Ação da OGX dispara com descoberta de indícios de petróleo

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 05:36:00 PM

A ação ordinária da OGX Petróleo e Gás dispara 12,44%, sendo o segundo papel mais negociado na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) nesta sexta-feira, após o comunicado de que a empresa encontrou indícios de hidrocarboneto em um bloco da bacia de Santos (SP). O ativo movimenta negócios de R$ 433,29 milhões.

O diretor de desenvolvimento e produção da empresa, Reinaldo Belloti, avalia que a produção de petróleo pode acontecer já em 2011.

A OGX é o braço petrolífero do grupo EBX, do empresário Eike Batista e conta com 29 blocos exploratórios nas bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba.

A OGX informou a descoberta no bloco BM-S-29, que faz parte da concessão em que a empresa detém 65% de participação e a operadora Maersk Oil tem 35%.

"Essa evidência na bacia mais promissora do Brasil representa uma importante conquista para a OGX. A perfuração do poço (...) continua em andamento e a obtenção de novos dados será necessária para determinar a significância dos indícios", afirmou Mendonça no comunicado.

Segundo o diretor de desenvolvimento e produção da empresa, Reinaldo Belloti, a produção de petróleo poderia já acontecer no final de 2011.

"Até o final de 2011 teremos o nosso primeiro óleo produzido", afirmou ele, em evento da OGX no Rio de Janeiro.

O poço 1-MRK-2A-SP está localizado no bloco BM-S-29 a aproximadamente 130 quilômetros da costa do Estado de São Paulo, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 100 metros. As atividades de perfuração foram iniciadas em 16 de agosto, de acordo com o comunicado.

Mendonça destacou ainda que a empresa vai furar 50 poços nos próximos três anos nos vários blocos que possui no país.

A OGX informou também nesta sexta-feira que a empresa planeja realizar um desdobramento de ações, no início de 2010.

Segundo o diretor financeiro da OGX, Marcelo Torres, a companhia irá ainda fazer requerimento para a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para o desdobramento dos papéis.

"A ideia sempre foi essa, mas tinha que esperar 18 meses (desde o IPO)", prazo que termina em dezembro, declarou Torres.

O desdobramento é feito para dar maior liquidez ao papel, já que reduz o preço por ação, considerado elevado pelos acionistas.

Folha

Link: Ação da OGX dispara 12,4% com descoberta de indícios de petróleo

OGX quer perfurar 6 poços em 2009 e pode desdobrar ações em 2010

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 05:06:00 PM

A petroleira OGX tem a intenção de desmembrar suas ações (fazer um " split " , no jargão de mercado) no ano que vem. " A partir de dezembro poderemos pensar em fazer o desdobramento " , afirmou hoje o diretor-financeiro da empresa, Marcelo Torres.

A empresa lançou ações no mercado em junho de 2008 e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) determinou que não houvesse alterações durante 18 meses. Esse prazo, portanto, acaba em dezembro. A companhia ainda não encaminhou requerimento à CVM para efetuar a divisão.

O desdobramento interessa aos investidores de varejo que compraram as ações e, agora, consideram que o preço unitário do papel está muito elevado, prejudicando a liquidez dos negócios. Há pouco, a ação ON da OGX saía a R$ 1.435 na BMFBovespa.

O papel opera em alta de 3,23%, com volume expressivo de negócios, de mais de R$ 97 milhões. Para esse giro contribui não só a possibilidade de " split " de ações, mas também a notícia de que a petroleira encontrou indícios de hidrocarboneto em um poço no bloco BM-S-29, da Bacia de Santos.

De acordo com o diretor-geral da OGX, Paulo Mendonça, a expectativa é de perfurar mais um poço na Bacia de Santos até o fim do ano. Na Bacia de Campos, onde a companhia começou a perfurar o BM-C-43 em setembro, devem ser abertos mais três poços ainda em 2009. Dessa forma, a perspectiva da empresa é de encerrar o ano com seis poços perfurados - dois em Santos e quatro em Campos.

Em reunião da Apimec para comentar os resultados trimestrais da companhia, Mendonça afirmou que, por enquanto, as operações voltadas às jazidas do pré-sal não têm nenhum impacto sobre o trabalho da OGX, que " tem uma carteira exploratória para o pós-sal " . Ele ressalva, contudo, que se aparecerem oportunidades para a OGX entrar também no pré-sal, a empresa vai avaliar.

Por enquanto, disse ele, as atenções da companhia estão voltadas para a nova avaliação das reservas existentes em 22 blocos dos quais a OGX tem concessão. A empresa americana DeGolyer & MacNaughton apresentará a reavaliação, em três dimensões, na segunda semana de outubro.

A avaliação original dava conta de uma reserva potencial de 4,8 bilhões de barris de petróleo nos 22 blocos das bacias de Campos, Santos, Espírito Santo e Pará-Maranhão. Recentemente, a OGX adquiriu sete blocos terrestres, na região maranhense do Parnaíba, nos quais estima-se que haja gás natural.

O diretor-financeiro, Marcelo Torres, completou que a OGX tem um caixa de R$ 7,8 bilhões, o que lhe permite tocar as operações nos próximos três anos - durante os quais a empresa pretende perfurar 50 poços.

Valor

Link: OGX quer perfurar 6 poços em 2009 e pode desdobrar ações em 2010

Presidente da Petrobras alerta para necessidade de investimento na exploração em alto-mar

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 05:00:00 PM

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, alertou hoje (2) para a necessidade de se investir na produção de equipamentos para exploração em alto-mar e em treinamento de mão de obra especializada. Segundo ele, limitações nessas áreas podem reduzir o ritmo de desenvolvimento da exploração do petróleo na camada do pré-sal e preocupam mais do que a necessidade de recursos financeiros para viabilizar a atividade no país.

“Não vejo restrições na capacidade de financiar esses investimentos, o mercado vai criar mecanismos para isso. Vejo como muito mais impactante a inexistência física de navios, máquinas, equipamentos, sondas, válvulas. Além disso, é possível que no futuro tenhamos algumas limitações de mão de obra, porque o volume de demanda por técnicos especializados vai crescer. É necessário investir em treinamento de mão de obra, em novas indústrias e densificar a cadeia produtiva para que o pré-sal possa se desenvolver com a rapidez adequada”, afirmou ele, após conceder entrevista ao programa Brasil em Pauta, da EBC Serviços, da Empresa Brasil de Comunicação.

Durante o programa, Gabrielli voltou a defender uma divisão “mais igualitária” entre os estados brasileiros dos recursos provenientes dos royalties do pré-sal. Ao enfatizar que se trata de uma opinião pessoal, ele disse que os estados produtores podem receber um volume maior, “mas não na proporção que é hoje, uma vez que o volume [de recursos gerados com a atividade] vai ser muito grande”.

O presidente da Petrobras também reiterou que a estatal tem condições de operar sozinha na atividade, o que, segundo ele, pode permitir uma maior eficiência em todo o processo.

“Dado o tamanho da operação, é melhor que a montagem de infraestrutura seja feita de forma a otimizar o sistema como um todo e não partido, pulverizado. É a única maneira de garantir que se constitua uma indústria nacional forte, evitando a maldição do petróleo, que é ter um setor crescente forte sem que haja no país nenhuma outra atividade”, explicou.

Ele destacou, no entanto, que esse cenário envolverá também diversas empresas nacionais e estrangeiras, que poderão atuar em parceria com a Petrobras, oferecendo e contratando serviços de várias naturezas.

Gabrielli lembrou que estatal responde por mais de 88% das operações no mar brasileiro e por 23% das operações mundiais em águas profundas. Também destacou que estão previstos investimentos de mais de US$ 174 bilhões para os próximos cinco anos, dos quais cerca de US$ 30 bilhões devem ser destinados à atividade de exploração do pré-sal.

Agência Brasil

Link: Gabrielli destaca necessidade de investir em equipamentos para exploração em alto-mar

Embraer capta US$ 500 milhões a 6,37% ao ano

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 04:02:00 PM

A fabricante brasileira de aviões Embraer informou hoje que concluiu uma emissão externa de US$ 500 milhões com vencimento em 2020.

Os papéis têm cupom 6,375% ao ano, que será pago semestralmente. Como os títulos foram vendidos a 99,081% do valor de face, o retorno final para os investidores ficou em 6,5% ao ano.

Os papéis tem rating Baa3 pela agência de classificação de risco Moody's e o dinheiro obtido na operação deve ser usado para liquidação de dívidas que vencem no primeiro semestre do ano que vem.

O Deutsche Bank e o Morgan Stanley atuaram como coordenadores da oferta.

Valor

Link: Embraer conclui captação de US$ 500 milhões

Banco Rendimento compra 65% do Concórdia

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 11:31:00 AM

O Banco Rendimento comprou 65% do Banco Concórdia, uma das empresas da Concórdia Holding, braço financeiro da Sadia. O valor do negócio não foi revelado. Membros da família Furlan - Luiz Gotardo Furlan e Caio Weil Villares - ficaram com o restante da participação acionária. A partir dessa transação, o banco Rendimento pretende ampliar sua atuação na oferta de crédito para pequenas, médias e grandes empresas do agronegócio. O acordo, que teve início há cerca de 45 dias, será submetido ao crivo do Banco Central (BC). Segundo o presidente do Banco Rendimento, Abramo Douek, a ampliação da carteira de crédito e o acesso a clientes do agronegócio foram os principais atrativos do Banco Concórdia. "Com a aquisição, pretendemos que a nossa carteira de crédito passe dos atuais R$ 350 milhões para R$ 500 milhões em 180 dias", disse.

O Banco Concórdia havia sido criado pela Sadia para financiar os seus fornecedores, mas em razão dos problemas financeiros enfrentados pela empresa com o episódio dos contratos derivativos, as atividades foram praticamente suspensas. No entanto, o sistema para a sua operação já havia sido montado, estrutura que será aproveitada agora pelo Rendimento. Além disso, os próprios fornecedores da BRF Brasil Foods (empresa resultante da fusão entre Sadia, e Perdigão) passam a ser potenciais clientes para a instituição financeira. "Não existe exclusividade para trabalharmos com a BRF, mas digamos que há uma certa empatia entre o banco e a empresa", disse Douek.

O executivo ainda prevê sinergias entre os clientes do banco e da Concórdia Corretora, que fica nas mãos de Luiz Fernando Furlan, Caio Weil Villares e Luiz Gotardo Furlan (respectivamente genro e filho do ex-ministro e também acionistas do banco). No entanto, Douek descarta a possibilidade de a aquisição se estender também à corretora. A Concórdia Corretora administra R$ 4,2 bilhões em investimentos no mercado financeiro, tanto de clientes institucionais, como de empresas e pessoas físicas. A empresa tem mais de cinco mil clientes ativos com recursos aplicados nos mercados de renda fixa, variável e de futuros. Por imposição da Perdigão, a holding financeira que pertencia à Sadia não foi incluída na negociação que deu origem à BRF.

Estado

Link: Banco Rendimento compra 65% do Concórdia

Ação da Rossi sai com desconto de 6%

Publicado por Gandalf às 10/02/2009 10:32:00 AM

A ação da Rossi Residencial será vendida com desconto de 6,02% na oferta pública primária que está realizando. O papel saiu a R$ 12,50, conforme dados disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ante cotação de R$ 13,30 no fechamento de hoje na Bovespa.

Com base neste valor e na venda de 55 milhões de ações, a empresa deve captar R$ 687,5 milhões apenas com a oferta inicial que já foi colocada.

O site da CVM, no entanto, indica o que foi registrada a emissão de 74,25 milhões de ações. Isso incluiria, além da colocação do lote suplementar de 8,25 milhões de ações (de 15%), também outras 11 milhões de ações, que podem ser de um lote adicional, de 20%, que não estava previsto no Aviso ao Mercado.

Levanto em conta o total de ações registradas, a oferta total pode somar R$ 928,12 milhões.

O dinheiro arrecadado pela empresa será utilizado na aquisição de terrenos e em projetos voltados ao segmento imobiliário econômico.

As novas ações emitidas nesta operação começam a ser negociadas no próximo dia 5 de outubro. A liquidação financeira ocorre no dia 7. Ainda não há informação sobre eventual rateio na oferta de varejo.

Valor

Link: Ação da Rossi sai a R$ 12,50, com desconto de 6%

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