Vale negocia reajuste de preço acima de 90% com Japão

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 06:43:00 PM

A Vale está em negociações finais com uma grande siderúrgica japonesa, a JFE Steel, para fechar reajuste do preço do minério de ferro para 2010 em duas parcelas de 40% cada uma, o que significaria um aumento acima de 90% para a matéria-prima neste ano. Segundo apurou o Valor, a JFE estaria disposta a aceitar a proposta da mineradora brasileira. A Vale não quis comentar a informação.

Ontem, a publicação especializada "Steel Business Briefing" também agitou o mercado com a informação de que a Vale teria proposto este mesmo formato de reajuste para seus clientes na China, na Europa e no Brasil. Segundo a publicação, a primeira parcela do aumento entraria em vigor em março e a segunda, em abril.

Segundo fontes do setor de mineração, este reajuste parcelado seria uma forma encontrada pela mineradora para recuperar as perdas do ano passado por conta da crise. Os primeiros 40% equiparariam os preços do minério de ferro aos níveis de 2008, enquanto a segunda parcela equivaleria a um reajuste real devido ao aquecimento de demanda, principalmente na China.

No mercado chinês as compras de minério pelas siderúrgicas aceleraram-se após os feriados do ano novo lunar e o preço à vista da tonelada de minério atingiu nas duas últimas semanas o patamar de US$ 138 a tonelada. Isso corresponde a um prêmio acima de 100% sobre o preço de referência de 2009 da Vale (média entre US$ 54 e US$ 55 a tonelada).

A publicação cita ainda que a proposta de efetuar dois reajustes de 40% visaria também, da parte da mineradora, suavizar o aumento de custo das siderúrgicas brasileiras por causa do impacto do reajuste do aço sobre a inflação. Este é um ano eleitoral no Brasil. Afinal, a Vale no ano passado já teve problemas políticos com o governo Lula por ter demitido pessoal durante a crise.

Esse super-reajuste, que pode chegar a 96%, poderá levar a uma retomada mais forte da estratégia de verticalização por parte das usinas de aço no Brasil. Ou seja, elas poderão acelerar a produção das suas minas próprias, como são os caso de Usiminas e Gerdau, ou até comprar outras para se protegerem da alta futura do produto. A CSN tem 100% de auto-suficiência.

Um executivo de uma grande siderúrgica no país afirmou que o impacto desse reajuste no custo do aço será enorme, levando a aumento de preços do produto. Só de minério, seriam cerca de US$ 170 no custo de produção. De carvão, mais outros US$ 120 (usa-se 600 quilos por tonelada de aço).

Com produção de 8 milhões de toneladas de aço por ano, a Usiminas consumirá 12 milhões de toneladas de minério, mas vai produzir neste ano 7 milhões de minério. Na semana passada, ao divulgar o balanço, o presidente da empresa, Marco Antônio Castello Branco, informou que em 2009 utilizou 80% de minério próprio e que neste ano serão 60%. Somente por volta de 2012 a empresa tem condições de chegar à auto-suficiência, com a expansão de suas minas adquiridas no início do ano passado.

Já a Gerdau, com duas minas, busca garantir 50% de consumo de minério próprio na unidade Açominas, mas poderá vir a elevar esse percentual, cuja meta era atingir 80%. Atualmente, 70% vem do fornecimento de minas de terceiros. As reservas do grupo em Minas Gerais são de 1,8 bilhão de toneladas.

No momento, tanto Vale quanto CSN estão praticando preços provisórios de minério de ferro com seus clientes para cobrir a diferença entre o preço do à vista na China e o de referência no Brasil, superior a 100%. Durante a conferência com analistas na divulgação do balanço do quarto trimestre da Vale, o diretor-executivo de ferrosos da mineradora, José Carlos Martins, disse que não tinha o menor sentido a diferença tão grande entre "benchmark" e "spot" e anunciou que a companhia iria praticar preços provisórios. Durante a crise, a Vale usou esta tática dando descontos de 20%. Agora, o mesmo modelo é usado ao inverso.

Martins defende que o prêmio atualmente vigente no mercado à vista sobre o de referência é insustentável e tem de acabar. E que os clientes têm de entender este novo cenário. O reajuste proposto pela mineradora em duas parcelas estaria ainda abaixo deste prêmio que está na faixa de 110% na China.

As declarações do diretor da Vale feitas em 11 de fevereiro reforçam a convicção de analistas especializados nesse negócio. Eles consideram que o percentual de reajuste proposto pela mineradora é perfeitamente factível com a atual situação de mercado, no qual o sistema 'benchmark' está perdendo força. A BHP Billiton - terceira maior de mineração de ferro - está querendo migrar para reajustes de preços mais constantes, em períodos menores. Se isso ocorrer, abrirá espaço para maiores flutuações de preços e levará à migração para outro paradigma, o qual refletirá melhor as condições de mercado, hoje muito apertadas. A oferta de minério no mercado transoceânico e a demanda para este ano estão praticamente empatadas em 1 bilhão de toneladas.

Valor

Link: Vale negocia reajuste de preço acima de 90%

Multiplus e Oi firmam acordo para programa de fidelidade

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 05:37:00 PM

A operadora de telefonia Oi e a Multiplus Fidelidade firmaram acordo para estabelecer um programa de fidelidade para os clientes dos serviços de telecomunicações da empresa.

Os clientes poderão acumular pontos pelos serviços utilizados - como telefonia fixa, celular, internet ou TV por assinatura - e trocá-los por outros serviços da Oi ou por pontos da Multiplus.

A Multiplus Fidelidade é uma rede de programas de fidelização de várias empresas de diferentes ramos do comércio varejista de produtos e serviços. Os consumidores podem acumular e resgatar pontos da maneira que julgarem mais conveniente, gerando novos negócios para as empresas parceiras.

Entre os parceiros da companhia estão a TAM, Ipiranga, Walmart, Livraria Cultura e Accor.

Valor

Link: Multiplus e Oi firmam acordo para programa de fidelidade

Petrobras avalia importar mais gasolina

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 05:25:00 PM

A Petrobras poderá realizar importações adicionais de gasolina para atender a demanda no Brasil se o nível de consumo se mantiver elevado como tem sido nas últimas semanas, afirmou nesta sexta-feira o diretor de Abastecimento, Paulo Roberto Costa.

A estatal importou 1,2 milhão de barris de gasolina desde o início do ano.

Costa disse que a demanda pelo produto que concorre diretamente com o etanol continua forte, e que por este motivo as exportações de gasolina da empresa estão suspensas desde janeiro. Em média, a Petrobras exportava entre 40 e 60 mil barris diários de gasolina.

"O consumo de gasolina em fevereiro (2010) subiu 31% sobre fevereiro de 2009 com a opção do consumidor pelo preço na bomba e a redução de 25% para 20% da mistura do álcool na gasolina", explicou Costa.

Desde o final do ano passado o preço do etanol vem subindo como efeito indireto da alta dos valores do açúcar no mercado internacional --o que levou usinas a produzirem mais açúcar e menos álcool-- e devido ao período de entressafra no Brasil. Por isso, o governo decidiu em janeiro reduzir de 25% para 20% a mistura do álcool até maio.

"Está entrando a safra (da cana-de-açúcar) agora, possivelmente deve ter alguma redução de preço e em maio está previsto o retorno dos 25%", completou ao ser perguntado se haveria necessidade de mais importações.

Costa negou que a empresa tenha sido surpreendida pelo aumento de consumo de gasolina no país, afirmando que o total importado corresponde a apenas três dias de consumo e que em nenhum momento houve desabastecimento no mercado.

"Não fomos pegos desprevenidos de jeito nenhum, priorizamos nas refinarias a produção de diesel que é economicamente melhor para a refinaria", disse o executivo.

Costa afirmou ainda que para a Petrobras é melhor que o consumidor opte por gasolina do que por álcool nos carros e que atualmente o consumo gira em torno dos 400 mil barris diários, contra cerca de 300 mil antes da elevação do preço do álcool.

"A decisão na bomba é do consumidor, como houve aumento muito grande do preço do álcool ele optou por gasolina, eu acho ótimo, porque eu vendo mais gasolina", afirmou, informando que a Petrobras não perde dinheiro com as importações.

Reuters

Link: Petrobras pode importar mais gasolina se consumo continuar forte

Lopes reverte prejuízo e lucra R$ 50 milhões em 2009

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 04:28:00 PM

A Lopes, empresa de consultoria e intermediação imobiliária, fechou 2009 com lucro líquido consolidado, o que inclui Lopes, Pronto! e Credipronto!, de R$ 50 milhões, revertendo o prejuízo líquido de R$ 67 milhões apurado em 2008.

O lucro líquido da empresa atingiu R$ 22,6 milhões apenas no quarto trimestre de 2009, ante um prejuízo de R$ 98,2 milhões reportado no mesmo intervalo de 2008.

O lucro líquido pro-forma da Lopes totalizou R$ 55,5 milhões no ano passado, alta de 72% sobre os R$ 32,3 milhões de 2008. Apenas no quarto trimestre de 2009, o lucro pro-forma da companhia atingiu R$ 24 milhões, ante um prejuízo de R$ 13,26 milhões reportado em igual intervalo do ano anterior.

Lucro e Ebitda pro-forma são medidas não contábeis elaboradas pela Lopes, que desconsideram os efeitos decorrentes das despesas de "stock option".

Em 2009, a receita líquida da Lopes somou R$ 224,7 milhões, queda de 3% ante 2008 (R$ 232 milhões). De outubro a dezembro, a receita da companhia totalizou R$ 71,8 milhões, valor 102% superior ao registrado nos três últimos meses de 2008 (R$ 35,5 milhões).

As vendas contratadas da empresa corresponderam a R$ 9,3 bilhões no ano passado, volume 8,3% abaixo do de 2008. O valor, entretanto, superou o guidance para 2009, de R$ 9,0 bilhões. Para 2010, a empresa prevê um crescimento de 32% nas vendas contratadas, para um montante entre R$ 12 e R$ 12,5 bilhões.

Na comparação trimestral, as vendas praticamente dobraram, ao passarem de R$ 1,6 bilhão, no quarto trimestre de 2008, para R$ 3,1 bilhões, nos três últimos meses de 2009, alta de 91,3%.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) pro-forma da Lopes somou R$ 89,9 milhões no último ano, aumento de 21% ante 2008. A margem Ebitda pro-forma cresceu de 32% para 40% no período.

Somente no quarto trimestre do ano, o Ebitda pro forma da empresa foi de R$ 33 milhões, ante um resultado negativo de R$ 4,42 milhões registrado entre outubro e dezembro de 2008. A margem Ebitda passou de -12% para 46% neste intervalo.

A Lopes irá propor em assembleia o pagamento aos acionistas de R$ 41,3 milhões em dividendos relativos a 2009.

Valor

Link: Lopes reverte prejuízo e lucra R$ 50 milhões em 2009

OGX encontra presença de hidrocarbonetos em Campos

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 04:04:00 PM

A OGX, braço de petróleo do grupo EBX, do empresário Eike Batista, informou nesta sexta-feira a presença de hidrocarbonetos em um poço localizado em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos.

A descoberta foi feita na seção albiana do poço 1-OGX-6-RJS, localizado no bloco BM-C-41, em que a OGX detém 100% de participação e está a aproximadamente 82 quilômetros da costa do Rio de Janeiro. A lâmina d'água é de cerca de 137 metros.

A companhia identificou coluna com hidrocarbonetos de aproximadamente 70 metros, e a perfuração, que começou em 2 de fevereiro, continua em andamento. O poço será perfurado até a profundidade total estimada em 3.600 metros.

A petrolífera coletou duas amostras da rocha do reservatório com espessura de mais de 50 metros para ter dados sobre as características da área para futuros projetos de delimitação, avaliação e desenvolvimento.

"Esses testemunhos e os perfis indicaram uma forte correlação entre os reservatórios albianos do OGX-6 (Etna), OGX-3 (Waimea) e OGX-2 (Pipeline)", afirmou o comunicado.

Etna está localizado 8,5 quilômetros a nordeste de Waimea e seus reservatórios estão 400 metros acima dos depósitos desse poço.

"Isso nos leva a crer que podemos estar diante de uma mesma acumulação e que a província recentemente descoberta se estende também até o norte do bloco BM-C-41", disse Paulo Mendonça, diretor-geral da OGX em comunicado.

No início de fevereiro, a OGX informou que o poço 1-OGX-3-RJS tem reservas recuperáveis estimadas entre 500 milhões e 900 milhões de barris de óleo equivalente.

Já o OGX4 tem estimativa de reservas entre 100 e 200 milhões de barris de óleo equivalente, enquanto o 1-OGX-5-RJS pode ter ao menos entre 30 e 90 milhões de barris de óleo recuperável em uma de suas seções.

Reuters

Link: OGX encontra presença de hidrocarbonetos em Campos

M. Dias Branco: lucro cresceu 61,7% em 2009, para R$ 214,2 milhões

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 02:43:00 PM

A M. Dias Branco, fabricante de massas e biscoitos, registrou lucro líquido de R$ 69,7 milhões no quarto trimestre, o que representa um aumento de 66,3% em relação aos R$ 41,9 milhões obtidos no mesmo trimestre de 2008.

A receita líquida caiu 3,1%, para R$ 573,9 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) no trimestre foi de R$ 97,0 milhões, com alta de 9,2%.

No acumulado de 2009, a empresa lucrou 346,9 milhões, 61,7% a mais do que os R$ 214,2 milhões apurados em 2008.

A receita líquida cresceu 7,1%, para R$ 2,347 bilhões. O Ebitda somou R$ 469,2 milhões, com alta de 24,7%.

A companhia destacou em seu comentário de desempenho que participação de mercado no segmento de biscoitos aumentou de 19,8% em 2008 para 21,5% no ano passado. No segmento de massa, a fatia da companhia chegou a 22,9%, contra 21,9% um ano antes.

A dívida líquida foi reduzida em 46,5% ao longo de 2009, para R$ 378,8 milhões. Desta forma, a relação dívida líquida/Ebitda caiu para 0,8 em 2009, contra 1,9 em 2008.

O nível de utilização da capacidade instalada evoluiu de 75,9% em 2008 para 78,6% no ano passado.

Valor

Link: M. Dias Branco tem lucro de R$ 69,7 milhões no quarto trimestre

Brasil Ecodiesel perde Selo de Combustível Social

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 12:39:00 PM

As ações da Brasil Ecodiesel caem com força no pregão desta sexta-feira na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). A queda está relacionada com a perda Selo Combustível Social por quatro usinas da companhia. Sem a tal certificação, essas unidades não podem vender biodiesel por meio dos leilões com selo organizados pela ANP. As operações com o selo representam 80% do volume total leiloado pela agência.

"A companhia não concorda com a decisão tomada e está tomando as medidas judiciais necessárias para proteger os interesses da empresa e de seus acionistas", disse a companhia por meio de Fato Relevante publicado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A perda do selo é resultado de processo administrativo envolvendo a companhia com relação ao cumprimento das normas em 2007. A decisão sobre a suspensão foi publicada hoje no Diário Oficial da União pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário.

As unidades afetadas foram Iraquara, Itaqui, Crateús e Floriano, sendo que as duas últimas já estão desativadas, segundo a companhia.

O Selo Combustível Social é um conjunto de medidas específicas que visa estimular a inclusão social da agricultura.

De acordo com as normas do Ministério do Desenvolvimento Agrário, o selo será concedido aos produtores de biodiesel que compram matéria-prima da agricultura familiar em percentual pré-determinado, que façam contratos negociados com os agricultores familiares e assegurem assistência e capacitação técnica aos agricultores familiares.

A contrapartida às empresas são alíquotas diferenciadas de PIS/Pasep e Cofins e melhores condições de financiamentos junto aos agentes financeiros.

Valor

Link: Brasil Ecodiesel perde certificação do governo e ações caem 7%

Hypermarcas compra fabricante de fraldas

Publicado por Gandalf às 3/05/2010 12:13:00 PM

A Hypermarcas, empresa que está com uma oferta de ações de cerca de R$ 1 bilhão em andamento, foi mais uma vez às compras. A companhia estabeleceu um memorando de entendimento para adquirir 100% do capital social da fabricante de fraldas Sapeka, detentora das marcas Sapeka, Fluffy, Maturidade, Única e Leve.

O valor da aquisição pode atingir cerca de R$ 368 milhões em dinheiro e ações. Pelos termos, será efetuado um pagamento à vista de R$ 225 milhões, mais uma transferência de 6.784.922 ações da Hypermarcas e que ficarão restritas à venda por um período de até cinco anos. Tomando como base o preço de fechamento das ações no pregão de ontem na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), a fatia em ações corresponde a R$ 143 milhões.

"Adicionalmente, poderá ser feito um ajuste de preço de aproximadamente 7,3 vezes o diferencial entre o Ebitda verificado no ano de 2010 e o Ebitda de 2009, de R$ 45,3 milhões, a ser pago 40% após a apuração do resultado de 2010 e os 60% restantes em cinco parcelas iguais, anuais e consecutivas, ajustadas pela variação do CDI", informou a companhia, em comunicado enviado ao mercado.

A Hypermarcas notou que aquisição "vem de encontro com os objetivos estratégicos da companhia de aquisições de marcas e ativos no setor de produtos de higiene pessoal", complementando, assim, seus investimentos no segmento de produtos para o público infantil iniciado com a aquisição da marca Hydrogen e da Pom-Pom, em 2009.

Com a marca Sapeka, a companhia se consolida como a terceira maior empresa do segmento de fraldas infantis do Brasil e maior empresa nacional do segmento, com 10% de participação de mercado e liderança em fraldas infantis no Nordeste.

A Hypermarcas assinalou ainda que o negócio da Sapeka compreende duas unidades industriais, localizadas no Centro-Oeste e no Nordeste. Em 2009, a fabricante de fralda apresentou receita bruta de R$ 276,8 milhões e lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 45,3 milhões, em resultado não auditado.

O fechamento da operação ainda está sujeito à conclusão de auditoria jurídica, contábil e tributária e à negociação "satisfatória" dos contratos definitivos.

Valor

Link: Hypermarcas compra fabricante de fraldas

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