Klabin Segall vende controle para Agra e Veremonte

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 10:12:00 PM

A Klabin Segall (KSSA3) comunicou nesta segunda-feira (27) a realização de um acordo para transferir 57,8% de seu capital ao grupo espanhol Veremonte Participações, de Enrique Bañuelos de Castro, e à Agra Empreendimentos (AGIN3) - com participação menor. Em troca, uma capitalização de, ao menos, R$ 100 milhões.

No pregão da BM&F Bovespa, os papéis da incorporadora se destacaram dentre os ativos do setor imobiliário. Fecharam em alta de 30,56%, cotados a R$ 2,35. Na sequência ficaram as ações da Abyara Planejamento Imobiliário (ABYA3), com 25,12%. Em fevereiro, a segunda foi adquirida pela mesma dupla que entrará na Klabin Segall.

Muito já vinha se especulando sobre o futuro da Klabin Segall. Endividada, a empresa teve seus ratings colocados em perspectiva negativa pela agência de classificação de risco Standard & Poor's, citando que ela estaria vulnerável a uma renegociação de suas dívidas, além da possibilidade de cancelamento ou adiamento dos pagamentos com os credores.

"A fim de conferir maior liquidez e flexibilidade financeira para a companhia até a concretização da incorporação, a Agra e a Veremonte concordaram em conceder, cada uma, R$ 10 milhões em mútuo à companhia", acrescenta o comunicado. No ano anterior, a Klabin Segall tinha uma reserva de R$ 109,3 milhões, ao passo que suas dívidas de curto prazo totalizavam R$ 99,3 milhões.

O informe divulgado indica que, até o momento de concretizada a incorporação, o grupo Espanhol deverá ter implementado uma capitalização de R$ 100 milhões à empresa. A ideia é mantê-la com ações em bolsa.

A "associação estratégia", que tem o objetivo de "reforçar a estrutura de capital" da empresa, ainda conforme fato relevante, se dará inicialmente por meio da incorporação de uma "sociedade" - controlada indiretamente pelos espanhóis e pela Agra -, pela Klabin Segall. Depois, a chamada "Holding Agra Veremonte" entra em ação.

A holding se tornará titular das ações da "sociedade" até a aprovação da incorporação da Klabin Segall, prevista para assembleia no dia 15 de julho. Quando aceito o negócio, ela vira dona de 57,8% da Klabin Segall. A partir daí, a Veremonte controlará 64,9% do capital social da holding, enquanto a Agra ficará com 35,1%.

Segundo o fato relevante, a relação de substituição das ações ordinárias da Incorporada por ações ordinárias de emissão da Klabin Segall foi determinada tendo como base o valor por ação de R$ 1,83, implicando um valor total da empresa de R$ 112,5 milhões.

Infomoney

Link: Klabin Segall vende 57,8% de seu capital e ações disparam 30% na bolsa

Ações da Usiminas desabam com rumor de desconto nos preços do aço

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 09:10:00 PM

O Ibovespa, principal índice de referência da bolsa brasileira, amargou queda de 2,04% no dia. As ações da Usiminas (USIM5), porém, tiveram perdas ainda maiores, caindo 5,56%, negociadas a 31,88 reais. O desempenho negativo veio em resposta aos rumores de que a siderúrgica está concedendo 30% de desconto na venda de chapas grossas de aço.

Os papéis da CSN (CSNA3) e da Gerdau (GGBR4) também foram penalizados pela notícia e se desvalorizaram em 3,19% e 3,36%, respectivamente.

Segundo informações veiculadas pelo Monitor Mercantil, a medida foi tomada na tentativa de compensar o enfraquecimento na demanda pelos produtos siderúrgicos. As chapas grossas de aço são destinadas à indústria naval e mecânica pesada.

O veículo afirmou que o corte não está necessariamente ligado à redução de 20% no preço do minério de ferro da Vale. O desconto de 30% supera a queda média de preços do restante dos produtos da cadeia do aço nesse início de ano, que gira entre 10% a 15%.

A Link Investimentos ressaltou que, se confirmada, a notícia pode sinalizar que em certos setores o cenário da crise é ainda pior do que o esperado, já que os analistas preveem uma queda de 20% nos preços até o fim do ano, inferior ao desconto da Usiminas.

"A demanda, tanto interna quanto externa, está mais baixa, e o corte nos preços é o mecanismo possível para as empresas para aumentar seu volume de vendas. A notícia, se confirmada, é ruim para o setor siderúrgico como um todo, pois reduz as expectativas de lucro para 2009 e possivelmente para 2010", explicou a corretora.

Mesmo observando o desempenho ruim de seus papéis ao longo do dia, a Usiminas não se posicionou sobre o assunto, já que a empresa não comenta sua política de preços, como informou sua assessoria.

Exame

Link: Ações da Usiminas desabam com rumor de desconto nos preços do aço

Movimento nos portos cai 17,5% no primeiro trimestre

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 08:08:00 PM

A movimentação nos portos e terminais brasileiros caiu 17,5% no primeiro trimestre de 2009, na comparação com o mesmo período do ano passado, de acordo com números contabilizados pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).

O resultado decorre da crise mundial e, para os investidores, o movimento deste ano deverá ser menor, com reflexos na capacidade de investimento na infraestrutura portuária.

O impacto da retração econômica foi mais sentido nos portos públicos do que nos terminais de uso privado. Nos portos administrados por empresas estatais, a queda no primeiro trimestre foi de 21,1%. Nos terminais de uso privado, que na maior parte das vezes funcionam como braços operacionais de grandes exportadores, a redução foi de 15,4%.

Os terminais de uso privado ficam fora da área do porto público e geralmente exportam mercadorias a granel (soja, minério, combustível entre outras). Muitas vezes integram estruturas verticalizadas de empresas como Vale do Rio Doce (minério), Cargill (soja) e Petrobras (combustíveis).

Também existem terminais especializados em granéis nos portos públicos. Nesse caso, ainda que operados por empresas privadas, têm que atender a todos os interessados. A movimentação de carga geral (o que não é minério, combustível ou soja) geralmente é feita em terminais especializados em contêineres, nos portos públicos.

Das 125,8 milhões de toneladas movimentadas nos portos e terminais privativos no primeiro trimestre, cerca de 65% partiram ou chegaram por meio de terminais de uso privativo. Os números da Antaq não levam em conta os portos administrados pela Companhia Docas do Rio de Janeiro, que administra terminais no Estado.

Para os investidores, a crise é grave e só não é pior por conta do agronegócio. "O agronegócio deve provocar um aumento de movimentação, porque os estoques estão baixos nos países importadores. Mas os outros setores são uma incógnita", afirma Wilen Manteli, presidente da ABTP (associação dos terminais portuários).

Na avaliação do executivo, o cenário pode afetar a capacidade de investimentos em infraestrutura. "O comércio internacional caiu muito. A expectativa é a China. Precisamos investir na melhoria da infraestrutura atual e em ampliações."

Para José Augusto de Castro, vice-presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil), as exportações do agronegócio, principalmente soja, estão aumentando por conta de preços ainda altos e de uma situação cambial favorável. "Os exportadores de soja estão antecipando embarques. No ano passado, esses embarques haviam sido adiados", disse.

Segundo Castro, a situação para outros produtos, principalmente commodities industriais (como minério e celulose), é mais difícil. "A queda de volume é um dado preocupante, porque os portos vivem de tarifas para gerar receita. A tarifa não é apurada sobre o valor, e sim sobre a quantidade movimentada. Quando menos movimentação, menos receita e menos recursos para investimentos em melhorias."

Em relação às cargas, a queda foi mais forte justamente nas movimentadas em portos públicos (contêineres), com redução de aproximadamente 35% no primeiro trimestre. Para granéis sólidos (minério e soja, principalmente), a queda foi de 22% e, para granéis líquidos (principalmente combustíveis), a redução foi de 14%.

Folha

Link: Movimento nos portos cai 17,5% no primeiro trimestre

Internet responsável por 30% das transações bancárias no Brasil

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 08:06:00 PM

A internet é o canal de atendimento bancário que mais cresceu no Brasil em 2008. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pelo Banco Central, o uso da rede mundial de computadores para essa finalidade cresceu 13% no ano passado e já responde por 29% das transações bancárias no país.

Com isso, o uso bancário da internet se aproxima do número de transações realizadas nos terminais de autoatendimento (ATM), que representam 32% do total. Em terceiro lugar, as operações realizadas em agências bancárias responderam por 23% do total.

"As redes de ATM continuam sendo o canal de atendimento por meio do qual são iniciadas a maior parte das transações bancárias, enquanto a internet é o canal com maior crescimento", diz o BC no relatório "Diagnóstico do Sistema de Pagamentos de Varejo do Brasil - Adendo estatístico 2008".

As transações por meio de centrais de atendimento e por telefones móveis apresentaram redução, correspondendo, respectivamente, a 6,2% e 0,1% de todas transações realizadas em 2008.

Desde 2007, a internet já ocupa a segunda posição como principal canal para essas transações, ano em que superou o número de atendimentos em agências bancárias.

O estudo destaca também o crescimento de 15,8% no valor das operações realizadas pela internet. De acordo com o BC, esse aumento foi puxado pelos pagamentos realizados com cartões de crédito.

Ao todo, foram movimentados pela internet R$ 6 trilhões em 2008, acima dos R$ 5,2 trilhões verificados em 2007 e praticamente o dobro do realizado em 2006.

A maior parte do valor (R$ 3,2 trilhões) se refere às transferências bancárias (TED, DOC e transferências entre contas). Os pagamentos de contas somaram R$ 1,05 trilhão.

Desde 2003, o uso da internet para operações bancárias cresceu 157%. O número de transações por usuário aumentou 57%, para uma média de 191 operações por ano em 2008.

O valor médio movimentado durante todo do ano por cliente foi de R$ 159.868. O valor está abaixo do verificado no ano anterior (R$ 162.804). Essa é a primeira queda verificada nessa comparação nas estatísticas do BC, cuja série começa em 2003.

Folha

Link: Internet já responde por 30% das transações bancárias no Brasil, diz BC

Gripe suína derruba ações de frigoríficos e companhias aéreas

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 04:27:00 PM

Embora não haja casos confirmados de gripe suína no Brasil, os efeitos da doença já ameaçam os negócios de frigoríficos e companhias aéreas no país. Nesta segunda-feira (27/4), os papéis de empresas de ambos os setores sofrem forte queda, com os investidores receosos de que a doença provoque grande redução nas exportações de carne suína e que diminua consideravelmente o número de passageiros em viagens para fora do país.

Às 13h50, as ações do JBS-Friboi (JBSS3) lideravam o ranking das maiores quedas do Ibovespa, recuando 6,91%, para 6,47 reais. A empresa possui operações de suínos nos Estados Unidos, país que já teve casos confirmados da doença. De acordo com o Ministério da Saúde, a gripe suína não é transmitida pela carne de porco, mas isso não impediu que China, Rússia, Coréia do Sul, Indonésia e Tailândia embargassem os produtos originários dos Estados Unidos e do México.

Os demais frigoríficos brasileiros, segundo Peter Ping Ho, analista da corretora Planner, têm poucos negócios de suínos e, portanto, não devem ser fortemente impactados. "O que se vê agora na bolsa é o efeito psicológico", diz. As ações de Minerva (BEEF3) e Marfrig (MRFG3) recuavam 4,06% e 2,82%, respectivamente, para 2,60 reais e 10,69 reais.

Já as ações de Sadia (SDIA4) e Perdigão (PRGA3), que disparavam 7,67% e 3,10%, para 4,07 reais e 32,22 reais, operavam sob a expectativa de um desfecho para o processo de fusão, que voltou a ser negociados pelas companhias.

Outro setor que pode ser duramente impacto pela gripe suína é o de aviação. Em relatório, a corretora Itaú lembra que, em 2002, o surto de SARS (do inglês Síndrome Respiratória Aguda Grave) fez com que a taxa global de ocupação caísse de 78% para 65%, voltando ao patamar de 80% com o controle da doença. Esse cenário pode se repetir, com um agravante: em 2002, as companhias brasileiras não foram afetadas pela SARS, já que a doença não se alastrou pela América Latina. Dessa vez, porém, há a possibilidade dela se espalhar por todo o continente. "Considerando que a gripe suína poderá afetar a procura por transporte aéreo, acreditamos que a TAM irá reportar resultados operacionais mais fracos que a Gol, em virtude de sua maior exposição aos negócios internacionais", diz a corretora. Em 2008, os voos para fora do Brasil responderam por 26% da receita da TAM e 16% do faturamento da Gol. "Além disso, se a demanda recuar, os ganhos com as viagens internacionais poderão cair ainda mais fortemente devido à decisão da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de liberar as tarifas internacionais."

Na Bovespa, as ações da TAM (TAM4) recuava 3,58%, para 15,91 reais, enquanto as da Gol (GOLL4) apresentavam queda de 0,92%, para 7,52 reais.

Exame

Link: Gripe suína derruba ações de frigoríficos e companhias aéreas

Petrobras: crise afetou pouco a demanda por combustível

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 04:25:00 PM

O diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, negou hoje que a crise financeira mundial tenha afetado "drasticamente" a demanda por combustíveis no País. Segundo ele, o primeiro trimestre de 2009 fechou com alta no consumo, de 0,4%, puxada por um crescimento nas vendas de nafta, querosene de aviação e gás liquefeito de petróleo.

O diesel e a gasolina, disse o diretor, tiveram praticamente um empate com relação ao mesmo período de 2008. Mas no caso do diesel há uma particularidade: o combustível que foi utilizado fartamente nas usinas termelétricas no início do ano passado não teve a mesma função em 2009, já que as térmicas não foram acionadas devido ao elevado nível dos reservatórios das hidrelétricas.

Se considerado o consumo nas usinas térmicas em 2008, o consumo de diesel caiu 2,5% no primeiro trimestre deste ano. Se descontado este destino, a queda foi de 0,5%. Segundo ele, o não consumo nas usinas térmicas, aliado ao aumento do processamento de óleo pesado nas refinarias - que gera elevação no volume de diesel produzido no País -, deve fazer com que em 2009 a estatal atinja uma importação histórica abaixo dos 10%.

"Tradicionalmente temos nos mantido numa faixa importando entre 10% e 15% do diesel total consumido no País. É provável que este ano isso seja menor", disse em entrevista coletiva à imprensa na sede da Refinaria Duque de Caxias (Reduc), na Baixada Fluminense. Ele não arriscou um palpite sobre os valores envolvidos na balança comercial deste ano."Tudo vai depender do preço do barril internacional do petróleo", disse.

O Brasil vai importar este ano em torno de um bilhão de litros de diesel do tipo S 50 (com 50 partes de enxofre por milhão) para atender à determinação do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). O volume importado vai representar dois terços do consumo total previsto para 2009 deste tipo de diesel menos poluente neste mês.

Em acordo firmado no ano passado com diversas entidades governamentais, a estatal se comprometeu a fornecer este tipo de diesel às frotas cativas de ônibus urbanos de São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com o cronograma do acordo, a previsão é de que toda a frota abastecida com diesel de Fortaleza, Recife e Belém deverá ter o S 50 até o final do ano. O diesel S 50 é algo em torno de 10% mais caro do que o produto hoje importado pela Petrobras.

"Estas três capitais foram escolhidas por questões logísticas e receberão o diesel S 50 ainda importado", disse Costa, que anunciou hoje oficialmente o início da produção do S 50 na Refinaria Duque de Caxias. A unidade já processou este mês 10 milhões de litros e terá sua capacidade gradativamente elevada até atingir 360 milhões de litros este ano. Outros 22 milhões de litros já foram importados no primeiro trimestre para abastecerem as frotas de São Paulo e Rio.

Também começarão a produzir o S 50 ainda em 2009 a Replan, Regap e RPBC. Até o final de 2010, todas as unidades estarão produzindo o diesel S 50 e também a gasolina 50 ppm (partes por milhão), com exceção da refinaria de Manaus. A maior vantagem para a Petrobras com relação à melhoria na qualidade da gasolina é que a estatal voltará a acessar o mercado americano, que estava fechado para a importação de combustíveis com emissões superiores a 50 ppm.

Ainda deve demorar alguns meses para que a Petrobras anuncie seus sócios no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), disse Costa. Segundo ele, "há vários interessados". "É um empreendimento gigantesco e não é de uma hora para outra que se fecham acordos deste porte. As negociações estão em andamento", disse o diretor, completando que acredita que as sociedades estarão fechadas até o final do ano.

Além dos investimentos nas novas refinarias - Abreu e Lima, Comperj e Premiuns - o diretor destacou que a Petrobras está transformando as demais refinarias para aumentar o processamento de óleo pesado no País, visando uma diminuição da importação de diesel. Segundo ele, a expectativa é de chegar a 2012 com o País autossuficiente em derivados.

O diretor negou veementemente qualquer possibilidade de superfaturamento na contratação das obras de terraplenagem na Refinaria Abreu e Lima, no Porto de Suape (PE). "Estamos absolutamente tranquilos com relação à contratação dos serviços. Não temos qualquer dúvida ante uma possibilidade de superfaturamento", afirmou.

O superfaturamento foi apontado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e já estaria próximo a R$ 100 milhões no total da obra, que é orçada em torno de R$ 10 bilhões. Apesar de o TCU ter indicado a suspensão do pagamento das empreiteiras contratadas, Costa acredita que não haverá qualquer atraso na obra. "Nós vamos discutir com o TCU, mas ao que parece há um equívoco. O TCU está equivocado ao comparar as obras que estão sendo feitas na refinaria com as que seriam feitas em estradas. A complexidade é completamente diferente", disse o diretor.

Segundo ele, há expectativa de que as negociações com a venezuelana PDVSA - sócia da Petrobras no empreendimento - caminhem para serem encerradas no final do prazo previsto, no dia 25 de maio. O prazo de 90 dias foi negociado entre as duas companhias em março para que fossem negociadas as pendências que impediam a formalização da sociedade. Costa disse que esta semana as duas empresas voltam a se reunir. Ele negou-se a fazer qualquer comentário sobre a perspectiva de a Petrobras continuar sozinha nos investimentos caso a PDVSA deixe o negócio.

Estado

Link: Petrobras: crise afetou pouco a demanda por combustível

Lucro da Weg cai 2,8% para R$ 122,1 mi

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 04:24:00 PM

A Weg, fabricante de motores elétricos e equipamentos elétricos correlatos, registrou lucro líquido de R$ 122,193 milhões no primeiro trimestre deste ano, o que representa uma queda de 2,8% sobre os ganhos obtidos em igual período do ano passado. No período entre janeiro e março de 2009, a receita líquida da empresa cresceu 18,1%, para R$ 1,048 bilhão. A Weg informou ainda, em nota, que as vendas brutas ao mercado interno cresceram 6,5% sobre o ano anterior, enquanto o crescimento no mercado externo, quando medido em reais pela taxa de câmbio média, foi de 38%. Já as vendas no mercado externo, medidas em dólares norte-americanos médios, cresceram 4%. Nos três primeiros meses de 2009, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) da companhia caiu 11%, para R$ 181,1 milhões.

Estado

Link: Lucro da Weg cai 2,8% no 1º trimestre a R$ 122,1 mi

Petrobras aumenta queima de gás e perde R$ 5 milhões ao dia

Publicado por Gandalf às 4/27/2009 03:51:00 PM

A desaceleração econômica provocou, em fevereiro, o desperdício diário de 8,1 milhões m3 de gás, que foram queimados nas plataformas marítimas da Petrobras, sobretudo na bacia de Campos, no Rio de Janeiro. O volume corresponde a pouco menos do consumo do Estado do Rio de Janeiro, o segundo maior do país. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Em números absolutos, a perda do mês chegou a R$ 5 milhões ao dia tomando como referência o preço de R$ 0,62 por m3. O desperdício é porque a Petrobras produz a maior parte do gás associada à extração de petróleo e, se fechar os poços, a empresa junto a produção de óleo, que é mais rentável. A solução é queimar o gás na plataforma ou usá-lo em suas próprias operações.

Na média dos dois primeiros meses do ano, de acordo com o jornal, a queima de gás cresceu 29% e chegou a 7,1 milhões de m3, segundo relatório do Ministério de Minas e Energia. Na média de 2008, a perda era de 6 milhões de m3. O problema da queima do gás sempre existiu, mas se agravou com a crise, que fez o mercado encolher com a retração da indústria a partir do fim de 2008. Houve também menor uso das termelétricas a gás neste ano.

Segundo a Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado, as vendas caíram 31,7% no primeiro bimestre do ano. Para o especialista Marco Tavares, da consultoria Gas Energy, falta uma política clara para o preço do gás - que ora estimula o consumo com descontos como os praticados até 2006 e ora o mantém acima das cotações internacionais. Os preços mais altos, diz, inibem o crescimento do mercado. "A indústria fica com receio de mudar para o gás."

Invertia

Link: Petrobras perde R$ 5 milhões ao dia com queima de gás

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