Embraer fecha contratos com de US$ 1,44 com FAB e Marinha

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:48:00 PM

A Embraer (EMBR3) fechou contratos nesta terça-feira (14) com a FAB (Força Aérea Brasileira) e com a Marinha, num valor total de U$S 1,44 bilhão.

Segundo o presidente da companhia, Frederico Curado, o contrato assinado com a força aérea resultará à fabricante de jatos um montante de US$ 1,3 bilhão para o desenvolvimento e fabricação de dois protótipos do modelo KC-390, num período de sete anos. Já com a Marinha, o contrato é de US$ 140 milhões e prevê a modernização de 12 aviões.

Curado admitiu ainda que o projeto pode levar a Embraer à readmissão de parte dos 4.200 funcionários demitidos no início do ano. Segundo ele, caso a empresa cresça de acordo com as suas próprias previsões, será possível a readmissão de alguns empregados.

Tal investimento vai de encontro ao anúncio feito na última quinta-feira pelo vice-presidente da empresa, Orlando Ferreira Neto, que informou em entrevista ao jornal "O Estado de São Paulo" que pretende aumentar a participação das vendas militares e de governo na receita total. A repercussão do mercado na ocasião foi amplamente positiva, levando as ações da Embraer a liderar os ganhos do Ibovespa no dia.

Reagindo positivamente ao anúncio desta terça-feira, as ações da Embraer contrariaram a tendência negativa do mercado e encerraram o pregão na ponta positiva do Ibovespa, com valorização de 2,14%.

Infomoney

Link: Embraer fecha contratos com Força Aérea e Marinha, num total de US$ 1,44 bilhão

Embraer registra 2ª queda seguida na carteira de pedidos

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:43:00 PM

A Embraer entregou 40 aeronaves para os segmentos de aviação comercial e executiva no primeiro trimestre de 2009. Em 31 de março de 2009, a carteira de pedidos firmes totalizava US$ 19,7 bilhões, informou hoje a empresa. Das 40 aeronaves entregues, 32 foram para o segmento de aviação comercial e oito para o de aviação executiva. Essa foi a segunda queda consecutiva na carteira de pedidos da fabricante de aviões. No último trimestre de 2008 a empresa mantinha uma carteira de pedidos de US$ 20,9 bilhões, ante US$ 21,6 bilhões registrado ao final de setembro do ano passado.

No primeiro trimestre deste ano, a Embraer entregou os primeiros jatos Embraer 195 para a Air Dolomiti, companhia aérea regional do norte da Itália pertencente à alemã Lufthansa, e a Fuji Dream Airlines, do Japão, recebeu o primeiro Embraer 170. No mesmo período, a ECC Leasing Company Limited, subsidiária integral da Embraer com sede na Irlanda, fechou contrato com o Departamento de Polícia Federal (DPF) do Brasil para a venda de um segundo jato ERJ 145 usado. Em 31 de março de 2009, a carteira de pedidos da Embraer, segmentada por produtos, referente ao segmento de aviação comercial, tinha 39 aeronaves da família ERJ 145 e 354 da família Embraer 170/190. No total, são 393 pedidos firmes em carteira.

Estado

Link: Embraer registra 2ª queda seguida na carteira de pedidos

Positivo e Novadata Sistemas proibidas de licitar com Correios até 2011

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:40:00 PM

Envolvido em denúncias de favorecimento e investigadas pela Controladoria Geral da União, pelo Tribunal de Contas da União e também na CPI dos Correios, o Consórcio Alpha, formado pelas empresas Novadata e Positivo Informática, ficará um ano e nove meses (até janeiro de 2011) sem poder firmar contratos com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Segundo a ECT,  houve descumprimento do acordo de serviços de manutenção de equipamentos de informática firmado entre as partes.

A penalidade - suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a ECT pelo período de 1 ano e 9 meses - prevista na Lei 8.666/93 (Lei das Licitações), foi publicada nesta segunda-feira, 13/04, no Diário Oficial da União, e assinada pelo chefe da Central de Compras dos Correios, Antonio Francisco da Silva Filho. A punição refere-se ao contrato 13.419/2005, de "prestação de serviços de manutenção corretiva de equipamentos de informática e periféricos, com substituição de partes, peças, módulos e componentes e acessórios".

O valor desse contrato é superior a R$ 2 milhões e chegou a ser questionado ainda em 2005 - mesmo ano de sua assinatura - pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que realizaram auditorias nos contratos firmados pela ECT. Ele também foi alvo de investigações pela CPI dos Correios, aberta quando apareceram vídeos do então chefe do Departamento de Contratação e Administração dos Correios, Maurício Marinho, recebendo propina.

O consórcio foi contratado por meio de dispensa de licitação para prestar o serviço de manutenção corretiva em vários equipamentos, entre eles, 3.635 impressoras de código de barras, as quais amais foram instaladas.  Segundo apurou a Controladoria Geral da União (CGU), esse contrato era para um período emergencial de dois meses, ao custo de R$ 2.068.278,00. Os fiscais da CGU consideraram que "não houve justificativa para a escolha do Consórcio Alpha".

Um relatório do TCU, de setembro de 2005, apontou irregularidades graves em 15 contratos e sustentou que Marinho foi favorecido quando concedeu ao Consórcio Alpha uma ampliação de um contrato de R$ 3,4 milhões. Antes disso, o consórcio já tinha firmado um contrato para a aquisição de kits de informática, no valor de R$ 113,6 milhões.

Convergência Digital

Link: Correios pune consórcio formado pela Positivo e Novadata Sistemas

Itaú anunciou o fechamento da financeira Taií

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:36:00 PM

O banco Itaú anunciou nesta terça-feira que encerrará as atividades da financeira Taií em decorrência da fusão com o Unibanco, anunciada no fim de 2008. A instituição, voltada para o crédito popular, fechará suas 135 lojas até o fim de maio.

Por meio de sua assessoria, o Itaú disse que planeja realocar a maior parte dos mil funcionários da financeira, mas não informou se haverá programas de recolocação profissional. "O Itaú está buscando realocação para maioria dos funcionários ligados a estas unidades, em diferentes atividades no próprio conglomerado", informou o banco, por meio de nota.

A assessoria declarou que as operações da Taií que funcionam em parceria com lojas do varejo - como o grupo Pão de Açúcar e as Lojas Americanas - serão mantidas. As 135 lojas da instituição que serão fechadas não serão transformadas em agências do Itaú.

Com o fechamento da financeira, o foco no setor de crédito pessoal do grupo "passa ser nas operações da Financeira Itaú CDB (FIC) e da Financeira Americanas Itaú (FAI)".

Em dezembro passado, a Folha noticiou que a financeira deveria demitir funcionários. Segundo a reportagem, parte deles poderia ser aproveitada em postos em redes varejistas parceiras, além do próprio Itaú. O banco costuma contratar funcionários de destaque da Taií, com mais de 18 meses de casa.

Clientes que tenham cartões ativos da financeira poderão continuar usando o limite de crédito disponível e a fazer consultas nos caixas eletrônicos e agências do banco Itaú.

A orientação para os clientes da financeira é que procurem atendimento nas agências do Itaú ou liguem para os telefones 4004 9999 (Grande São Paulo) ou 0800 726 9999 (demais regiões).

Criada em 2004, a Taií tem lojas em cidades de 21 Estados e no Distrito Federal, mas concentra sua atuação em São Paulo.

Folha

Link: Itaú fecha 135 lojas da financeira Taií após fusão com Unibanco

Produção brasileira de aço cai 42%

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:29:00 PM

A produção brasileira de aço bruto somou 5 milhões de toneladas durante o primeiro trimestre deste ano, o que representa uma queda de importantes 42,1% em relação ao mesmo período de 2008, quando foi de 8,64 milhões de toneladas. Em março, a produção ficou em 1,73 milhão de toneladas, 41,5% inferior a do mesmo mês do ano passado, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Siderurgia (IBS).

O segmento de laminados, o mais representativo, registrou queda de 46,6% na produção durante o primeiro trimestre, com 3,47 milhões de toneladas. Dentro deste grupo, os aços planos tiveram produção de 1,886 milhão de toneladas, queda de 51,2% ante os três primeiros meses de 2008. Já os aços longos experimentaram declínio de 39,9% no mesmo intervalo de comparação, para 1,584 milhão de toneladas.

As vendas de aço bruto no mercado interno, segundo o IBS, somaram 3,015 milhões de toneladas no primeiro trimestre, queda de 44%. Já as exportações totais feitas pelas usinas, incluindo laminados e semi-acabados, ficaram em 1,616 milhão de toneladas, um recuo de 31,4% ante os três primeiros meses de 2008.

Valor

Link: Produção brasileira de aço tomba 42%

BSBios irá adquirir unidade da Agrenco

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 07:26:00 PM

A BSBios, de Passo Fundo (RS), será a nova proprietária da usina de produção de biodiesel da Agrenco localizada em Marialva (PR). A transação, que está em fase final de acertos, deverá ser formalizada em maio, depois de ser apresentada aos credores da Agrenco na assembleia marcada para o próximo dia 28 de abril.

"O Paraná é o maior produtor de grãos do Brasil, mas ainda não tem uma usina de biodiesel de grande porte. Essa será a primeira", disse ao Valor Erasmo Battistella, diretor de operações da BSBios. Em 2008, o Estado produziu 7,3 milhões de litros do combustível, ou apenas 0,6% do total registrado no país ao longo do ano.

A aquisição, após efetivada, marcará importante passo no processo de volta ao mercado da Agrenco, que requisitou recuperação judicial em agosto de 2008 e teve o plano aprovado por seus credores em março. O plano prevê a venda da usina de Marialva e do complexo logístico de Del Guazú, na Argentina e também a retomada de posse sobre estoques de soja "presa" como garantia a credores. Com o dinheiro das vendas, a empresa pretende concluir suas duas outras unidades de beneficiamento de grãos, localizadas em Alto Araguaia (MT) e Caarapó (MS).

Os rumores sobre as tratativas da Agrenco para acertar a venda de sua usina para a BSBios circulavam desde o mês passado, mas nenhuma das partes falava sobre o tema. Em novembro, o complexo de Marialva valia R$ 23,3 milhões, de acordo com o diagnóstico da Setape, empresa contratada para avaliar os ativos da Agrenco.

O negócio, no entanto, deve ficar "bem acima desse valor", diz Battistella, que não deu detalhes da transação. "O valor é bem maior que o da avaliação. Ela foi conservadora", afirma Nelson Bastos, presidente da Íntegra Associados, empresa que assessora a Agrenco em seu processo de recuperação.

O interesse da BSBios pelo mercado paranaense não surgiu com a oportunidade criada pelo anúncio de que a fábrica de Marialva estava à venda. A empresa já havia anunciada um projeto "greenfield" (construção) de uma usina de biodiesel em Cascavel. "Com o B3 [mistura obrigatória de 3% de biodiesel ao diesel mineral], o Paraná tem demanda por 120 milhões de litros de biodiesel por ano. A fábrica de Marialva tem capacidade para 130 milhões de litros", diz Battistella. A unidade receberá aportes adicionais, já que está entre 75% e 80% concluída.

Os investimentos da BSBios incluem os R$ 10 milhões para o aumento da capacidade em Passo Fundo, que passou de 130 milhões para 160 milhões de litros. O aporte já foi feito, mas a empresa espera pela homologação desse aumento pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). "Estamos de olho não apenas no B4 [aumento da mistura obrigatória para 4%, ainda não-oficial], mas também nas exportações", afirma o diretor. No leilão de compra de biodiesel de fevereiro, o mais recente realizado pela ANP, a BSBios arrematou 18,6 milhões de litros, ou 5,9% do total. Foi a sétima maior fatia da rodada.

Valor

Link: Gaúcha BSBios deverá adquirir unidade da Agrenco no Paraná

Vale afirma haver sinais de recuperação dos mercados

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 06:52:00 AM

O diretor executivo de Finanças da Vale, Fabio Barbosa, disse hoje que já dá para perceber sinais de recuperação na demanda por minério de ferro e metais. Segundo ele, essa melhoria já é evidente na China, mas ainda não é percebida na esfera global. "A gente pode auferir que há indícios de estabilização na produção em nível muito mais baixo, mas há estabilização. Temos uma queda contínua no nível de estoques combinado com o aumento de encomendas. Nós podemos observar os primeiros indícios de reversão da retomada futura da demanda por minério de ferro e metais", disse hoje, em palestra no seminário "Cenários da Economia Brasileira e Mundial". O executivo admitiu que a crise gerou um ajuste inédito no setor em termos de desaceleração de preços.

Ele lembrou que, ao contrário de outras crises, a desaceleração de preços agora foi muito mais rápida do que no passado. Ele citou como exemplo o caso da retração vivida no início dos anos 90, quando os preços caíram mais de 80%, porém em um prazo de 63 meses. Apesar de admitir o forte impacto da crise, o diretor traçou um cenário mais positivo para o setor nos próximos meses. Segundo ele, a economia chegou ao ponto em que se pode esperar "um conjunto maior de notícias positivas". Mesmo assim, Barbosa acredita que ainda há muitas incertezas no cenário internacional, especialmente sobre a velocidade de recuperação da economia internacional, especialmente da norte-americana, que representa 25% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Estado

Link: Vale vê sinais de recuperação na demanda por minério

Vendas dos shopping centers da Multiplan crescem 20% no trimestre

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 06:51:00 AM

A administradora e proprietária de shopping centers Multiplan informou hoje que as vendas das lojas dos seus empreendimentos somaram R$ 1,261 bilhão no primeiro trimestre do ano, o que representa um salto de 20,6% sobre o faturamento apurado no mesmo período de 2008.

No conceito "vendas nas mesmas áreas" já existentes no período anterior, o crescimento nas vendas foi de 8,5% no trimestre, ritmo próximo ao verificado no quarto trimestre do ano passado, de 9,3% no mesmo critério. Pelo conceito mesmas lojas, a alta foi de 5,1% no primeiro trimestre.

Valor

Link: Vendas dos shopping centers da Multiplan crescem 20% no trimestre

BC apóia bancos contra correção da poupança em planos Cruzado, Bresser, Verão e Collor

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 06:51:00 AM

O Banco Central entrou na disputa judicial dos bancos que não querem pagar os expurgos dos planos econômicos e ingressou diretamente no Supremo Tribunal Federal para advertir os ministros da Corte sobre o risco de o sistema financeiro ter menos recursos para fornecer crédito em meio à crise financeira.

A ação contra os planos econômicos é de bancos públicos e privados. Eles tentaram convencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a assiná-la, mas avaliou-se no Planalto que a medida seria impopular, já que existem milhares de correntistas com ações pedindo a reparação de índices alterados pelos planos Cruzado, Bresser, Verão, Collor I e Collor II.

Com a negativa de Lula, a ação foi proposta pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro, que teme um prejuízo de R$ 180 bilhões, caso todos os bancos tenham que pagar os expurgos dos planos. Só a Caixa Econômica Federal teria de desembolsar R$ 35 bilhões.

O alerta não foi suficiente para o STF conceder liminar suspendendo os mais de 515 mil processos que correm na Justiça. O relator do processo, ministro Ricardo Lewandowski, negou o pedido de liminar dos bancos em março. Segundo ele, a ação deve ser julgada pelos onze ministros, em conjunto. Foi neste contexto que o BC decidiu ingressar no processo como parte interessada para alertar o tribunal sobre o risco de os bancos perderem recursos num período em que há a necessidade de mais crédito.

"Justamente em momento de grave crise financeira mundial, em que governos dos mais diversos países têm-se visto obrigados a injetar volumosos recursos no sistema, a fim de evitar danos ainda maiores a suas populações, seria no mínimo temerário infligir às instituições financeiras um débito da magnitude do que se encontra em jogo neste processo", diz a petição do BC a que o Valor teve acesso. "Seria como andar na contramão do momento histórico."

Na semana passada, o procurador-geral da Fazenda Nacional, Luís Inácio Adams, disse que há dados no governo mostrando que o sistema financeiro nacional perderia 65% do patrimônio líquido se todos os poupadores ganhassem o direito de receber a diferença entre os índices de correção. Adams disse ainda que "isso não é uma questão do governo, é uma questão dos bancos com poupadores".

Valor

Link: BC apóia bancos em ação que pode atingir R$ 180 bi

Pão de Açúcar informa crescimento de 6% nas vendas no trimestre

Publicado por Gandalf às 4/14/2009 06:47:00 AM

O Pão de Açúcar informou que no primeiro trimestre as vendas brutas somaram R$ 5,291 bilhões e foram 6% maiores que as de igual período do ano anterior. No conceito mesmas lojas, elas avançaram 4,6%. Já as vendas líquidas totais atingiram R$ 4,641 bilhões, com incremento de 9,4% no mesmo período. No conceito mesmas lojas, elas apresentaram crescimento nominal de 7,9%. Ainda no conceito 'mesmas lojas', os produtos alimentícios apresentaram crescimento em vendas brutas de 3,1%. As vendas de não-alimentos avançaram 9,7%. "As vendas de eletroeletrônicos apresentaram crescimento próximo de dois dígitos", informou a companhia. A rede destacou que o desempenho nos três primeiros meses do ano foi afetado pelo efeito sazonal da Páscoa, que neste ano caiu em abril e em 2008 em março.

Além disso, em 2008 o mês de fevereiro teve 29 dias e neste ano, 28. "Desconsiderando os impactos destes dois fatores, as vendas brutas mesmas lojas no trimestre teriam crescido 9,0%, com crescimento real ao redor de 3% quando deflacionadas pelo IPCA - Índice Geral, resultado positivo diante do atual cenário de crise econômica e financeira global", afirmou a companhia em comunicado. Sem detalhar os números, o grupo informou que continuou a registrar aumento no tíquete médio de compras e manutenção do tráfego de clientes nas lojas quando ajustado pelo efeito sazonal e calendário. O Comércio Eletrônico (composto pelo Extra.com.br e Pão de Açúcar Delivery) apresentou crescimento superior a 50% no período.

Estado

Link: Pão de Açúcar: vendas brutas sobem 6% no 1º trimestre

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