Pão de Açúcar levou Ponto Frio na reta final, diz Luiza

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 09:52:00 PM

A superintendente da rede de varejo Magazine Luiza, Maria Luiza Helena Trajano, admitiu hoje que perdeu a disputa com o Grupo Pão de Açúcar para a compra da rede Ponto Frio na reta final. "Ficamos na concorrência até o final com o Pão de Açúcar. Perdemos aos 48 minutos do segundo tempo", afirmou a empresária, durante palestra, em evento promovido pela Associação Comercial de São Paulo. Segundo ela, a companhia contratou o banco JPMorgan para assessorá-la nas negociações e deslocou 20 pessoas para atuar no processo de compra. "Foram três meses de árduo trabalho.

O Pão de Açúcar subiu a proposta no final, quando o representante do nosso investidor no negócio estava num voo", disse. A executiva afirmou que os recursos para a aquisição do Ponto Frio foram captados com o investidor externo da rede, o Capital Group, que tem 12,36% de participação no Magazine Luiza. "Vivi sete dias de luto, mas me sinto honrada de ter lutado até o final", afirmou ela, sem revelar os valores envolvidos na transação. De acordo com ela, na verdade, o interesse pelo Ponto Frio começou há um ano, com a assessoria do Unibanco, que detém 50% de participação na Luiza Cred - braço financeiro da rede

A empresária ressaltou, porém, que a instituição financeira saiu do processo após a fusão com o Itaú, banco que tinha formado uma joint venture com o Pão de Açúcar, a Taií. O Grupo Pão de Açúcar anunciou a compra da rede Ponto Frio (Globex Utilidades S/A e suas controladas) no dia 8 deste mês. Conforme comunicado da empresa, o valor da aquisição da participação dos controladores é de R$ 824,5 milhões. Isso equivale a 70,24% do capital total, parte desse valor pago com ações do Grupo Pão de Açúcar.

Estado

Link: Pão de Açúcar levou Ponto Frio na reta final, diz Luiza

Petrobras inicia produção em dois campos de gás no litoral norte do Espírito Santo

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 08:50:00 PM

A Petrobras (PETR3, PETR4) anunciou nesta segunda-feira (15) que foi iniciada no dia 10 de junho a produção em dois campos de gás localizados no litoral norte do estado do Espírito Santo.

Segundo o comunicado, o campo de Camarupim, descoberto em julho de 2006, tem potencial de produção diário de 6 milhões de metros cúbicos de gás natural e 8 mil barris de condensado, sendo uma parceria entra a estatal brasileira, que detém 75% dos direitos de exploração, e a empresa norte-americana El Paso, com 25%.

Por sua vez, o campo de Cangoá, descoberto em maio de 1988, tem capacidade de produzir 400 mil metros cúbicos de gás natural por dia.

Conforme informou a estatal, a produção dos dois novos campos será escoada para a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas, em Linhares (ES).

Infomoney

Link: Petrobras inicia produção em dois campos de gás no litoral norte do Espírito Santo

Controladora fará oferta por ações ON da Mahle Metal Leve

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 06:48:00 PM

A Mahle Metal Leve anunciou hoje que sua acionista controladora, Mahle Indústria e Comércio Ltda. (MIC), fará uma oferta pública de aquisição (OPA) das ações ordinárias em circulação. As preferenciais não serão objeto da operação.

Atualmente, a MIC detém 83,16% do capital ordinário da Mahle Metal Leve, e mais 71,10% das ações preferenciais.

No Fato Relevante sobre a operação, é ressaltado o fato de que uma única acionista, a Atlas, detêm 16,65% das ações ordinárias em circulação, ante o total de 16,84% de free float desta classe de ações.

Ainda segundo a Mahle, a Atlas já manifestou seu interesse em aceitar a oferta. O preço da OPA será de US$ 5,04 por ação, sendo que o preço em reais será apresentado cinco dias antes do leilão, com base na cotação da Ptax calculada pelo Banco Central.

Em caso de adesão total, a OPA terá valor de US$ 10,4 milhões. Vale ressaltar, no entanto, que, no âmbito da operação, será facultada a troca da ação ordinária por preferencial à razão de 1 para 1.

Valor

Link: Controladora fará oferta por ações ON da Mahle Metal Leve

Perda de clientes é o maior risco para operadoras, aponta estudo

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 11:34:00 AM

A perda de assinantes para a concorrência é o maior risco que as operadoras de telefonia enfrentam hoje. A conclusão é de estudo feito pela consultoria Ernst & Young, que aponta os dez principais desafios para as teles, segundo especialistas no setor.

A competição no mercado de telecomunicações tornou-se mais intensa e mais complexa depois da chegada de novos agentes - especialmente as companhias de TV a cabo e as empresas de internet. Com o aumento e a diversificação das ofertas, as operadoras têm encontrado mais dificuldades para garantir consumidores fiéis.

"O assinante está arisco e muito atento às oportunidades. É um consumidor que quer mais ofertas e que tem conhecimento de tecnologia", afirma Luiz Carlos Marques, sócio da Ernst & Young especializado no setor.

Esse cenário despontou há cerca de cinco anos, mas agora tornou-se palpável a ponto desafiar a geração de caixa das operadoras tradicionais. "As teles não estão conseguindo a fidelidade de seus clientes. Isso tem impacto no fluxo de caixa, na geração de recursos para fazer investimentos e na própria capacidade dessas empresas de obter crédito a um custo razoável", observa Marques.

O estudo, feito pela Ernst & Young em parceria com a empresa de pesquisas Oxford Analytica, é o resultado de dezenas de entrevistas com analistas, acadêmicos, executivos, consultores e jornalistas que acompanham o setor de telecomunicações nos Estados Unidos e na Europa.

Apesar disso, o consultor da Ernst & Young afirma que as conclusões também se aplicam ao mercado brasileiro. "O que está acontecendo é uma revolução global. E, desde a privatização, o Brasil tem acompanhado as grandes questões do setor muito de perto. Os investidores estrangeiros trouxeram suas tecnologias para o país", avalia Marques.

A lista dos principais riscos enfrentados pelas operadoras revela um panorama interessante sobre o momento crucial que esse mercado atravessa. Seis dos dez maiores desafios apontados pelo documento relacionam-se diretamente às inovações tecnológicas que estão transformando o perfil do setor.

A aproximação dos serviços tradicionais de telecomunicações com as oportunidades criadas pela internet - como a transmissão de vídeos e músicas e as chamadas de voz gratuitas - colocaram em xeque os modelos de negócios das teles mais antigas. Não é à toa que o estudo aponta as dificuldades em estimar o retorno proveniente de serviços baseados em novas tecnologias e em obter, nesse ambiente, um fluxo de caixa satisfatório como alguns dos grandes riscos para as companhias do setor. Garantir a segurança e a privacidade dos usuários no frágil ambiente do protocolo de internet (IP) também é uma ameaça com a qual as operadoras precisam aprender a lidar, na avaliação dos especialistas ouvidos pela consultoria.

Em consequência, outro grande fator de risco para o setor é de natureza regulatória. Segundo o levantamento, a adoção de novas tecnologias desafia as agências reguladoras, cujas decisões têm impacto nos negócios das empresas. Mais do que isso, a incerteza quanto ao tratamento que se deve dar a novos serviços eleva a temperatura no campo da regulamentação porque dá margem à interferência política. No Brasil, por exemplo, não tem sido poucos os embates travados entre a Anatel e o Ministério das Comunicações no Brasil nos últimos anos.

Apesar das disputas políticas e da percepção corrente entre as operadoras de que a regulamentação brasileira está defasada, Marques avalia que a Anatel tem procurado acompanhar o debate internacional sobre o setor. "A agência tem buscado respostas", afirma. "Mas a morosidade das decisões e as disputas políticas aumentam o risco regulatório para as empresas."

Valor

Link: Perda de clientes é o maior risco para operadoras, aponta estudo

Embraer confirma venda de sete jatos para a KLM

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 11:33:00 AM

A Embraer informou hoje, na feira aérea Paris Air Show, que recebeu um contrato para venda de sete jatos Embraer 190 da KLM City Hopper, confirmando as opções no contrato original anunciado em agosto de 2007. As entregas iniciais da nova encomenda deverão ocorrer durante o primeiro semestre do ano que vem, disse a fabricante brasileira. A KLM City Hopper é uma subsidiária regional holandesa da Air France-KLM. A KLM ainda tem 11 opções para comprar jatos da Embraer, acrescentou a empresa brasileira.

A companhia aérea já opera quatro jatos Embraer 190 em suas rotas regionais europeias. Separadamente, a Embraer anunciou que vendeu um jato Embraer 175 para a japonesa Fuji Dream Airlines. O contrato original assinado em novembro de 2007 incluía uma encomenda por dois Embraer 170 e direitos de compra de outro avião do mesmo modelo, mas foi recentemente modificado para permitir que a Fuji Dream encomendasse o novo Embraer 175. As entregas do Embraer 175 começarão no ano que vem. Essa encomenda já está incluída nos pedidos em carteira da fabricante de aviões do primeiro trimestre, disse a Embraer.

Estado

Link: Embraer confirma venda de sete jatos para a KLM

MRV anuncia os termos de sua oferta primária e secundária de ações

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 11:24:00 AM

A MRV Engenharia (MRVE3) anunciou nesta segunda-feira (15) os termos de sua nova oferta de ações, informando a distribuição primária de 18 milhões de ações ordinárias, e secundária de 4,5 milhões de ações.

A operação será realizada no Brasil e contará com esforços de colocação no exterior, tendo como coordenador líder o Banco UBS Pactual e como demais coordenadores os bancos Santander e Credit Suisse.

A quantidade de ações inicialmente distribuídas pode ser acrescida de um lote suplementar de até 3.375.000 ações, correspondentes a 15% do total da oferta inicial.

Além disso, o coordenador líder também pode exercer a opção de lote adicional de até 4.500.000 papéis, correspondentes a 20% do total de ações ofertadas inicialmente, excluída a oferta suplementar.

De acordo com o comunicado, a oferta será destinada tanto a investidores não-institucionais (oferta de varejo), incluindo clubes de investimentos, quanto a investidores institucionais (oferta institucional).

Em ambos os casos, será necessário realizar o pedido de reserva, observando os limites mínimo e máximo de investimento, entre R$ 3 mil e R$ 300 mil. Já a oferta institucional tem apenas um limite mínimo de aplicação, de R$ 300 mil.

Caso a totalidade de pedidos de reserva de ações realizados por investidores de varejo ultrapasse o montante de papéis destinado a este grupo (mínimo de 10% e máximo de 20% dos papéis inicialmente ofertados), será utilizado o rateio proporcional das ações entre todos os investidores.

Vale lembrar que a fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de bookbuilding.

Infomoney

Link: MRV anuncia os termos de sua oferta primária e secundária de ações

Brasil garantirá US$ 5 bilhões em ajuda para Argentina

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 11:19:00 AM

O Brasil vai reforçar em US$ 5 bilhões as reservas internacionais da Argentina por meio do mecanismo de troca (swap) de moedas, anunciaram representantes dos dois governos. A notícia foi divulgada pelo assessor especial da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia, ao jornal " Clarín " sexta-feira. No sábado foi confirmada pelo chefe de Gabinete da presidência argentina, Sergio Massa.

O swap de reservas é uma operação pela qual cada parte toma recursos em moeda do outro, entregando sua própria moeda em troca. A operação será feita por meio dos bancos centrais e segue o modelo adotado pela Reserva Federal (o BC americano) quando ofereceu US$ 30 bilhões ao Brasil e ao México no ano passado, no começo da crise financeira internacional. Em março, o Banco Central da Argentina (BCRA) fez com a China um acordo idêntico, em que Banco Popular (Banco Central) chinês disponibilizou recursos equivalentes a US$ 10 bilhões em yuans.

Trata-se de uma " operação contingente " , ou seja, as transações se realizam somente se necessário. Para a Argentina representa um reforço da posição financeira do BCRA para controlar a oscilação do peso frente ao dólar, embora os recursos não se somem às reservas. A posição oficial das reservas internacionais do país está há meses estabilizada em US$ 46,5 bilhões e o BC argentino tem mantido o câmbio em 3,70 pesos por dólar com enorme esforço devido à forte saída de capitais do país devido ao complicado cenário político com a aproximação das eleições legislativas de 28 de junho.

Segundo Sergio Massa, o swap com o Brasil foi acertado entre a presidente Cristina Kirchner e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o último encontro oficial bilateral no fim de abril. Este é o segundo reforço financeiro do Brasil para Argentina este ano. Em abril, na mesma reunião entre Lula e Cristina, ficou acertada uma ampliação de US$ 120 milhões para US$ 1,5 bilhão do limite de operações de comércio exterior bilateral garantidas pelo Convênio de Crédito Recíproco (CCR).

O objetivo é incrementar o comércio bilateral que caiu pela metade no começo deste ano, embora já tenha começado a se recuperar. A Argentina vem levantando cada dia mais barreiras às importações, independentemente da origem. A última cartada dos vizinhos é a exigência aos importadores de que exportem um dólar para cada dólar que pretendem importar. Em entrevista ao jornal " Página 12 " publicada neste domingo, a ministra da Produção, Débora Giorgi disse que as barreiras e a forte redução das importações fazem parte da política do governo Cristina Kirchner de " industrialização com substituição de importações " .

Valor

Link: Brasil reforça em US$ 5 bilhões reservas da Argentina

Bônus do Cruzeiro do Sul tem forte demanda

Publicado por Gandalf às 6/15/2009 11:07:00 AM

O Banco Cruzeiro do Sul conseguiu captar US$ 60 milhões lançando bônus no mercado externo. Foi o primeiro banco médio a acessar o mercado de bônus no exterior desde o a piora da crise, em outubro do ano passado.

A demanda surpreendeu. O banco previa lançar US$ 30 milhões, mas a procura chegou a US$ 74 milhões, vinda principalmente de investidores asiáticos, que ficaram com 40% dos papéis.

Os bônus têm prazo de dois anos e o dinheiro será usado para reforçar as operações de crédito consignado do Cruzeiro do Sul. O banco projeta crescimento de 20% na carteira total de empréstimo para 2009.

Luis Octavio Indio da Costa, presidente do Cruzeiro do Sul, conta que o banco só conseguiu emitir lá fora porque, mesmo nos piores momentos da crise, seguiu com suas visitas periódicas aos investidores externos. A cada 90 dias, a instituição faz um " road show " pela Europa, Ásia e Estados Unidos mostrando seus números. Foi na última reunião, para apresentar os números do primeiro trimestre, no início de maio, que o banco " sentiu " que havia espaço para lançar papéis lá fora. " Foram os próprios investidores que demonstraram interesse no papel. "

Os principais compradores foram as áreas private (para clientes de alta renda) de bancos, que procuravam papéis com rentabilidade atraente. O cupom (juro nominal) do bônus do Cruzeiro do Sul saiu a 9% ao ano. A operação foi liderada pela BCP Securities. Apesar da demanda acima da oferta, o executivo conta que o banco optou por não atender a todos os pedidos porque não queria ficar muito concentrado em papéis de dois anos.
O Cruzeiro do Sul tem um programa de US$ 1 bilhão em bônus como os lançados agora. Segundo o presidente do banco, o objetivo é voltar ao mercado externo no final do segundo semestre, provavelmente com uma oferta maior e de prazo também mais longo. " Tudo vai depender de como estiver o mercado. " Segundo Índio da Costa, as coisas estão melhores, mas ainda estão difíceis. " O mercado está 40% do que era antes da crise. Ainda está complicado. "

No mercado local, Índio da Costa conta que os investidores institucionais estão voltando a comprar papéis de bancos médios, mas apenas por meio dos Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGE). Esses papéis contam com um aval extra do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que garante até R$ 20 milhões ao aplicador se o banco quebrar. " Esse investidor tinha sumido e agora voltou. "

O crédito do Cruzeiro do Sul também já dá sinais de chegar a níveis pré-crise. Em junho, a previsão é que o volume de empréstimos chegue a 80% do que foi no melhor mês do banco, no primeiro semestre do ano passado. Em maio, ficou em 75% desse total.

As taxas devem cair mais, refletindo a queda da Selic de um ponto na quarta-feira, que surpreendeu o mercado. Segundo Índio da Costa, no consignado a redução deve ser menor, porque as taxas já estão muito baixas. Segundo o Banco Central, o juro médio está em 2,12% ao mês.

Ainda entre os bancos médios, o BicBanco anunciou que conseguiu um empréstimo de US$ 35 milhões da Corporação Interamericana de Investimentos (CII), que pertence ao Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O dinheiro será usado para financiar operações de crédito de empresas de menor porte, principalmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste do país.

Valor

Link: Bônus do Cruzeiro do Sul tem forte demanda

Marcadores