Siderúrgicas na China começam a negociar preço do minério de ferro

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 11:37:00 PM

As maiores siderúrgicas da China começaram negociações em Cingapura com as três maiores produtoras de minério de ferro do mundo sobre os contratos de preços de 2010, informou o jornal "China Times" nesta terça-feira.

O jornal informou que delegações da Baosteel, Wuhan Iron and Steel e outras usinas já estão na cidade para negociar com as australianas BHP Billiton e Rio Tinto, além da brasileira Vale.

A Baosteel não comentou o assunto quando procurada pela Reuters. A Vale também informou no Brasil que não iria se pronunciar.

Um porta-voz da Cisa (Associação de Ferro e Aço da China, na sigla em inglês) não estava imediatamente disponível para falar sobre as negociações e continua incerto se a associação terá uma participação direta nas negociações deste ano.

A entidade foi duramente criticada por suas táticas de negociação inflexíveis usadas em 2009, quando sua tentativa de obter um preço menor do minério de ferro para a China terminou em fracasso. Siderúrgicas chinesas acabaram sendo forçadas a aceitar um preço provisório de referência acertado pela Rio Tinto com usinas do Japão.

Com a pressão da demanda, e sem um contrato definitivo amarrando o preço de referência, o valor do minério de ferro no mercado à vista disparou.

Um analista chinês que pediu para não ser identificado afirmou que a Baosteel e outras siderúrgicas chinesas estão sob pressão comercial para acertar um acordo de preços o mais rápido possível, mas também estão sendo politicamente pressionadas a obterem um acordo melhor.

No ano passado, a Rio Tinto fechou o primeiro contrato com a japonesa Nippon Steel em maio e aceitou redução de 33% no preço do minério. A Vale obteve uma redução menor, de 28,8%, já que no ano anterior aceitou antes das outras mineradoras um aumento inferior para o valor do minério.

Para este ano a estimativa do mercado gira em torno dos 30% a 35%, enquanto o banco Merrill Lynch confia em aumento de 50%.

Folha

Link: Siderúrgicas na China começam a negociar preço do minério de ferro, diz jornal

S&P pode elevar rating da Cosan após união com Shell

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 11:22:00 PM

A agência Standard & Poor's (S&P) decidiu colocar os ratings (classificação de risco) da dívida da Cosan em observação positiva, prevendo uma mudança no perfil financeiro da empresa após o anúncio de um joint-venture com a Shell. Isso quer dizer que a nota da Cosan, pode ser elevada nos próximos meses caso a parceria entre as duas empresas seja concluída.

Hoje o rating da Cosan é de "BB-", segundo a S&P. O processo de combinação dos ativos de distribuição de combustível, açúcar e etanol com a Shell, que possui rating de "AA" (estável), deve beneficiar a empresa sucroalcooleira brasileira em seus planos de internacionalização dos negócios. Além disso, o acesso ao mercado de capitais deve ser facilitado e possibilitará o financiamento de suas estratégias de crescimento.

A S&P também espera uma geração de caixa maior a partir da distribuição e venda dos combustíveis Shell no Brasil, o que deve beneficiar as duas empresas. A agência também considera positivo o repasse da dívida liquida da Cosan, que hoje é de 2,52 bilhões de dólares, para a nova empresa. Outro ponto que deve ser bom para as duas companhias é o fato de os negócios de distribuição de combustível comumente gerarem fluxos de caixa estáveis.

Caso a união realmente seja formalizada, a Cosan entrará com ativos de açúcar e etanol, além de 15 unidades de co-geração de energia e distribuição de combustível. O montante é avaliado em 4,93 bilhões de dólares.

A Shell deve contribuir com os ativos de combustíveis utilizados na aviação, os ativos de distribuição e venda no Brasil e sua participação em duas empresas de pesquisa e desenvolvimento em biomassa. Ao fim de dois anos, o aporte financeiro da multinacional chegará a 1,63 bilhão de reais.

A joint-venture pode possibilitar o desenvolvimento e a criação de tecnologias relacionadas ao biocombustível. A decisão sobre o fechamento ou não do acordo deve sair nos próximos seis meses.

Exame

Link: S&P pode elevar rating da Cosan após união com Shell

Cosan e Shell se equiparam na distribuição à BR

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 08:11:00 PM

O valor da Cosan subiu quase R$ 1 bilhão na bolsa - de R$ 8,7 bilhões na sexta-feira para R$ 9,6 bilhões ontem. Foi uma resposta do mercado ao anúncio, antecipado pelo Valor, da assinatura de um memorando de entendimentos entre a empresa brasileira e a Shell para união dos negócios de etanol e distribuição de combustíveis no Brasil.
A aliança entre as duas companhias, avaliada em US$ 12 bilhões; representa o começo de uma nova fase, segundo o presidente do conselho e principal acionista individual da Cosan, Rubens Ometto Silveira Mello, que pensa em dar passos ainda mais largos. "Temos planos dentro e fora do Brasil", disse o empresário ao Valor, lembrando que a Cosan se torna uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país (4.470 postos) e a Shell, uma das maiores em etanol e açúcar do mundo.

A união da Shell e da Cosan, o maior investimento de uma empresa de petróleo em biocombustível feito até hoje, aumenta a pressão sobre a liderança histórica da BR Distribuidora em pelo menos um dos segmentos da distribuição de combustíveis. Apesar de ainda manter-se líder no mercado geral, na distribuição de etanol a subsidiária da Petrobras sente mais uma concorrente privada no seu calcanhar. A BR tem 32,5% do total, contra 29,2% da nova companhia. A BR já é seguida de perto pelas duas bandeiras do grupo Ultra (Texaco e Ipiranga), que somadas tem 29,6% do segmento de etanol.

A associação entre a multinacional e a brasileira causou surpresa, em termos, na sede da BR, no bairro carioca do Maracanã (zona norte). A empresa não quis falar oficialmente sobre o negócio, mas executivos ouvidos pelo Valor entenderam a união como um movimento coerente com as mudanças em curso no mercado brasileiro de distribuição. Após uma tendência à pulverização, quando a abertura do mercado de petróleo e derivados, no fim da década de 90, permitiu a existência dos chamados postos de bandeira branca, a tendência agora é a concentração nas não de empresas de maior porte. Ao mesmo tempo, a operação foi vista como o aproveitamento pela Shell de uma oportunidade de se posicionar bem no mercado de combustíveis renováveis, após ter reduzido substancialmente sua fatia no mercado de distribuição de derivados de petróleo no Brasil.

A Shell, lembram os executivos da BR, deixou de vez vários mercados latino-americanos de distribuição, como Colômbia e Uruguai, agindo de acordo com uma análise predominante entre as grandes empresas mundiais de petróleo segundo a qual a prioridade era a exploração e produção e que o refino e distribuição só era importante naqueles locais onde a empresa tivesse uma presença muito significativa. Foi durante esse período que por várias vezes surgiu no Brasil de que a área de distribuição da multinacional anglo-holandesa estava à venda. Naquela época, a Shell estava preocupada com a concorrência predatória de empresas beneficiadas por liminares para não pagar tributos e até com a venda de combustíveis adulterados.

Quanto à concorrência futura por parte da nova associação, os executivos da BR preferem aguardar os acontecimentos. Mas um deles lembra que o movimento mais significativo da Shell nesse caminho ocorreu em maio do ano passado, quando ela adquiriu, por US$ 75 milhões, a área de querosene de aviação (QAV) da própria Cosan. Com a compra, a Shell, ex-lider desse segmento, ficou com 40% do mercado, contra quase 60% da BR.

A nova empresa terá forte presença no Sul e Sudeste e poderá gerar algum tipo de manifestação por parte do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). "O Cade deverá fazer uma análise criteriosa, mas trata-se de um mercado que já é bastante concentrado", diz o sócio-gestor da DLM Invista, Luiz Iani. "Pode haver uma ou outra restrição, mas o negócio deve ser aprovado. O setor roda com margem (lajida) em torno de 3% e precisa de escala para conseguir margens mais razoáveis."

A onda de consolidação resultou ainda em maior nacionalização da atividade. Enquanto a rede Texaco foi comprada pelo grupo Ultra, que também levou uma parte dos ativos de distribuição da Ipiranga - outra parte ficou com a Petrobras -, a Esso no país foi adquirida pela Cosan.

A entrada da Shell em biocombustíveis é vista também como uma importante cartada no comércio mundial de etanol. Já é a terceira petrolífera a participar da produção de biocombustíveis no Brasil em menos de um ano. Com essa parceria, a fatia de capital de multinacionais no setor sucroalcooleiro atinge 23%, ante os 18% estimados no fim do ano quando a Bunge comprou a Moema Participações. A tendência, segundo analistas, é de que taxas de importação e outras barreiras comerciais arrefeçam. A força das petroleiras devem será aliada no pleito de transformar o etanol em commodity.

A parceria vai alavancar a posição da Shell como distribuidora líder em biocombustíveis no mundo. A empresa há alguns anos investe em pesquisa de etanol celulósico, por meio da Iogen, empresa de pesquisa em biotecnologia da qual a Shell detém 50% de participação. Esse ativo também entrará na composição da nova empresa, assim como os 14,7% de participação na Codexis, outra companhia de pesquisa voltada para tecnologias limpas.

"Com essa parceria, vamos avançar na posição de primeiro na distribuição de biocombustíveis", disse Mark Willams, diretor mundial de Dowstream da Shell, que participou ontem de Londres da coletiva de imprensa em São Paulo por vídeo-conferência.

A primeira petrolífera a entrar na produção de etanol no Brasil foi a British Petroleum (BP), que adquiriu 50% de participação de uma usina em Goiás no segundo semestre de 2009. Em seguida veio a Petrobras, que no fim do ano passado comprou 40% de uma usina em Minas Gerais.

O forte posicionamento das petrolíferas se deve a perspectivas de crescimento substancial no uso de etanol, afirma Plínio Nastari, da Datagro. A começar pelo mercado americano que neste ano novamente colocará em votação o fim da taxa de importação de etanol - de 0,54 centavos de dólar por galão - que não inviabiliza, mas dificulta a entrada do etanol brasileiro no mercado americano, na medida em que a exportação só se viabiliza em condições muito favoráveis de câmbio e preços. A União Europeia também definiu o uso de 10% de biocombustíveis até 2020.

Cerca de 70% do patrimônio da Cosan, maior produtora de etanol do mundo com produção anual de 2 bilhões de litros, irá para a nova empresa. A dívida líquida da brasileira, de cerca de R$ 2,5 bilhões, também será incorporada à nova empresa. A área de lubrificantes ficou fora do negócio, assim como suas atividades logísticas desenvolvidas via Rumo Logística e a área imobiliária. Assim, Ometto estima que em torno de 80% do Ebitda (geração de caixa) da Cosan irá para a sociedade com a Shell.

A presidência do conselho de administração (ou órgão equivalente) será de Rubens Ometto Silveira Mello, atual presidente do conselho de administração da Cosan. Ambas terão 50% do negócio, afirma Ometto . O executivo estima que a empresa resultante terá faturamento estimado em R$ 40 bilhões, dos quais R$ 30 bilhões virão do negócio de distribuição. "Trata-se de um setor com faturamento alto, mas margens menores do que as de produção de açúcar e etanol", pondera Ometto.

Além dos ativos, a Shell fará um aporte de US$ 1,625 bilhão ao longo de dois anos, recurso cuja aplicação ainda será objeto de planejamento, segundo Ometto. "Poderemos reduzir passivo, escolhendo dívidas que queremos manter. A distribuição já está bem posicionada, assim como a produção de açúcar e álcool", acrescenta Ometto. A Cosan também estima que a Shell possa fazer um aporte adicional de US$ 300 milhões ao longo de cinco anos, como contribuição baseada em ganhos futuros.

Ainda não há uma definição sobre qual marca será preponderante no negócio. O presidente da Shell no Brasil, Vasco Dias, garantiu que não haverá grandes sobreposições de postos. "A Esso e a Shell já conviviam sem canibalização. A sobreposição será mínima", afirmou.

Valor

Link: Cosan busca expansão no exterior junto com a Shell

Ação da InPar sai a R$ 3,20 e oferta totaliza R$ 246 milhões

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 06:40:00 PM

A ação da incorporadora InPar custará R$ 3,20 na oferta primária de ações da companhia. O valor é 4,48% menor que o valor de fechamento do papel no pregão de hoje na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), de R$ 3,35. Vale lembrar que o ativo já tinha perdido 4,28% no pregão desta terça-feira.

A esse preço, a venda inicial de 70 milhões de ações gerou R$ 224 milhões para o caixa da companhia. Acontece que está registrado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) o exercício de metade do lote adicional, ou 7 milhões de ações. Com isso, a oferta vai a R$ 246,4 milhões. Considerando, ainda o exercício integral do lote suplementar, que será ofertado nos próximos 30 dias pelos coordenadores, a distribuição pode subir a R$ 280 milhões.

As informações sobre a ocorrência ou não de rateio na oferta de varejo serão apresentadas amanhã. Vale lembrar que os atuais acionistas e os acionistas vinculados tiveram prioridade na compra. Dentro desse grupo, a Paladin Realty Partners, que detém 49,7% da empresa, manifestou intenção de subscrever ações em valor equivalente a R$ 50 milhões.

De acordo com o cronograma estimado, as ações começam a ser negociadas na quinta-feira, dia 4 de fevereiro, sob o código INPR3. O Credit Suisse coordena a operação junto com o Bradesco BBI, HSBC, Santander e Banco ABC Brasil.

Além do private equity americano Paladin, outro grande acionista na InPart é a ISA, sociedade controlada por holdings da Família Parizotto, com 15,1% das ações ON.

Do " free float " atual de 29,5%, uma fatia de 5,1% está com fundos do Credit Suisse Hedging-Griffo e 5% com a Polo Capital Gestão de Recursos.

A empresa chegou ao Novo Mercado em junho de 2007, com a venda de 43,2 milhões de novas ações ordinárias, a R$ 17,50 cada.

Valor

Link: Ação da InPar sai a R$ 3,20 e oferta soma R$ 246 milhões

Embraer diz que concordata da JAL pode elevar vendas

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 04:35:00 PM

A Embraer acredita que a concordata da Japan Airlines (JAL) possa levar a um aumento do número de aeronaves Embraer 170 na frota da companhia aérea japonesa, disse o principal executivo da fabricante de aviões brasileira nesta segunda-feira. “Embora, evidentemente, a situação da empresa em concordata seja uma questão que preocupa a todos, estamos muito confiantes de que a Japan Airlines vai se recuperar e que o 170 pode ter um forte aumento de participação em sua frota”, afirmou o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, durante entrevista à CNBC.

"Aviões de 76 assentos decolando de Haneda são ideais para as rotas que, atualmente, estão sendo feitas com aeronaves muito maiores com assentos vazios pela falta de demanda”, afirmou o executivo.
Indagado se a empresa tem planos de competir com a Boeing ou a Airbus no segmento de aeronaves com mais de 120 lugares, Curado disse que a Embraer ainda teria que passar por um desenvolvimento tecnológico que lhe permita introduzir uma aeronave “muito melhor que os 737 (e A320) existentes”.

Estado

Link: Embraer diz que concordata da JAL pode elevar vendas

País tem déficit de US$ 116 milhões, e exportação de petróleo foi destaque

Publicado por Gandalf às 2/02/2010 04:34:00 PM

As fortes vendas de petróleo do País ajudaram a evitar um déficit bilionário na balança comercial em janeiro. O saldo comercial brasileiro foi negativo em US$ 166 milhões.

A média diária de exportações bateu recorde histórico em janeiro, alcançando US$ 565,3 milhões, o que representou um aumento de 21,3% em relação a janeiro de 2009.

O resultado negativo da balança comercial não chegou a desanimar o secretário de Comércio Exterior, Welber Barral, que argumentou ter havido recuperação em relação a janeiro do ano passado quando, no auge da crise econômica mundial, o déficit somou US$ 529 milhões. "Este ano começou mais promissor que 2009", disse ele.

Em números absolutos, o País exportou US$ 11,305 bilhões no mês passado, cifra que não chegou a superar limites anteriormente registrados. Os embarques de petróleo bruto somaram US$ 1,014 bilhão, três vezes mais que o exportado em de janeiro de 2009, graças aos aumentos de 20%, no volume embarcado, e de 144%, no preço.

Para Barral, a principal causa do saldo negativo do mês passado foi o aumento de 16,8% da média diária das importações, que alcançou US$ 573,6 milhões foi a maior para meses de janeiro registrada até agora. No total, o País importou US$ 11,471 bilhões no mês passado.

Segundo o secretário, essa expansão deveu-se ao mercado interno brasileiro aquecido e ao impacto favorável da taxa de câmbio sobre as compras externas de bens de consumo e de matérias-primas e bens intermediários.
No primeiro caso, o aumento foi de 37,9%, em relação a janeiro de 2009, com especial destaque para a expansão de 83,4% nas importações de automóveis. No segundo caso, houve crescimento de 21,3%.O impacto do câmbio teria sido menor nas importações de bens de capital, que aumentaram 6,8%, na mesma comparação.

Do lado das exportações, o desempenho foi ajudado ainda pela recuperação de dois tradicionais mercados de bens manufaturados brasileiros, os Estados Unidos e a Argentina.

Em janeiro, os americanos voltaram à condição de principal parceiro individual do Brasil nas duas mãos do comércio, depois de terem sido ultrapassados em 2009 pela China.

O desempenho do mês não marca uma tendência. Mas houve crescimento de 22,8% nas exportações brasileiras para o mercado americano, em relação a janeiro do ano passado. O total alcançou US$ 1,369 bilhão. Mesmo assim, o saldo bilateral fechou negativo em US$ 322 milhões para o Brasil.

No caso da Argentina, as exportações somaram US$ 973 milhões, com expansão de 58,9%.

Em um exercício de cálculo, a Secretária de Comércio Exterior (Secex) concluiu que as exportações brasileiras no mês teriam crescido 10%, se fosse excluído o embarque de petróleo. O porcentual, segundo Barral, é compatível com as estimativas da secretaria para a expansão das exportações neste ano. "O petróleo acabou matizando a balança comercial de janeiro, mas não foi o item que a salvou", disse.

Estado

Link: País tem déficit de US$ 116 milhões na balança em janeiro

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