CSN descarta contraproposta à oferta por ações da Cimpor

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 06:12:00 PM

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que anunciou nesta sexta-feira o lançamento de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) sobre a Cimpor, não teme a possibilidade de surgir uma contraproposta.

O diretor-executivo da empresa, Juarez Saliba de Avelar, disse nesta sexta à Agência Lusa que a companhia não teme concorrência.

"Não temos preocupação alguma", disse, para em seguida acrescentar que "ninguém vai conseguir trazer a lógica estratégica que a CSN quer trazer".

"Os potenciais líderes não nos preocupam", ressaltou o executivo, que acredita que a companhia é a "candidata ideal para fazer a aquisição".

Nas últimas semanas, a imprensa noticiou que a Votorantim e a Camargo Corrêa tinham estado em Portugal para contatar os acionistas de referência da cimenteira.

A CSN lançou nesta sexta uma OPA sobre todo o capital da Cimpor, oferecendo 5,75 euros por cada ação.

Lusa

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Hypermarcas irá recomprar até 6,7 milhões de ações

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 06:01:00 PM

A Hypermarcas anunciou a recompra de até 6,7 milhões de ações ordinárias, pelo período de um ano, para manutenção em tesouraria ou para exercício de opções de compra. O montante corresponde a 6,7% das ações em circulação.

A empresa pretende usar recursos das contas de reservas de capital, que somam R$ 521,158 milhões. "O objetivo da autorização é aplicar recursos disponíveis da companhia de forma a maximizar a geração de valor para o acionista, por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital", afirmou a empresa em comunicado.

A empresa realizou em julho uma oferta pública de 24,5 milhões de ações, na qual captou R$ 793,5 milhões, sendo que R$ 563 milhões entraram no caixa da companhia.

Valor

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TAM fará parcelamento em até 48 vezes com Itaú

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 06:00:00 PM

Depois da parceria com o Banco do Brasil (BB) para parcelamento de passagens em até 36 vezes, a TAM divulgou hoje ter selado acordo com o Itaú para financiamento em até 48 meses. Segundo a empresa, o benefício vale para os correntistas pessoas físicas do banco que têm disponibilidade de crédito.

A opção de parcelamento em 48 vezes está disponível a partir de hoje para as compras realizadas diretamente no site da empresa. Em nota, a TAM, destaca que ainda planeja fechar negociações com outros grandes bancos nos próximos meses.

Os acordos fechados nas últimas semanas com instituições financeiras fazem parte da estratégia implementada pela companhia para ampliar o acesso às viagens de avião a pessoas não habituadas com o transporte aéreo. "As pessoas que têm conta bancária e possuem linha de crédito disponível podem comprovar agora que as viagens de avião permitem economizar tempo e dinheiro na comparação com as de ônibus, em percursos acima de mil quilômetros, que duram de dois a três dias apenas no trecho de ida", disse o presidente da TAM, Líbano Barroso.

Estado

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Hypermarcas acerta patrocínio de R$ 28 milhões com Flamengo

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 05:46:00 PM

Logo no dia da posse, a presidente Patrícia Amorim tem uma carta na manga para apresentar à torcida do Flamengo. Na noite desta terça-feira, ela deve anunciar um patrocínio de R$ 28 milhões da Hypermarcas – dono da marca Bozzano, que estampou o logotipo nas mangas do clube no fim de 2009 – para o próximo ano.

Houve uma reunião na noite de segunda-feira e o clube aceitou a proposta por um ano de contrato. Uma empresa de laticínios também estava interessada, mas o valor ficou abaixo do esperado. A negociação foi conduzida pela gestão de Marcio Braga, com participação do colaborador José Carlos Dias e do vice geral Delair Dumbrosck.

Se confirmado, o contrato será o maior do mercado brasileiro. Em 2008, por exemplo, o mesmo Flamengo recebia R$ 14,2 milhões anuais da Petrobras. A companhia petrolífera chegou a ensaiar um retorno ao clube, mas a negociação não foi adiante.

Somando os contratos do patrocinador principal, que exibirá a marca nas mangas, frente e costas do uniforme, e o fornecedor de material esportivo, o Flamengo ultrapassa a casa de R$ 50 milhões em arrecadação com parceiros. O orçamento do clube em 2010 prevê receitas na casa dos R$ 146 milhões.

G1

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Petrobras inicia terraplanagem de refinaria no Maranhão em janeiro

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 02:31:00 PM

A Petrobras vai entrar 2010 dando partida no seu projeto de valor mais elevado, a refinaria do Maranhão, com orçamento provisório de US$ 19,9 bilhões, mais do que os US$ 19 bilhões de investimentos previsto para a exploração da camada pré-sal até 2013. É a maior das cinco novas refinarias que a estatal está construindo. As outras serão no Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Rio de Janeiro.

O diretor de Abastecimento da estatal, Paulo Roberto Costa, disse que recebeu, na quinta-feira, a licença prévia ambiental para início das obras de terraplanagem da área onde será construída a usina e que na primeira quinzena de janeiro inicia a limpeza, construção de guarita e da cerca em volta do terreno. Esta primeira etapa custará R$ 30 milhões e será feita pela Fidens Engenharia.

Projetada para refinar 600 mil barris de petróleo leve (do pré-sal) e pesado, a refinaria do Maranhão ficará no município de Bacabeira, próximo a São Luís, e terá quase o dobro de capacidade da Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo, hoje a maior da Petrobras e da América do Sul, com capacidade para refinar 360 mil barris de óleo por dia. De acordo com o projeto, ela não produzirá gasolina e 60% da sua produção será de óleo diesel para exportação. As atuais 11 refinarias da Petrobras produzem um máximo de 30% de diesel.

O cronograma prevê a construção em dois módulos de 300 mil barris cada, o primeiro para o final de 2013 e o segundo para dois anos depois. Costa disse que pretende já em fevereiro "colocar na rua" a licitação para o trabalho de terraplanagem propriamente dito, prevendo a assinatura de contrato para maio.

Em agosto, a Universidade Federal do Maranhão (UFMA) entregou o Estudo e o relatório de impacto ambiental (Eia/Rima) da obra que está em fase de audiências públicas para a concessão de licença ambiental definitiva. A Petrobras tem um acordo prévio com a trading japonesa Marubeni para financiamento da obra e pretende que o parceiro fique com 20% do capital da unidade.

O otimismo de Costa com o projeto do Maranhão não é igual em relação ao da refinaria do Ceará, um projeto semelhante ao maranhense, só que com metade de capacidade de refino (300 mil barris por dia). Segundo ele, o terreno, doado pelo governo do Estado como o do Maranhão, não pode ser liberado porque foi constatado que a área, dentro do perímetro do complexo industrial-portuário de Pecém, é habitado por descendentes de índios. Agora, o caso está sendo estudado pela Fundação Nacional do Índio (Funai) e por antropólogos independentes e não há prazo para a liberação.

Segundo Costa, "para não perder tempo", a Petrobras está fazendo a sondagem do terreno, um trabalho prévio à terraplanagem, enquanto a Universidade Federal do Ceará (UFCE) prepara o EIA/Rima. O executivo disse que a demora na liberação do terreno já está afetando o cronograma da obra, prevista para entrar em operação no fim de 2013 com a capacidade total. A ideia de fazer a refinaria em dois módulos de 150 mil barris por dia foi abandonada. No Ceará, o financiador é com a também japonesa Mitsui que, se tudo ficar sair como deseja a Petrobras, ficará com 20% do capital. O orçamento inicial da obra é de US$ 11,1 bilhões.

Irremediavelmente atrasada também está a obra da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, capaz de refinar 220 mil barris de óleo pesado por dia, embora seja também de todas mais adiantada. Costa disse que as longas negociações para reduzir os preços dos principais equipamentos fez com que a inauguração, prevista para março de 2011, tenha sido postergada para abril de 2012. Mas, segundo ele, foi possível economizar R$ 6,7 bilhões entre os primeiros preços cotados e contratados na terceira tentativa.

Esta semana está sendo esperada no Rio de Janeiro uma delegação da estatal venezuelana PDVSA, que será sócia do projeto com 40% do capital, para iniciar as negociações com o BNDES de forma a assumir a fatia que lhe corresponde (R$ 3,6 bilhões) do financiamento de R$ 9 bilhões concedido à Petrobras para a obra. Ainda falta também a PDVSA fazer um aporte de capital de R$ 840 milhões ao projeto.

A quarta refinaria (150 mil barris de óleo pesado de Marlim), unidade básica do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), está com 50% da terraplanagem pronta e com as licitações dos principais equipamentos em processo de decisão. O Comperj tem previsão de operar entre o fim de 2012 e início de 2013. O projeto segue sendo exclusivo da Petrobras e Costa já admite que a refinaria deverá ficar assim. Já as unidades de resinas termoplásticas, a chamada segunda geração, ele mantém a disposição de que a Petrobras seja sócia minoritária, mas afirma que o fato de não haver ainda sócios não vai atrasar o cronograma. O orçamento inicial do Comperj é de US$ 8,4 bilhões, mas já se sabe que ele custará muito mais.

A quinta refinaria planejada pela Petrobras é, na realidade, a transformação de uma unidade de produção de diesel, querosene de aviação e gás de cozinha (GLP) em uma refinaria propriamente dita, processando 30 mil barris de óleo por dia. Localizada no Rio Grande do Norte, a refinaria Clara Camarão (mulher de Felipe Camarão, herói da expulsão dos holandeses do Nordeste brasileiro), com obra orçada em US$ 200 milhões, começa a operar no segundo semestre de 2010.

Valor

Link: Petrobras inicia refinaria no Maranhão em janeiro

Governo define mínimo de R$ 510

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 11:34:00 AM

Reajuste nominal corresponde a 9,68%, com ganho real em torno de 6%; novo piso entrará em vigor dentro de dez dias. Decisão será tomada hoje, por medida provisória; benefícios da Previdência acima do mínimo terão reajuste de cerca de 6,2%

O governo federal definiu em R$ 510 o novo valor do salário mínimo, que passa a vigorar dentro de dez dias, em 1º de janeiro do próximo ano. Isso equivale a um reajuste nominal de 9,68%. Há, portanto, a concessão de aumento real, estimado em 6%.

A decisão será tomada hoje em reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com o ministro Paulo Bernardo (Planejamento). Teoricamente, poderá haver mudanças, mas a tendência é Lula optar por esse valor e não o de R$ 507, calculado com base nas novas regras de aumento do salário mínimo e incluído no projeto de Orçamento para 2010 em votação no Congresso.

O impacto do novo mínimo de R$ 510 nas contas da Previdência será de cerca de R$ 4,6 bilhões em 2010. Se fosse de R$ 507, ficaria em R$ 4 bilhões, segundo dados do governo. Cada R$ 1 de aumento real representa cerca de R$ 200 milhões a mais nas despesas do INSS.

O aumento será concedido por meio de medida provisória, que vai tratar também do reajuste das aposentadorias acima do mínimo -que deve ficar em 6,2% em termos nominais, com ganho real de 2,5%.

O texto da MP vai incluir a regra de reajuste do salário mínimo até 2023, com revisões periódicas, com base na inflação mais a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes. Nesse cálculo, o reajuste seria de 8,9%, elevando o mínimo em 2010 dos atuais R$ 465 para R$ 506,25.

O relator do Orçamento, deputado Geraldo Magela (PT-DF), decidiu arredondar para R$ 507, mas a equipe do Ministério do Planejamento irá apresentar a Lula a proposta de aumento para R$ 510 por conta das dificuldades operacionais relacionadas com as máquinas de saque de dinheiro.

Essas máquinas, em geral, trabalham com cédulas de R$ 10. Em alguns casos, são programadas para notas de R$ 2 e R$ 5. Para facilitar o trabalho de pagamento, o valor seria arredondado para R$ 510.

Além da questão técnica, Lula deve levar em consideração que esse é o último reajuste do salário mínimo durante seu governo, que adotou uma política de valorização do piso do país.

Durante seu primeiro mandato, o petista já concedeu aumento real de 25,32% ao mínimo. Neste segundo, que termina ao final de 2010, o aumento real ficará entre 22% e 23% em relação ao INPC. Assim, nos dois mandatos, o mínimo terá ganho real de ao menos 53%.

Esse índice, apesar de maior do que o dos oito anos do governo FHC, ainda está distante do prometido na campanha, quando Lula afirmou que iria dobrar o valor real do mínimo.

No primeiro mandato, FHC elevou o valor real do mínimo em 19,67%; no segundo, em 20,56%. Assim, em oito anos de mandato (1995-2002), FHC elevou o mínimo em 44,27%.

No caso dos benefícios da Previdência Social de valor acima do salário mínimo, Lula deve optar pela regra que vinha sendo negociada com os aposentados -cálculo do reajuste com base na inflação, acrescida de metade da variação do PIB de dois anos antes.

Esse mecanismo, porém, não será incluído no texto da medida provisória a ser assinada ainda nesta semana, que vai tratar o aumento real dos benefícios como "recuperação de perdas passadas". Com isso, o reajuste desses benefícios será de 6,2% também em janeiro.

O governo optou pelo aumento por MP depois que decidiu barrar a votação no Congresso de projetos de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), que estendiam o aumento do mínimo também aos benefícios de valor acima do piso salarial.

A justificativa é que o impacto seria elevado nas contas do governo. Pelo projeto de Paim, o gasto extra com os benefícios acima do mínimo passaria de R$ 6 bilhões. Agora, será de, no máximo, R$ 3,5 bilhões. Ontem, o presidente Lula já antecipou a linha de sua decisão ao ser questionado, durante conversa de final de ano com os jornalistas, sobre o reajuste dos aposentados.

"A Previdência tem um limite; a Previdência tem uma arrecadação. A gente não pode pagar o que a gente não tem", afirmou, acrescentando que "não posso fugir do limite do bom senso, para o bem deles [aposentados], porque, se a Previdência quebrar, será mau para todos os brasileiros".

Para se defender da reação contrária de algumas entidades de aposentados, que reivindicam o reajuste pelo PIB integral, Lula disse: "Os aposentados não tiveram um centavo de prejuízo [na administração petista]; nós repusemos aos aposentados brasileiros aquilo que foi a inflação".

Folha

Link: Governo define mínimo de R$ 510

Governo defende alta carga tributária

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 11:17:00 AM

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta segunda-feira (21) a cobrança de altos impostos, e disse para uma plateia de empresários que não se pode imaginar o país com uma cobrança tributária fraca. Lula alegou que, somente arrecadando, o Estado pode exercer um papel forte como indutor de políticas públicas.

"Não imaginem um país com carga tributária fraca. Não tem país do mundo em que o Estado possa fazer alguma coisa que não tenha uma caga tributária razoável. É só pegar a Europa, Estados Unidos e Japão como exemplo. Só se pode ter bem-estar social porque o Estado tem recursos", afirmou, em evento da Apex (Associação Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), na noite desta segunda-feira.

Lula acentuou que só existem duas alternativas: ou se cobra forte sobre a produção, ou no IR (Imposto de Renda). Para ele, os países que tem baixa carga tributária não conseguem exercer papel de fomentador do bem-estar social.

"O Estado não pode ser é intruso, querer ser o gestor. Mas ele tem que ser o indutor e fiscalizador de muitas coisas. A crise mostrou isso", observou.

Lula exaltou o fato de o mercado interno ter "segurado o tranco" durante a crise. O presidente ressaltou ainda que o Brasil descobriu, durante a turbulência financeira, ter uma capacidade exportadora maior do que se pensava. Segundo o presidente, as vendas externas do país sofreram um baque menor se comparado a países tradicionalmente mais exportadores.

Com a perspectiva de aumento da competitividade no mundo pós-crise, comentou, as empresas brasileiras não podem "perder o trem", e tem que buscar o mercado externo. Ele citou como exemplo o Banco do Brasil, dizendo "não ser possível" que banco estatal não tenha agência em Angola ou no Peru, por exemplo.

"Essa crise ensinou a todos nós que não existe manual determinando como o empresário deve se comportar. A crise mostrou que precisamos estar sempre criando alguma coisa nova. Então acho que o Brasil tem que aproveitar essa oportunidade, em que estamos ficando mais importantes"

As empresas brasileiras que cobram preços acima do mercado internacional foram duramente criticadas por Lula. Ele admitiu até que vem brigando com o presidente da Vale, Roger Agnelli, por cobrar da mineradora a compra de navios no mercado interno.

"Mas para ser feito no Brasil, o preço do estaleiro brasileiro tem que ser, no mínimo, próximo. Não pode ser o dobro. Se for o dobro, acho que prevalece o interesse empresarial. Mas se for uma diferença pequena, prevalece o interesse nacional de a gente ter uma grande indústria naval nesse país", comentou.

Lula chegou a brincar com suas declarações polêmicas, admitindo que chega a falar "bobagens" em alguns momentos.

"Vocês já aprenderam a lidar comigo, a compreender até as bobagens que falo. Muitas vezes vocês vão ao teatro para ouvir um artista falar bobagem. Eu falo na televisão, a imprensa me critica. Ou seja, falo de graça para vocês", completou.

Folha

Link: Lula descarta cobrar menos impostos e defende carga tributária alta

Wintech inaugura fábrica de cartões e irá concorrer com ABnote

Publicado por Gandalf às 12/22/2009 11:14:00 AM

A Wintech, empresa prestadora de serviços financeiros, vai tentar abocanhar parte do mercado brasileiro de fabricação de cartões para bancos, varejistas e operadoras de celular. Hoje a líder desse mercado é a American Banknote, que tem ações listadas na Bovespa.

Conhecida no mercado como uma fornecedora de bobinas, bilhetes de loteria, cupons fiscais e boletos de cobrança, a Wintech inaugurou na semana passada uma fábrica de cartões em Barueri (SP), que consumiu investimentos de 25 milhões de reais.

O presidente da Wintech, Gabriel Silva, diz que a nova fábrica tem como principal diferencial dos concorrentes máquinas importadas da Espanha capazes de fabricar e personalizar cartões sem que haja manuseio dos plásticos por funcionários. "Isso dá muito mais segurança a todo o processo", diz o executivo

Gabriel Silva também afirma que, no médio prazo, a meta é conquistar 20% do mercado brasileiro de fabricação de cartões. Hoje a maior fatia está nas mãos da ABnote, com cerca de 40% de participação, seguida pela Intelcav (35%).

Exame

Link: Empresa inaugura fábrica para abocanhar o mercado da ABnote

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