulado pelo JP Morgan em todo o ano passado caiu 64% sobre 2007, somando US$ 5,6 bilhões.

"O resultado financeiro do quarto trimestre foi bem desapontador, guiado por uma perda na unidade de banco de investimento, em boa parte causada pela depreciação de empréstimos alavancados e posições em hipotecas, bem como a resultados fracos de transações", comentou, em nota, o presidente do banco, Jamie Dimon. A área de "investment banking" fechou o trimestre com prejuízo de US$ 2,4 bilhões.

Também houve aumento no custo do crédito, devido à deterioração de empréstimos que faziam parte da carteira, e na provisão para perdas com créditos duvidosos, que subiu em US$ 4,1 bilhões. Por outro lado, ponderou o executivo, outras áreas continuam a apresentar crescimento, inclusive o recém-adquirido Washington Mutual.

Dimon admite que os impactos negativos podem perdurar em 2009, se as condições econômicas piorarem mais. No entanto, afirmou que o JPMorgan Chase "está fazendo sua parte" para ajudar a estabilizar o mercado financeiro. Assumimos risco e despendemos recursos para assimilar o Bear Stearns e o Washington Mutual. Continuamos a dar empréstimos de uma maneira segura e sólida - ampliando em mais de US$ 100 bilhões só no quarto trimestre as operações de crédito com consumidores, empresas, prefeituras e organizações não-lucrativas", disse Dimon.

Valor

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Embarques em voos nacionais crescem 7% em 2008; internacionais aumentam 25%

Publicado por Gandalf às 1/15/2009 06:47:00 AM

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informou nesta quarta-feira que os embarques nas viagens nacionais cresceram 7,4% de janeiro a dezembro de 2008 em relação a 2007. Apenas em dezembro, os embarques em linhas domésticas tiveram crescimento de 3,7% em comparação ao mesmo intervalo do ano anterior.

De acordo com a agência, o mercado de aviação internacional cresceu 25,7% em 2008 na comparação com 2007. O mês de dezembro registrou queda de 0,1% em relação ao mesmo mês de 2007. O levantamento, assim como nas rotas nacionais, considera o número de passageiros vezes os quilômetros percorridos.

A concentração de mercado --com TAM e Gol/Varig-- nas rotas nacionais atingiu ao final do ano 91,53%%. Em relação às linhas internacionais, a concentração chegou a 99,5%. O grupo Gol perdeu participação nos dois casos.

A TAM Linhas Aéreas manteve a liderança em market share tanto nas rotas internacionais quanto nacionais. A empresa terminou o ano com 49,11% de participação nos voos domésticos --contra 48,48% de dezembro de 2007. A Gol/Varig teve queda de 44,65% para 42,42% de dezembro de 2007 para o mesmo mês de 2008.

No mercado internacional, a TAM lidera com 85,42% de participação do mercado em dezembro, ante 69,97% no mesmo mês de 2007. A Gol/Varig aparece em segundo lugar com 14,08% de market share (contra 28,75% do ano passado).

Segundo a Anac, a participação no mercado nacional da empresa WebJet saltou de 1,09% em dezembro de 2007 para 3,70% no mesmo mês de 2008. Por sua vez, a OceanAir perdeu espaço, ficando com 2,56% no mês passado ante 3,79% em dezembro de 2007.

Folha

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Petrolífera inglesa BG planeja investir até US$5 bi no Brasil

Publicado por Gandalf às 1/15/2009 06:45:00 AM

O grupo britânico de gás e óleo BG planeja investir até 1,25 bilhão de dólares no Brasil nos próximos quatro anos, enquanto desenvolve sua participação na mais notável descoberta de reservas de petróleo em muitos anos, a bacia do pré-sal, informou o jornal Financial Times, citando o CEO da companhia.

O presidente-executivo da empresa, Frank Chapman, que mantinha um encontro com autoridades brasileiras na terça-feira, disse a jornalistas que a companhia planeja investir de 4 bilhões a 5 bilhões de dólares no país até 2012, segundo o jornal.

Reuters

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Vivo continua na líder do mercado de telefonia celular

Publicado por Gandalf às 1/15/2009 06:43:00 AM

A Vivo fechou o ano de 2008 na liderança do mercado brasileiro de telefonia celular, com 29,84% do total de clientes, seguida pela Claro, com 25,71% e da TIM, com 24,17%. Segundo dados preliminares de dezembro, divulgados há pouco pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o País tem 150,6 milhões de celulares.

A Vivo, de acordo com o balanço preliminar de 2008, tem 44,9 milhões de clientes e ampliou sua participação no mercado em relação a 2007, quando tinha 27,68% do total de telefones móveis. Esse crescimento em porcentual se deu principalmente pela incorporação da operadora Telemig Celular, em meados do ano passado.

A Claro, com 38,7 milhões de clientes, subiu ao longo do ano da terceira para a segunda posição, trocando de lugar com a TIM, cuja participação no mercado caiu de 25,85%, em dezembro de 2007, para 24,17%, no mês passado. A TIM fechou dezembro com 36,4 milhões de celulares.

A Oi e a Brasil Telecom, que hoje formam um mesmo grupo, aumentaram sua participação em 2008. A Oi fechou o ano com 24,3 milhões de celulares, o que representa 16,19% do mercado. A BrT está com 5,6 milhões (3,72%). Em 2008, uma nova operadora surgiu no segmento de telefonia móvel, a Aeiou, que conquistou 16,7 mil celulares em São Paulo.

Estado

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China adota plano de estímulo para o setor automobilístico

Publicado por Gandalf às 1/15/2009 06:40:00 AM

A China aprovou um plano de estímulo para o setor automobilístico, o terceiro maior do planeta, afetado pela crise econômica, que inclui a redução das taxas para a compra e um apoio à produção de carros "limpos".

O plano, anunciado pelo Conselho de Estado (governo) para manter um setor importante da economia chinesa, contempla a diminuição de impostos na compra de veículos novos com motores iguais ou inferiores a 1,6 litro a partir de 20 de janeiro, de 10% a 5%.

Além de potencializar o consumo, o Conselho de Estado destaca em um comunicado o desejo de estimular o desenvolvimento de veículos que utilizem novas tecnologias.

As autoridades vão liberar nos próximos três anos 10 bilhões de yuanes (1,1 bilhão de euros) para a modernização por parte das montadoras dos equipamentos de produção, além do desenvolvimento de peças e veículos que utilizem novas energias, informa um comunicado oficial.

O plano também pretende ajudar, com medidas fiscais, os carros com baixas emissões poluentes que utilizam novas energias nas cidades grandes e médias.

A partir de março, o governo chinês vai liberar cinco bilhões de yuanes para que os camponeses possam trocar de veículo.

AFP

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